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Centro cria novas fontes de recursos para seus projetos

Até o fim deste ano, o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) deve abrir a todo o mercado as tecnologias que até então, em seus mais de 40 anos dedesenvolvimento, eram acessíveis apenas a seus associados, agora sócios. São cerca de 100 tecnologias industriais e outras 100 agrícolas.Neste momento, explica Luís Roberto Pogetti, presidente do conselho de administração do centro, estão sendo feitos estudos para identificar que tecnologias têm mais aceitação no mercado, em que formato elas serão comercializadas e qual os respectivos preços.

Essa será, observa Pogetti, uma importante fonte de recursos para o CTC que, até janeiro, era mantido com contribuições de associados – ao todo 154 unidades industriais – e recursos de projetos de fomento, tanto nacionais como externos, como o PNUD (Banco Mundial). As pesquisas também recebem recursosintelectuais, como já ocorre com as parcerias existentes com as multinacionais Bayer e Basf em desenvolvimento de cana transgênica.

A empresa, que tem como sócias as gigantes Cosan, com 19%, e a Copersucar, com 25%, tem ainda outras alternativas de capitalização, diz Pogetti. Entre elas, a entrada de um grande sócio. “Somos procurados por investidores financeiros e estratégicos, mas não avaliamos que agora seja o melhor momento para fazer esse tipo de negócio”, diz.

Apesar de ser a última das alternativas, afirma o executivo, a captação no mercado financeiro, por meio de Oferta Inicial de Ações (IPO), também não é descartada. “Vislumbramos isso num longuíssimo prazo”, esclarece.

Fonte: Valor Econômico

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