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Destaques

Veja depoimentos de pessoas que fizeram cursos técnicos

Conheça histórias de executivos, empreendedores e estudantes que deslancharam na carreira depois de cursos técnicos.

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 26.08.2016 -Especial Ensino tecnico. O economista Paul Singer, 84, em sua casa no bairro de Higienopolis em Sao Paulo. Em 1951 Singer formou-se em eletrotécnica no ensino médio da Escola Técnica Getúlio Vargas de São Paulo. (Foto: Raquel Cunha/Folhapress, SUP-ESPECIAIS) ***EXCLUSIVO***
O economista Paul Singer, 84, em sua casa em São Paulo

PAUL SINGER, 84 – “No curso técnico que fiz, a teoria era melhor que a prática”

Estudei na Escola Técnica Getúlio Vargas, que ficava no Brás, na região central de São Paulo. Eu era filho de operários e precisava ter uma profissão para ajudar em casa e porque pensava em migrar para Israel.

O curso era melhor na parte teórica do que prática porque faltavam muitos equipamentos. Aprendi a ser eletrotécnico mesmo quando fui trabalhar numa fábrica de elevadores. Os professores eram de ótimo nível.

Fui fazer faculdade alguns anos depois. O ensino técnico não significa que você precisa parar nesse nível.

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 26.08.2016 - Especial Ensino tecnico. Marcos Pontes, 53, fez história ao ser o primeiro brasileiro a integrar uma missão aeroespacial. Ele diz que para chegar onde está, tudo começou no ensino técnico. Pontes cursou Aprendizagem Industrial na modalidade Eletricista no SENAI de Bauru (SP). ele segura uma furdiera automatica na foto em alusao ao trabalho do astronauta que é tambem a montagem e desmontagem da espaçonave e relembra como esse curso do Senai foi importante para essa pratica. (Foto: Raquel Cunha/Folhapress, SUP-ESPECIAIS) ***EXCLUSIVO***
Marcos Pontes, 53, que fez história ao ser o primeiro brasileiro a integrar uma missão aeroespacial

MARCOS PONTES, 53 – “Curso facilitou meu aprendizado teórico na universidade”

Meu sonho sempre foi ser astronauta e desde cedo eu tinha interesse em ciência e tecnologia. Por isso, decidi, logo após concluir o ensino fundamental, fazer dois cursos técnicos: elétrica no Senai e eletrônica no Liceu. Na sequência, passei no vestibular da Academia da Força Aérea (AFA) e consegui ser piloto de combate. Depois, conquistei o espaço. O curso técnico me ajudou bastante. Eles dão uma ótima introdução de escolha de
carreira e facilitam o aprendizado teórico na universidade. É mais fácil aprender a teoria quando você já sabe fazer na prática.

Vale lembrar que a minha primeira função no espaço foi a manutenção e a montagem de sistemas.

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Fabio Braga/Folhapress
SAO PAULO, SP, BRASIL, 26-08-2016: Rodrigo Oliveira, no escritorio da empresa. De família cearense, Rodrigo fez escola estadual até o 3º colegial, depois contabilidade na Etec Campos Elíseos e, em 2010, foi escolhido pelo Instituto ProA para curso profissionalizante de administração/gestão empresarial no Senac Consolação. De família simples (pré-requisito, inclusive, do projeto do Instituto ProA), Rodrigo foi contratado pela Rio Bravo Investimentos, que foi adquirida pelo conglomerado chinês Fosun. Lá ficou 4 anos e agora está na RB Capital, spinoff da Rio Bravo, uma das maiores empresas de gestão de fundos de investimentos imobiliários do país. Depois do técnico, quis sonhar "mais alto", como ele diz: está cursando matemática na USP, quer fazer MBA fora e tirar o Chartered Financial Analyst - CFA, no mercado financeiro. (Foto: Fabio Braga/Folhapress, SUPLEMENTOS).
Rodrigo Oliveira, 25, que fez curso técnico de contabilidade

RODRIGO OLIVEIRA, 25 – “Eu tive a oportunidade de crescer estudando”

Estudei na rede estadual e fiz um curso técnico de contabilidade na Etec Campos Elíseos (centro de SP). Minha ideia inicial era escola e, se tivesse sorte, emprego. Mas tive oportunidade de estudar, e crescer estudando.
Em 2010, fui um dos escolhidos para uma bolsa do Instituto ProA, ONG que oferece capacitação profissional para jovens de baixa renda.

