Notícias

O Brasil não vai passar vergonha em tecnologia, diz presidente da IBM Brasil

Recém-empossado no cargo de presidente da IBM Brasil, Rodrigo Kede, deixou claro que o Brasil é, sim, a ‘bola da vez’ dos investimentos em função da Copa de 2014 e das Olimpíadas 2016. E, mesmo preocupado com questões de infraestrutura física, o executivo garante que a tecnologia não será um gargalo.

À frente da empresa, o desafio é mostrar que a IBM não é uma prestadora de serviço ‘para as grandes’. “Queremos as PMEs”, garantiu, durante entrevista coletiva concedida no IBM Forum 2012, que acontece na capital paulista. Ele disse que vai trabalhar para derrubar o mito que a IBM é ‘inacessível’ para as médias e pequenas.

“Somos uma empresa que está capacitada para atuar em todos os segmentos. Nos preparamos para isso nos últimos anos. As PMEs são ,sim, um grande desafio. Podemos ser conservadoras na gestão e o somos, mas aprendemos a ser flexíveis e isso vamos passar para elas (PMEs)”, afirmou Kede. Entre as áreas de atuação da IBM, o executivo elegeu três grandes prioridades: Business Analytics – com as empresas, efetivamente, tendo ganhos dos dados – computação na nuvem e planeta inteligente, com o uso adequado das soluções de TI.

Indagado sobre o papel da mobilidade nessa estratégia, Kede foi bastante conservador e não quis falar sobre os rumores de uma possível compra da RIM, dona do Blackberry, e que passa por uma crise. Para ele, as empresas ainda estão tentando entender como a mobilidade impacta os seus negócios. E dentro dessa linha, inclui, também, as redes sociais. “Na mobilidade, estamos muito no back off das empresas. Não estamos na linha de frente”, admitiu o novo presidente da IBM Brasil.

Otimista com o momento do Brasil – apesar da crise, ele acredita que o país está, sim, na lista de investimentos – Kede acredita que nos próximos 12 meses haverá um forte aporte de recursos em tecnologia, muito impulsionado pela necessidade de preparar diversos segmentos para a Copa de 2014 e para as Olimpíadas 2016. “Muito vai ser fazer, pode até ser que muita coisa não fique 100% executada, mas os projetos serão deflagrados e isso trará resultados mais à frente”, completou.

Fonte: Convergência Digital

Próximos Eventos