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Universo: A pandemia alterou a rotina de trabalho dos astrônomos?

A pandemia de coronavírus colocou o planeta em uma parada forçada… um break! Mas as descobertas astronômicas continuam a todo vapor…

Nos últimos dias, foram divulgados estudos sobre a possibilidade de existência de mais de 30 civilizações inteligentes na Via Láctea e até de cerca de 6 bilhões de planetas parecidos com a Terra, também na nossa galáxia.

E teve notícia sobre buraco negro e até a descoberta de um objeto astronômico que pode mudar os rumos da ciência.

Mesmo com a pandemia, os pesquisadores não param.

É que, quando a gente pensa na rotina de trabalho de um astrônomo, já imagina logo grandes telescópios, observações do espaço e imagens inacreditáveis do Universo.

Mas a rotina desses profissionais exige também muitas e muitas horas diante de computadores, analisando fórmulas e cálculos para desvendar os mistérios do cosmo.

E como eles têm feito nestes tempos? A resposta é: remotamente, tal como tantos outros profissionais vêm fazendo.

Em Minas Gerais, o Observatório do Pico dos Dias, do Laboratório Nacional de Astrofísica, suspendeu os trabalhos presenciais.

Alguns projetos foram adiados e muitas missões estão sendo realizadas remotamente, como conta o pesquisador da Universidade de Itajubá Gabriel Hickel.

E é de casa que o astrônomo do Observatório do Valongo, no Rio de Janeiro, Thiago Signorini tem dado continuidade às pesquisas.

Nos Estados Unidos, a astrônoma brasileira e pesquisadora da Nasa Rosaly Lopes fala dos desafios deste momento.

Não é que, em meio à crise de saúde de proporções globais, ainda foi lançada uma missão espacial?

Quem não se lembra da Space X que, em um belo dia de sábado, finalzinho do mês de maio, levou à Estação Espacial Internacional dois astronautas da Nasa?

E foi, assim, com a parceria da iniciativa privada e do governo, que, em tempos de pandemia, astronautas partiram para mais uma jornada no espaço, após 9 anos sem nenhuma missão tripulada partindo de solo americano.

Um feito possível graças ao entendimento entre a Space X – do multimilionário Ellon Musk – e a Nasa – a Agência  Espacial Norte Americana.

Fonte: EBC

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