Após um curso intensivo de administração e gestão empresarial no Senac Consolação, fui contar a experiência num encontro do ProA na Suíça. Comecei a trabalhar na Rio Bravo Investimentos e agora estou na RB Capital, especializada em investimentos imobiliários.

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 23.08.2016 - Caderno especial sobre ensino tecnico. Flavio Cafiero, 45, largou ha 14 anos um bom emprego na rede de lojas C&a para se dedicar a escrita. Ele fez alguns cursos de roteiro entre eles um tecnico. Depois de investir na formação técnica, tornou-se escritor revelação - Prêmio Off-Flip, autor de "O frio aqui fora" (Cosac Naify) indicado ao Jabuti e a o Prêmio SP de Literatura; lançou uma peça de teatro e mais dois livros. Atualmente escreve para TV, teatro e cinema e está preparando outro livro - e buscando uma nova editora. (Foto: Raquel Cunha/Folhapress, SUP-ESPECIAIS) ***EXCLUSIVO***
Flavio Cafiero, 45, que trocou cargo de executivo para se dedicar à literatura

FLÁVIO CAFIERO, 44 – “Abandonei o terno de executivo e decidi me aventurar na literatura”

Por que não?, pensei em 2007, quando decidi trocar o terno de executivo para me aventurar na literatura. Tinha me formado em publicidade pela UFRJ, trabalhava como gerente de produto, mas voltei a estudar.
Fiz oficina com a crítica literária Noemi Jaffe, cursos técnicos de roteiro e dramaturgia em instituições como B_Arco, Escola SP, Gafanhoto, Escola SP de Teatro e Teatro-Escola Macunaíma, onde consegui meu DRT de ator.

Fiz os cursos para quebrar minha mão e aprender a escrever de novo. Em 2013, venci o Prêmio Off-Flip de Literatura e publiquei meu primeiro romance, “O Frio Aqui Fora”. Atualmente, escrevo roteiros para cinema, teatro e TV. E estou em busca de uma nova editora.

O ensino técnico é um excelente filão para quem entrar num novo mercado ou abrir um novo negócio.

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 24.08.2016 - Caderno especial sobre ensino tecnico. Vanessa Rozan, 33, é fundadora do Liceu de Maquiagem; transformou hobby em negócio. Formada em publicidade pela ESPM, Rozan pediu demissão da agência onde trabalhava e não tinha ideia do que queria fazer. Fez dois cursos técnicos no Senac em 2001, trabalhou por seis anos na Mac e, em 2009, abriu o Liceu de Maquiagem, uma super referência na área.(Foto: Raquel Cunha/Folhapress) ***EXCLUSIVO***
Vanessa Rozan, 33, fundadora do Liceu de Maquiagem

VANESSA ROZAN, 36 – “Curso técnico é bom para quem quer se reinventar”

Em 2001, deixei o trabalho em uma agência de publicidade porque a rotina me frustrava. Fiz dois cursos técnicos de beleza no Senac.Um deles era com o maquiador Beto França, que me ajudou a entrar na M.A.C. no Shopping Iguatemi. Virei maquiadora sênior, participei de semanas de moda em Paris, Nova York e Milão…

Em 2009, com Vito Mariella, fundei o Liceu de Maquiagem, misto de escola e salão de beleza em Higienópolis.

A gente precisa aprender a ver possibilidades –e o curso técnico vem a calhar neste contexto dinâmico para quem quer se reinventar.

