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Governador do MS nomeia diretoria executiva da Fundect para mandato de 2011 a 2013

A nomeação da nova diretoria executiva da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia (Fundect) foi publicada no Diário Oficial de ontem (3). Para o cargo de diretor-presidente foi nomeado Marcelo Augusto Santos Turine, que assume o lugar de Fábio Edir dos Santos Costa. A nova diretora assume mandato de três anos, no período de 1° de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2013.

Diretoria científica e administrativa

Eduardo José de Arruda foi nomeado como diretor Científico da Fundação. Já Herbert Assunção de Freitas assume a função de diretor Administrativo da Fundect, no lugar de Conceição Maria Buainain. Os requisitos mínimos são de mestrado para o cargo de diretor administrativo e de doutorado para os cargos de diretor científico e diretor-presidente.

Lista tríplice

Os nomes dos candidatos aprovados compõem uma lista tríplice para cada um dos cargos de diretor, que foi encaminhada ao governador do Estado de Mato Grosso do Sul para escolha da nova Diretoria Executiva do órgão. Os nomes foram aprovados, ano passado, pelo Conselho Superior da Fundect. Para diretor presidente, Marcelo Augusto Santos Turine foi aprovado com 461 pontos. Como diretor Científico, Eduardo José de Arruda recebeu 333 pontos, e para diretor Administrativo, Herbert Assunção de Freitas foi aprovado com 250 pontos.

Atribuições
A Fundect é vinculada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac). Considerada um órgão estratégico de desenvolvimento e de implementação das políticas estaduais de C,T&I do Estado de Mato Grosso do Sul, a Fundação tem como principal finalidade o amparo ao ensino e incentivo à pesquisa científica e tecnológica relevantes para o desenvolvimento econômico, social e cultural do Estado.

Para cumprir com essa finalidade compete à Fundação, entre outras atribuições: custear, total ou parcialmente, projetos de pesquisas científicas e tecnológicas, individuais ou institucionais, oficiais ou particulares; custear, parcialmente, a instalação de novas unidades de pesquisa, oficiais ou particulares; fiscalizar a aplicação dos auxílios que fornecer, podendo suspendê-los nos casos de inobservância dos projetos aprovados; promover intercâmbio de pesquisadores nacionais e estrangeiros, através de concessão ou complementação de bolsas de estudos ou pesquisas, no País e no exterior; manter cadastro das unidades de pesquisa existentes no Estado, contendo, entre outros elementos, seu pessoal e suas instalações.