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Software Brasil: BNDES prorroga Prosoft até março

O BNDES prorrogou, mais uma vez, a vigência de programas de financiamento, notadamente aquele voltado à indústria de software e serviços em TI, de longe a mais forte das quatro linhas de financiamentos com prazo estendido nesta semana – além do Prosoft, também há produtos para os setores plástico, saúde e cultura.

O Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação conta com R$ 5 bilhões para fomentar o setor – dos quais informou nesta quarta-feira, 9/1, ter R$ 3,6 bilhões em carteira, sendo R$ 3,1 bilhões aprovados e contratados, ao todo, cerca de 360 operações.

A principal versão utilizada do Prosoft é a de financiamento direto ou participação em empresas, que concentra quase R$ 3 bi. Em seguida, o apoio a softwares para exportação, em R$ 600 milhões, e o comercialização, para aqueles programas ao mercado interno, em cerca de R$ 100 milhões.

Os R$ 3,6 bilhões em carteira, no entanto, são basicamente os mesmos informados pelo BNDES em julho do ano passado, quando de nova prorrogação de prazo do Prosoft. Agora, linha vale até março de 2013.

Faz sentido com base nas críticas das empresas, de que a liberação de recursos pelo banco de fomento leva, em média, sete meses de negociações. Ainda assim, o Prosoft é, em volume financeiro, o principal instrumento de financiamento do setor de software no país. Essa é uma carteira que, no entanto, também favorece o setor de telecomunicações. Entre as atividades financiáveis está a oferta de outsourcing, entre as quais o BNDES considera serviços de call center.

Fonte: Convergência Digital

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