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Presidente da Anprotec destaca desafios para incubadoras de empresas e parques tecnológicos

A interiorização do ensino público está levando novas rotas de desenvolvimento para cidades que antes eram excluídas e, nesses locais, é necessário que se incentive não só a melhoria e a qualidade da educação, mas a chegada da força motivadora do empreendedorismo. A avaliação foi feita na terça (18), em Foz do Iguaçu (PR), pela presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Francilene Procópio, durante a abertura do Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas.

“O empreendedorismo inovador não é aquele que destaca uma ponta tecnológica, que tem uma fronteira global como mercado, mas também temos aqueles empreendedores que estão ali numa determinada região do país e que geram forte impacto social”, afirmou.

De acordo com ela, o país conta hoje com um conjunto seleto de empresas que estão contribuindo com o desenvolvimento de suas regiões. “É importante que nós saibamos identificar que algumas dessas empresas inovadoras vão revelar soluções tecnológicas para problemas locais e outras para o mercado global”, disse.

Ela lembrou que o país conta com um movimento de empreendedorismo inovador puxado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com o apoio do governo federal, e que está levando à formalização um conjunto imenso de empreendedores. “Temos que trabalhar de maneira articulada, com as vocações e as competências que temos, sem deixar de lado a solução de problemas”, analisou.

Nesse contexto, a presidente lembrou que cada região tem um conjunto de desafios que incluem as políticas públicas. “A sua sistematização, um processo de avaliação que seja mais efetivo, que compreenda as diferenças. Precisamos trabalhar com essa capacidade de enxergar as visões múltiplas e distintas”, destacou.

Fonte: Agência Gestão CT&I

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