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Experiência na universidade ajuda jovem a decidir melhor

Aos 22 anos e aluno do sétimo período de administração do Ibmec/MG, Gustavo Jardim tem seguido à risca as dicas que recebeu da área de gestão de carreiras da escola. “Tento participar de monitorias e estou sempre atento a estágios e programas de trainees”, afirma. Hoje, ele trabalha como estagiário no Instituto Áquila, especializado em soluções de gestão. A empresa busca anualmente graduandos em engenharias, administração, ciências contábeis, comércio exterior, economia e tecnologia da informação e paga um salário médio de cerca de R$ 4 mil. Recentemente, Jardim foi aprovado para estágio na Ceva Logistics e agora decide se fará os dois.

Seu colega de classe, Luciano Hanum Albuquerque optou por fazer programas de intercâmbio para estudar línguas e realizar algum curso que garanta certificação. Sua escolha foi trancar um semestre da escola para estudar na Irlanda e aperfeiçoar o inglês. Albuquerque foi diretor de projetos na Ibmex Consultoria Empresarial Jr., empresa júnior que proporciona experiência profissional aos alunos do Ibmec. Também aproveita a estadia no exterior para refletir e definir o que exatamente quer da carreira.

Aos 30 anos, Kairalah Saade é gestor na AGV Logística, onde comanda uma equipe com mais de 30 colaboradores. “Desde que entrei na empresa, coordenei projetos de redução de custos, implementação de novos processos e avaliação de investimentos”, conta. No início da vida profissional, Saade fez vários cursos que o ajudaram a definir competências, pontos fortes e fracos. Nesse período, trabalhou nas companhias Covabra, Howden South America e Atric.

Com a carreira mais estabelecida, optou pelo MBA de gestão estratégica de negócios na Universidade São Francisco (USF). “Aprendi que cada pessoa tem uma personalidade. Se o gestor entender isso, poderá prever a melhor função para um determinado colaborador, que vai trabalhar mais motivado e, consecutivamente, trazer melhores resultados”, afirma.

De acordo com especialistas, entre os cursos breves recomendados aos jovens profissionais alguns já ganham destaque nas grandes escolas de negócios do mundo. Tanto em matérias obrigatórias como optativas, questões como energia e risco climático vêm conquistando espaço.

Na escola de negócios Judge, da Universidade de Cambridge, por exemplo, existe uma grande concentração de disciplinas ligadas à energia e meio ambiente. Já em Tuck, do Dartmouth College, há uma disciplina optativa de administração e mudanças climáticas que abrange conteúdo relativo às implicações da legislação ligada à energia – como os impostos de emissão de gás carbônico e determinações referentes à energia renovável. Já o Massachusetts Institute of Technology (MIT) fundou a divisão de sistemas de engenharia para abordar problemas misturando conceitos de engenharia, gestão e ciências sociais.

Fonte: Valor Econômico

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