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Internet tem 5º trimestre consecutivo com crescimento nos domínios

A Internet fechou o primeiro trimestre deste ano com mais de 233 milhões de registros de nomes de domínios entre todos os Domínios de Primeiro Nível (TLDs), um aumento de 7,5 milhões, ou 3,3% sobre o período anterior. Os dados do Dossiê sobre a Indústria de Domínios na Internet, computados pela fornecedora de serviços de infraestrutura VeriSign, mostram elevação de 23 milhões de registros (11%) em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

Ainda segundo a pesquisa, os Domínios de Primeiro Nível (TLDs) .com e .net atingiram 116,7 milhões ativos, um aumento de 8,1% em comparação com o mesmo período de 2011 e 2,5% em relação ao último trimestre do ano passado. Foram 8,9 milhões  de novos registros de .com e .net durante os três primeiros meses do ano. A taxa de renovação de .com e .net foi de 73,9%, um aumento sobre os 73,5% registrados no quarto trimestre do ano passado.

Vale lembrar que a Verisign passou a computar os ccTLDs lançados pela a Icann, organização responsável pela distribuição dos endereços de internet. Isso possibilitou a países e territórios de línguas de origem não latina oferecer nomes de domínios com caracteres não latinos durante o primeiro trimestre deste ano. De acordo com a companhia, foram 808.967 nomes ccTLD adicionais que não existiam nos períodos anteriores.

A ordem dos principais TLDs em termos de tamanho de zona não mudou comparada ao quarto trimestre. Os maiores TLDs em termos de tamanho de base são, em ordem, .com, .de (Alemanha), .net, .uk (Reino Unido), .org, .info, .tk (Tokelau), .nl (Holanda), .ru (Federação Russa) e .eu (União Europeia). O Brasil, com a terminação .br, continua a ocupar a oitava posição.

O relatório ainda listou as principais questões de segurança para dar suporte à transição para IPv6. A conclusão é que com quase todos os endereços IPv4 da Autoridade para Atribuição de Números na Internet (IANA) já esgotados, somados ao início do esgotamento também dos grupos de endereços IPv4 pelos Operadores de Registro de Internet Regionais (RIRs), o IPv6 começa a ver surgir chances do impulso necessário para a sua ampla adoção.

O dossiê recomenda quatro passos para uma transição tranquila: começar com o monitoramento do tráfego IPv6, principalmente em caso de dispositivos e sistemas operacionais habilitados para IPv6 e configurações transicionais na rede, para depois desligar o “IPv6 everywhere” a fim de garantir que não haja caminhos desconhecidos na rede. As etapas devem ser seguidas pela condução de um piloto IPv6 em uma parte pequena da rede, usando potencialmente uma tecnologia transicional e, por fim, o desenvolvimento de plano para a transição em etapas da rede completa.

Fonte: TI Inside

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