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Secretário do MCTI cobra reação da RIO+20

Às vésperas do maior encontro sobre o meio ambiente, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre, cobrou ações efetivas do governo brasileiro e de líderes mundiais durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a RIO+20. Durante a divulgação do relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Nobre afirmou que este é o momento de sair da inércia.

”Quando os fatos são embasados em ciência, no melhor da ciência, não adianta fazer de conta, no estilo ‘eu não acredito, não quero ouvir’. Se os fatos estão mostrando vários desequilíbrios importantes e poucos progressos, a ação tem que ser correspondente”, afirmou o secretário. O relatório do Pnuma aponta que, nos últimos 20 anos, houve aumento significativo do desmatamento das florestas e de emissões de gases, além da poluição do ar e da água.

Para ele, os dados gerados pelo programa “tem que ser a mola propulsora para ações” de enfrentamento. Nobre destacou que o Brasil está cumprindo as suas metas. “O país está na vanguarda mundial em vários pontos. É o único país em desenvolvimento que tem metas para a redução da emissão dos gases e que tem legitimidade para assumir posição de liderança na Rio+20”, destacou.

De acordo com o secretário, o conhecimento científico traduz com precisão o censo de urgência do cenário atual. Na sua apresentação, o secretário alertou que os países estão chegando ao limite do aceitável para ter o futuro que todos pensam. Ele defendeu, também, a implantação de uma política pública mundial para evitar o aquecimento global, uma vez que estudos comprovam que a Floresta Amazônica não resistiria a uma elevação de quatro graus na temperatura.

Fonte: Gestão C&T

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