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TI Maior: Governo ouve reivindicações, mas cobra ‘risco’ dos empresários

Ao participar da solenidade de abertura da 10ª edição do Rio Info, nesta segunda-feira, 03/09, o secretário-executivo do ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luis Antonio Elias, disse que o setor de software e serviços deve, sim, apresentar suas reivindicações para serem incorporadas ao TI Maior.

Mas, em entrevista à CDTV, do Convergência Digital, deixa claro que o governo não tem capacidade de subvencionar todos os recursos. “Os empresários sabem que o negócio é um risco”. Durante a cerimônia, o coordenador do evento, Benito Paret, elogiou o plano TI Maior, recém-lançado pelo governo no dia 20/08 com propostas de estímulo à indústria nacional de software e serviçso, mas se mostrou bastante preocupado com a questão da certificação da tecnologia nacional e reclamou do montante investido no programa – R$ 500 milhões entre 2012 e 2015.

Para Elias, o posicionamento do setor é saudável e a consulta pública -que é um marco para a área, uma vez que até hoje nenhuma ação governamental possibilitou esta interação entre o mercado e o governo – será o local certo para que se possa encontrar uma convergência de interesses. Sobre o conteúdo nacional, o secretário do MCTI diz que ela é necessária para ‘a economia nacional’.

E mandou um recado para os empresários: o governo não tem capacidade para subvencionar todo o risco de aportes em software e serviços. Diz que é preciso uma cooperação maior entre o setor privado e o governo. “Não bastam desonerações, precisamos de uma agenda onde todas as partes se envolvam e se comprometam”. Assista a entrevista concedida pelo secretário-executivo do MCTI, Luis Antonio Elias, à CDTV, do Convergência Digital, durante o Rio Info 2012.

Fonte: Convergência Digital

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