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Fazer dinheiro e inovar tiram o sono dos empresários brasileiros com Internet das Coisas

Dificuldade em visualizar a melhor forma de integrar os dispositivos inteligentes – e a própria Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) – aos seus processos e modelos de negócio. Esse tem sido um dos principais desafios enfrentados pelas organizações interessadas em investir no conceito de IoT no país, de acordo com pesquisa recente realizada pelo CPqD junto a profissionais de diferentes setores da economia.

O público alvo do levantamento foram os mais de 700 inscritos em dez webinars da série sobre Internet das Coisas, que vem sendo promovida pelo CPqD ao longo do último ano (desde março de 2015). Desse total, cem profissionais responderam às perguntas aplicadas na pesquisa, que revelou que 35% das empresas entrevistadas possuem alguma iniciativa em andamento relacionada a IoT, enquanto 42% planejam iniciar a implantação de iniciativas desse tipo em até um ano e 23% avaliam essa possibilidade a longo prazo.

Entre as dificuldades e desafios para o planejamento e implantação do conceito de IoT nas organizações, o público pesquisado destacou: definição do modelo de negócio (28%), problemas para obter recursos para inovação (19%), falta de padronização da tecnologia (17%), retorno do investimento incerto (14%), riscos associados à segurança e privacidade (14%) e alta complexidade do desenvolvimento e implantação (8%).

“A Internet das Coisas é, sem dúvida, um poderoso agente de mudança e de transformação digital”, afirma Maurício Casotti, da Gerência de Marketing de Produto do CPqD. “Contudo, o sucesso da implantação de iniciativas desse tipo nas organizações depende de alguns fatores fundamentais, como, por exemplo, o patrocínio do CEO, a liderança do CIO (ou CTO) e o envolvimento de todas as áreas da empresa na identificação das oportunidades e ameaças que a economia digital pode trazer”, acrescenta.

Fonte: Convergência Digital

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