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Profissão que não requer criatividade sofrerá mudanças dramáticas, diz pesquisador

Toda atividade que não envolve a resolução de problemas complexos e não depende de imaginação e criatividade será “dramaticamente” modificada, a ponto de os empregos desaparecerem. A previsão é do pesquisador Silvio Romero de Lemos Meira, referência no país em tecnologia e inovação.

Nesta entrevista à Folha, ele fala do futuro das profissões e dos avanços tecnológicos que estão transformando o universo do trabalho.

Folha – Quais profissões serão modificadas pela tecnologia?
Silvio Meira – Tudo que não envolver resolução de problemas complexos que precisem de imaginação, criatividade, do uso de matemática e de ciência, tudo que não precise de auto-interação humana e do entendimento de contexto será dramaticamente modificado por software e digitalização em geral, a ponto de os empregos desaparecerem.
Condução de veículos, por exemplo. Isso, que já foi altamente especializado, está sendo digitalizado numa velocidade grande. Provavelmente, em porcentagem global, virá a informatização da profissão de piloto de avião antes mesmo da do automóvel, porque é mais fácil.

E quais são as atividades mais ameaçadas de extinção?
As que podem ser informatizadas mais rapidamente. Boa parte do trabalho de advogados é pesquisar a jurisprudência e, a partir daí, preparar a síntese dos argumentos que serão usados para defender ou atacar. Já há softwares que fazem isso. É melhor do que pôr um time de advogados para fazer. Não é trabalho de alta complexidade cerebral, mas de busca, organização, correlacionamento. Não precisa ser ministro do STF para fazer.
Há profissões relevantes agora e que vão sumir. Se informatizarmos as ruas, não haverá placas, faróis. O carro não vai estacionar onde não pode, a rua o informará disso. O guarda de trânsito já era.
Imagine informatizar todo o dinheiro. Não há mais dinheiro físico circulando. Se é virtual, as transações ficam registradas. Minha contabilidade é sistêmica. Não tenho mais contador. Desaparece.

Hoje, qual área está mais avançada tecnologicamente?
A de software. As coisas que fazemos seriam inimagináveis há 15 anos. Por exemplo edição de DNA, faceta de engenharia de software aplicada a sistemas biológicos.
A área de inteligência artificial também. O software deve continuar definindo, no médio e no longo prazo, o que a humanidade faz de mais avançado. Se não tem software não faz sentido olhar como coisa avançada.

Que atividades serão imunes?
Segundo estudo da universidade de Oxford, a única profissão sem chance de ser informatizada nos próximos 25 anos é a de dentista. A resposta é sociotécnica: você teria coragem de abrir sua boca para um robô? Precisamos de um grau de confiança em quem vai fazer essa atividade.

Quais as profissões do futuro?
A profissão do futuro é escrever software. Veja a figura do professor criativo, que cria o material, o método. O que repete o material na sala de aula não está no futuro. O que cria, está. Simples assim.

A robotização vai gerar demissões. Há formas de evitar isso?
O que deve ser feito, não por governos, mas por cada um, é entender que a carreira é um longo processo de construção de conhecimento. Se você não estiver aprendendo como sua profissão vai mudar e ser substituída por novos exercícios, fatalmente vai bater no teto da carreira e não terá como ir para outro lugar.

Deve-se permitir em sala de aula o uso de dispositivos?
O problema nunca é a tecnologia, mas as práticas associadas a ela, que podem ou ser um vetor de destruição de tempo, de atenção, ou de engajamento e produtividade. Você está num sushibar e o sushiman faz sashimi na sua frente. Esse uso da faca é fantástico e belo. De repente ele pode surtar e degolar você, com a mesma faca. O problema não é a faca, mas o método, o processo, o fim.

Fonte: Folha de São Paulo

So when you’re backpacking you want to keep all your stuff dry. So when you’re sleeping at night, obviously there’s not enough room in the tent for you to put your backpack inside the tent, but you’re going to want it to stay dry. So what I do at night is I take my pack cover, which is basically this big piece of waterproof cloth with elastic around it, and I’m going to put it on my backpack. Some people even hike with their pack covers on their backpack during the day. I think it’s a good idea to keep it handy, but you don’t necessarily always need to have it on there. You want to Cheap Jordans Sale buckle your belt, because you don’t want it sitting on the ground. If it’s sitting on the ground it’s going to get really wet. So then you take your pack cover out, and you want to make sure that you get a pack cover that’s big enough, too. That’s really important, cause’ if it’s too small, everything in your in your backpack is going to get wet. So it needs to go around all the edges, and it needs to be able to like even come in a little bit, so that it’s protecting what’s in there. So, stow Cheap Jerseys all your stuff out of the way, and Knockoff Oakleys then you’re going to lean it up against a tree like that, so the http://www.ray-banbaratas.top rain that’s coming down is just going to hit the pack cover. And because you have it wrapped all the way around even the water that seeps around the edges is not going to get to your pack, and it’ll stay completely dry.FLATOW: But one of the points, a central point driven home, and that is sort of the conflict of the play, is: Do the players do the heroes know how much danger they are in, in playing that game? And are they aware that there is the risk? Are they told about it? Is it kept secret? And I see that you’re shaking your head, Annegret, at this idea, yeah.As the new president of the AFL Players’ Association, their interests are at the front of my mind.The harsh reality is that some of them will go for themselves, their families and, yes, for the money. Players have just as much of a right to secure their financial futures as anyone else in the community. Good news: If you’re not one of those 150 suckers Wholesale China Jerseys who get seizures from music, you may be one of the luckier ones who benefit from decreased seizure activity as a result of listening to music. This effect has even been observed in coma patients. Bet you feel better about being in a coma now.Kerry Bennett, spokeswoman for the Dyslexia Institute, says, ‘The longer the problem goes undetected the further they may fall behind not just with their peers, but also in their own potential. The earlier you do it, the more you will be able to help avoid other problems like lack of confidence.’

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