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Universidade sai na frente e adota certificados validados por Blockchain

A emissão de micro certificados tem sido uma tendência em todo o mundo. Em vez de um aluno conquistar um diploma ao final de uma graduação, por que não, certificá-lo a partir das competências que ele vai adquirindo ao longo do curso? Foi esse o diferencial que a FECAF, Faculdade Capital Federal, resolveu oferecer aos seus alunos.

Para ir além das fronteiras regionais de Taboão da Serra, São Paulo, a FECAP. que possui 6 mil alunos no modelo presencial, também oferece 10 cursos de graduação e 67 de pós-graduação EAD com 1500 alunos. Observando as demandas do mercado, ela passou a focar nas skills que o mercado de trabalho exige dos profissionais que ela ajuda a formar. E, a partir daí, oferece uma trilha de aprendizagem em que o aluno vai conquistando micro certificações quando finaliza um curso ou uma disciplina específica.

As certificações vêm com credenciais (badges com a marca da instituição) validados por blockchain para dar mais credibilidade a tais selos. Para isso, as badges são atreladas a um sistema integrado com a Brightspace e que pode ser compartilhado nas redes sociais, como LinkedIn. “Amarramos a nossa certificação a uma estrutura, em que aluno e recrutador veem valor. Temos uma preocupação muito grande com empregabilidade, e por isso queremos ajudar nossos alunos a garantir a melhor formação e ensiná-los como comprovar uma boa formação e como se apresentar para o mercado de trabalho”, explica o diretor de Educação a Distância da FECAF, Leandro Ortunes.

A plataforma da D2L se tornou mais que um local onde se hospeda conteúdo, mas também um local em que é possível fazer uma análise muito mais profunda da aprendizagem dos alunos e com mais profundidade e precisão sobre o processo de aprendizagem de cada um. “Isso nos permite controlar e aumentar os níveis de engajamento e retenção dos alunos, e nos possibilita ver com qual formato de conteúdo eles mais se engajam e por meio da plataforma, bem como também certificá-los”, relata Leandro.

“Antes de ser uma empresa de tecnologia, somos uma empresa de Educação. Por meio das diversas ferramentas dentro da nossa plataforma, gestores e educadores conseguem ser mais estratégicos. Com uma análise precisa da performance dos alunos, realizamos um diagnóstico e prognóstico apurados da sua vida acadêmica, derivando assim em uma educação mais personalizada e engajadora”, comenta o Diretor da D2L do Brasil, Peterson Theodorovicz.

Atualmente, a FECAF certifica todos os alunos de engenharia e arquitetura nas disciplinas de tecnologias e projetos. A estimativa é que sejam gerados 720 certificados ainda em 2021. Além disso, a FECAF tem como objetivo para o futuro implementar esse modelo de certificação em todas as disciplinas que envolvam tecnologia e liberar mais de 12 mil badges via blockchain.

Por meio dos badges, o recrutador consegue consultar a data de emissão, validade, as skills desenvolvidas, critérios de aprovação e se aquele certificado é válido ou se tem alguma quebra de confiança dos dados. Tais credenciais também estarão atreladas ao desempenho do aluno, que precisará concluir o curso com um desempenho diferenciado para conquistar o selo.

“Hoje entendemos que um aluno aprovado, não necessariamente atingiu as competências previstas num plano de Ensino. Ele terá um certificado, mas o badge está atrelado a 100% de acerto em tal competência. Com isso, conseguimos trabalhar com aprendizagem adaptativa, trilhas de aprendizagem e cursos e comunicados personalizados a cada aluno. Esse é o futuro. Todos os cursos terão badges dentro da Plataforma Brightspace da instituição”, completa o diretor de Educação a Distância da FECAF, Leandro Ortunes.

Fonte: Convergência Digital em 14/10/2021

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