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Mercado de equipamentos de segurança de TI cresce 6% no 3º trimestre

O mercado mundial de equipamentos de segurança de tecnologia da informação (TI) encerrou o terceiro trimestre de 2012 com crescimento de 5,7%, comparado ao mesmo intervalo do ano anterior, informou a consultoria IDC. As vendas globais desses equipamentos totalizaram US$ 2,019 bilhões no período, ante US$ 1,910 bilhão um ano antes.

Em volume, as vendas aumentaram 1% no terceiro trimestre, para 499 mil unidades.

No período, a americana Cisco Systems manteve a liderança no setor, com 16,2% de participação de mercado. As vendas da companhia, no entanto, registraram queda de 1,5%, para US$ 326 milhões.

A israelense Check Point manteve a segunda posição no mercado, com 12,8% de participação e crescimento nas vendas também de 12,8%, para US$ 258 milhões.

As americanas Juniper e Fortinet ocuparam a terceira e quarta colocações, com 7,9% e 5,9% de participação de mercado, respectivamente. No período, a Fortinet apresentou o maior incremento de vendas no mercado, de 17,2%, totalizando US$ 120 milhões. A Juniper, por sua vez, registrou a maior queda, de 6,4%, para US$ 160 milhões.

A McAfee, pertencente à Intel, apresentou um incremento de 5,3% em vendas no trimestre, abaixo da média do mercado, e gerou receita de US$ 116 milhões no período. A companhia é a quinta maior do setor, com 5,7% de participação.

De acordo com o levantamento da IDC, a região Ásia/Pacífico (excluindo o Japão) liderou as compras de equipamentos de segurança no período, com um crescimento de 13,3%. As regiões da Europa Oriental e Central, Oriente Médio e África aumentaram a demanda em 7,9%, enquanto a Europa Ocidental apresentou um crescimento de 0,5%.

A consultoria apontou uma  desaceleração no mercado de equipamentos de segurança de TI por conta do cenário macroeconômico ainda instável. No segundo trimestre, as vendas globais havia aumentado 6,6% em receita e 5,8% em volume. Mas, apesar do cenário econômico instável, a expectativa de aumento das ameaças de segurança na TI continua impulsionando os gatos das empresas para proteção de dados.

Fonte: Valor Econômico

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