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 23.08.2016 - Caderno especial sobre ensino tecnico. Beth Viveiros, 39, fez carreira como engenheira por 20 anos e trabalhou no Google. Abriu a Beth Bakery, padaria artesanal que faz delivery de pães, bolos e biscoitos. No fim de 2013, ela pediu demissão da gigante de tecnologia e decidiu fazer vários cursos para aprimorar técnica de pães - entre eles, curso de panificação na Escola Levain com o chef Rogério Shimura. Além da realização pessoal, teve retorno financeiro: a loja virtual (integrada ao Facebook) deu tão certo que agora Beth abriu uma loja física na Vila Mariana.(Foto: Raquel Cunha/Folhapress, SUP-ESPECIAIS) ***EXCLUSIVO***
Beth Viveiros, 39, que trocou carreira como engenheira para investir em padaria

BETH VIVEIROS, 39 – “Decidi investir no pão e o curso profissionalizou um hobby”

Construí uma carreira na engenharia por 20 anos, mas, no fim de 2013, um drama familiar abalou as certezas que eu tinha sobre realização profissional. Trabalhava 12 horas por dia e não estava feliz.

Decidi investir em pão. Em 2014, fiz diversos cursos, um deles na Escola Levain, ministrado pelo chef Rogério Shimura. Se não tivesse feito curso técnico, até poderia fazer belos bolos como minha mãe, mas ficaria restrita à cozinha de casa. O curso profissionalizou um hobby.

Abri a Beth Bakery, padaria artesanal que faz delivery de pães e bolos. Voltei a trabalhar 12 horas por dia, mas agora faço o que me faz feliz.

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Fabio Braga/Folhapress
SAO PAULO, SP, BRASIL, 26-08-2016: Alexandre Sasaki. Alexandre fez informática no Senai Santa Cecília. Atualmente é programador pleno na startup de tecnologia MarketUP, fundada por investidores vindos do Google, Positivo e Tesla. Ele passou no em engenharia na Poli-USP, mas desistiu; depois cursou educação física na USP e se graduou desta vez, mas não gostava do trabalho que tinha na área de ginástica laboral. Apesar de passar pela universidade, Alexandre só se encontrou profissionalmente quando entrou no técnico de informática do Senai, que lhe rendeu estágio na Anhembi Morumbi, depois na MarketUP (só no estágio já ganhava mais que nos tempos de educador físico). Atualmente é programador pleno e está fazendo outro curso técnico na área de desenvolvimento de softwares, desta vez na Fatec. (Foto: Fabio Braga/Folhapress, SUPLEMENTOS).
Alexandre Sasaki, 36, programador pleno na startup MarketUP

ALEXANDRE KAWANO SASAKI, 36 – “Após duas graduações, só encontrei realização profissional no ensino técnico”

Cheguei ao ensino técnico pelo caminho inverso ao da maioria das pessoas. Muitos começam pelo técnico e só depois vão para a graduação. Eu não.

Cursei dois anos de engenharia na Escola Politécnica, da USP. Abandonei o curso por falta de afinidade com a área.

De volta à estaca zero, fui mais uma vez para a universidade. Cursei educação física, também na USP. Comecei a trabalhar com ginástica laboral, mas passei a ver que não era isso que eu queria como profissão.

No final de 2009 decidi arriscar mais e apostei no ensino técnico. Entrei em informática, no Senai, em São Paulo -virei programador. Só no estágio já ganhava bem mais que nos tempos de educador físico.

De lá para cá, fui contratado por uma start-up fundada por gigantes da tecnologia, como Google, Positivo e Tesla. Só me encontrei na educação profissional, de fato. Tecnologia é a minha área.

E voltei para a sala de aula. Agora, estudo desenvolvimento de software na Fatec (Fundação de Apoio à Escola Técnica).

