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Brasileiros contam como é trabalhar no Vale do Silício

Para quem tem como meta trabalhar no Vale do Silício (Califórnia) o diretor técnico para América Latina da FireEye: Cyber Security & Malware Protection, Luiz Eduardo dos Santos, que atuou no local por mais de dez anos, diz que é importante ter disposição para trabalhar bastante. “Os brasileiros são bons nisso, sabemos ser bem efetivos e o jogo de cintura ajuda em muitas coisas.”

Segundo ele, quanto mais preparado o profissional estiver, melhores serão as oportunidades, é claro que ter inglês fluente é imprescindível. “As empresas precisam de profissionais de todas as áreas, mas os mais procurados são os desenvolvedores e cientistas de dados.”

Santos conta que quando começou a trabalhar, aos 17 anos, desejava atuar em multinacional para um dia sair do Brasil. “Nunca imaginei que seria definitivo. Quando vim para os Estados Unidos, pensava que depois de dois ou três anos voltaria. Mas lá se vão 21 anos.”

O caminho para chegar ao Silicon Valley incluiu a necessidade de trancar matrícula na faculdade de ciência da computação. “Trabalhava em uma empresa que precisava de alguém que falasse português para atuar em sua sede, perto de Boston. Fui para lá, onde permaneci dois anos e meio, até conseguir transferência para o Vale do Silício, porque o inverno ali era muito rigoroso.”

Ele chegou ao Vale no começo do ano 2000. “Existiam startups de tudo o que se possa imaginar. Quando houve o estouro da bolha, muitas desapareceram da noite para o dia. Foi um choque em dois sentidos.

Primeiro, vi certa ostentação com carros bonitos passando por todos os lados e empresas instaladas em todas as partes. Em seguida, vivi o choque de ver tudo isso acabar. Também tive a chance de ver tudo sendo reconstruído de forma mais conservadora por parte dos investidores.”

Santos afirma que viver em um polo tão rico em inovação é uma experiência sensacional. “Em todos os lugares as pessoas conversam sobre tecnologia. Mas há pouco mais de quatro anos deixei a região do Vale. Fui transferido para Chicago e agora gerencio uma equipe técnica.”

O executivo está satisfeito por estar na terceira maior cidade dos Estados Unidos e por ela ter um custo de vida justo. “Na Califórnia, o custo de vida é proibitivo.” Apesar de casado, ele conta que ainda não tem filhos. “Estou com 43 anos e passei as duas últimas décadas investindo na carreira. Não é fácil em lugar nenhum e também não é o glamour que todos falam. Mas é uma experiência de vida que não troco por nada.”

Há 12 anos, quando o diretor de marketing da Zendesk para América Latina, Marcio Arnecke, chegou a São Francisco, sua intenção era apenas cursar mestrado em marketing na Golden Gate University. “Entretanto, em pouco tempo comecei a trabalhar com empresas de tecnologia, encontrei a minha casa e, desde então, vivo aqui.”

Ele conta que no Brasil, morou em Porto Alegre e São Paulo. “Também morei um ano em Toronto, no Canadá, sempre trabalhando na área de marketing, mas não em empresas de tecnologia.”

Segundo ele, o que diferencia o Vale de outras cidades nas quais já trabalhou é a diversidade. “Aqui há uma heterogeneidade enorme de pessoas, culturas e experiências, o que gera um ambiente criativo, inovador e focado em transformação.”

Arnecke afirma que a inovação está na atmosfera da cidade. “Costumo dizer que a respiramos. Somos expostos às novas tecnologias a todo instante. Há ainda oportunidade de criar um forte network, bem como enriquecer o currículo. Você começa a pensar global e não mais, localmente. O ponto negativo é que assim como ocorre nos grandes conglomerados, o mercado é bastante competitivo. E a distância da família também é outra dificuldade, o que é natural”, diz.

Para quem sonha construir carreira no Vale do Silício, o executivo diz que quem já possui carreira consolidada na área de tecnologia, conquistar vaga em uma empresa no Vale acontece de maneira mais natural. “Porém, se não tem muita experiência, recomendo a busca por estágios, contato com sua rede ou até entrar em companhias de tecnologia em outras regiões para alcançar o Silício futuramente”, sugere.

Conquistar bolsa de estudos para cursar marketing global na Flórida foi o ponto de partida para que o vice-presidente global de comunicação da FireEye, Vitor de Souza, de 34 anos, iniciasse a carreira internacional. “A bolsa apareceu por causa do esporte. Queria continuar jogando tênis e as oportunidades nas universidades dos Estados Unidos são maiores.”

No segundo ano da faculdade apareceram várias oportunidades de estágio. “Nesse momento percebi que havia oportunidade de conseguir trabalho e continuar morando no país.”

Durante o terceiro ano da faculdade, entrou no programa de estágio da Siemens. “Nessa época, já sabia que trabalhar em uma multinacional abriria a possibilidade de atuação no mundo todo. Quando terminei a faculdade, comecei a trabalhar na BitDefender, empresa romena que me contratou para abrir o mercado para eles nos Estados Unidos. Depois de dois anos, eles viram que no Vale do Silício havia maior oportunidade para expandir o negócio e me tornei diretor de comunicação mundial.”

Três anos depois, foi trabalhar em uma agência de consultoria de marketing e propaganda. “Atuei nesse mercado por quatro anos e foi nesse período que o networking realmente explodiu para mim e entendi que estava no Vale do Silício para ficar. Nessa época, trabalhei bastante com o CEO da FireEye porque a empresa estava se preparando para a abertura de capital na bolsa. Em determinado momento ele me convidou para atuar diretamente com eles. Voltei para o mundo corporativo e aqui estou. Agora sou casado e tenho duas filhas”, conta o executivo.

Segundo ele, as pessoas que trabalham no Vale não são avaliadas pela experiência e sim pelo desempenho. “Aqui tem gente de qualquer idade fazendo coisas. Vejo a diferença quando vou para mercados tradicionais como Brasil, Japão ou França.”

Professor dá dicas de como obter visto de trabalho

No Vale do Silício há grande demanda por mão de obra especializada.

“As vagas costumam ser para desenvolvedores de aplicativos, engenheiros de software com capacidade de liderar e muitas delas são para cientistas de dados”, diz o professor José Roberto Securato Jr., da Saint Paul Escola de Negócios.

Um dos desafios para quem deseja trabalhar no Vale é a necessidade de atender requisitos legais. “Obter visto de trabalho para os Estados Unidos não é fácil. O mais prático é cursar faculdade ou MBA nos EUA e aproveitar período para arrumar trabalho.”

Outra alternativa é conseguir transferência dentro da empresa na qual trabalha. “É o chamado visto patrocinado. O empregador banca a transferência e paga o visto.”

Securato afirma que a questão cultural é outro desafio. “A pessoa vai ter de se reinventar e se mesclar.”

Fonte: Estado de São Paulo

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