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 28.08.2016 - Especial Ensino Tecnico. O mineiro Rildo Lemes, 42, começou a trabalhar como ajudante de pedreiro aos 14 anos, virou azulejista aos 16. De família humilde, Rildo aprendeu tudo na prática, pois trabalhou a vida toda na construção civil. Depois de um longo caminho, fundou a Construlemes, construtora especializada no segmento residencial. Para aprimorar os conhecimentos fez curso técnico de edificações pelo Centro Paula Souza - Etec Amparo, depois curso de arquitetura e urbanismo na Universidade São Francisco, agora faz pós-graduação em engenharia civil na Estácio. (Foto: Raquel Cunha/Folhapress, SUP-ESPECIAIS) ***EXCLUSIVO***
O mineiro Rildo Lemes, 42, que começou como pedreiro e hoje tem uma construtora

RILDO LEMES, 42 – “O curso técnico foi peça-chave para eu abrir a minha construtora”

Comecei na construção civil como ajudante de pedreiro, aos 14. Aos 16, já azulejava paredes e, aos 19, assinei a carteira em uma construtora de Bragança Paulista, no interior de São Paulo.

Aprendi muito na prática. Nessa empresa, virei mestre de obras e gerenciei uma equipe de 40 operários. Tive sorte, pois fiz vários treinamentos na construtora, com profissionais da área. Mas faltava uma peça para minha formação.

Em 1999, optei por abrir a minha própria empresa. Já tinha conhecimento prático como pedreiro, mas vi que era importante estudar para ter reconhecimento acadêmico e alicerçar a minha formação.

Fiz um técnico em edificações, no Centro Paula Souza. Foi nesta época que fundei a minha incorporadora —especializada em casas de alto padrão. Do técnico, fui para a graduação, e estudei arquitetura e urbanismo na Universidade São Francisco.

Hoje, estou na pós em engenharia civil, na Universidade Estácio de Sá.

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Raquel Cunha/Folhapress
SAO PAULO - SP - 27.08.2016 -Especial Ensino tecnico. Valdir Paezani fundou a Engecall em 1998, em Sorocaba. Atualmente é empresário do ramo de caldeiraria industrial (especialista de estrutura metálica, máquinas e soldas e conselheiro do Centro de Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) desde 2003, a maior entidade representativa do setor industrial na América Latina. A Engecall atende Gerdau, Odebrecht, Toyota, Votorantim e a Marinha do Brasil. Os pais do Sr. Valdir, analfabetos, queriam que o filho estudasse. O pai dele soube "do tal do Senai" e incentivou Sr. Valdir a se matricular --ele fez Senai Sorocoba em 1977. Fez curso de aprendiz industrial de mecânico; no fim da década de 1970, passou por diversos ofícios nas áreas metalúrgica e siderúrgica na Aços Villares, atual Gerdau. Em 1983, ingressou na graduação de engenharia mecânica e fez pós-graduação na Unimep de Santa Bárbara. Para Valdir, o ensino técnico foi a primeira oportunidade profissional.(Foto: Raquel Cunha/Folhapress, SUP-ESPECIAIS) ***EXCLUSIVO***
Valdir Paezani, 54, empresário do ramo de caldeiraria industrial

VALDIR PAEZANI, 54 – ” Só me tornei engenheiro mecânico após a formação técnica”

A minha história começa na cidadezinha de Laranjal Paulista (SP). Sempre digo que a minha vida deslanchou a partir de um caso de pescador.

Durante uma pescaria em Sorocaba, meu pai, o Valdir, um senhor simples e analfabeto, perguntou a outros pescadores onde eu poderia estudar para ser “alguém” na vida.

Os amigos dele indicaram “o tal do Senai”, e assim eu matriculei na escola técnica em 1977. Passei por diversas posições nas áreas de metalurgia e siderurgia.

O técnico foi a minha primeira oportunidade. Foi o que abriu os caminhos, principalmente pelo aprendizado prático.

Depois dele, fiz graduação e pós em engenharia mecânica. E abri a minha empresa, do ramo da caldeiraria industrial.

Fonte: Folha

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