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Brasileiro tem medo de transgênico, diz pesquisa

Ao ouvir a palavra “transgênicos”, algumas pessoas sentem calafrios, e mesmo quem gosta de ciência e biotecnologia tem um pé atrás com os organismos geneticamente modificados.

O cenário foi mostrado por uma pesquisa do Ibope Conecta, que coletou pela internet as respostas de 2.011 pessoas, de todas as regiões do país, das classes A, B e C e que não trabalham com biotecnologia e áreas correlatas. A pesquisa foi encomendada pelo Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB).

A maioria (cerca de 80%) gosta de ciência e soube responder o que são transgênicos, mas 33% acham que consumi-los pode fazer mal. Isso apesar da pesquisa publicada em maio pela Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina dos EUA que concluiu, após analisar mais de mil estudos, que os organismos geneticamente modificados, existentes desde a década de 1970, não só não trazem riscos à saúde como, se usados corretamente, propiciam benefícios para agricultores e ambiente.

Os pesquisadores não encontraram qualquer evidência de que esses organismos tiveram impacto sobre as prevalências de câncer, obesidade, diabetes, autismo, doença celíaca ou alergias. Não é claro, no entanto, se a tecnologia realmente aumenta a produtividade da agricultura.

Para Adriana Brondani, diretora-executiva do CIB, “houve uma falha de comunicação do agronegócio, dos cientista e da sociedade”. “A propaganda contrária ganha aderência porque há um hiato de conhecimento da população, por causa da falta de informação”, diz.

A pesquisa mostra que as pessoas nem sabem quais são as plantas transgênicos cultivadas no país –soja, algodão e milho, principalmente. Só 11% acertaram a combinação. O motivo de tão poucas espécies é a rentabilidade de cada uma delas, explica a professora Maria Lúcia Vieira, professora titular da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP.

“É igual à indústria automobilística. Se não tiver lucro, não vende. Por isso há poucos e a área plantada é tão grande. Também há uma vantagem para o agricultor, que planta a semente da planta transgênica e depois passa o herbicida –o mato morre e a planta de lavoura, não”, diz.

RESISTÊNCIA

A inserção ou substituição de um gene em uma espécie pode fazer com que ela, por exemplo, seja mais resistente a intempéries, herbicidas ou pragas –ou fazer com que ela própria produza um larvicida, caso do milho Bt (abreviação do organismo doador Bacillus thuringiensis, que produz naturalmente uma proteína larvicida). Talvez a raiz do problema dessa relutância popular esteja na primeira variante transgênica de soja, hipotetiza Maria Lúcia.

“A Monsanto tinha tanto a semente quanto a molécula para a qual a planta era resistente [o agrotóxico glifosato]. Foi um erro vender as duas coisas. Não houve um trabalho de conscientização, de que a tecnologia dos transgênicos não tem necessariamente a ver com herbicidas.”

Segundo a professora, apesar de haver alarde, as pessoas não deveriam se preocupar por ingerir transgênicos. “Os produtos comercializados são absolutamente seguros.”

A principal destinação de milho, soja e algodão (além de tecido, no caso do último), é a alimentação de porcos, galinhas e gado bovino, explica. “O frango nosso de cada dia é alimentado com o milho transgênico. O susto também não faz sentido porque quem consome a maior parte dos transgênicos são os animais.”

DNA

Na pesquisa, muita gente reagiu mal ao ser informada que ingere DNA –73% se disseram preocupadas. Mesmo entre as que gostam de ciência, o número não foi muito mais baixo, 57%.

A molécula de DNA está presente em todo tipo de alimento que um dia foi vivo. Ao ser digerido, esse DNA é “reciclado” para formar o DNA de nossas próprias células. E o DNA transgênico é tão DNA quanto o “original”. O risco carregado pelos transgênicos não está no “excesso” de DNA (apenas mais um gene entre milhares), e sim no metabolismo da planta.

Em uma trama complexa de reações químicas, não dá para ter certeza que, ao mexer em uma reação química aqui, o resultado não será o acúmulo de um metabólito tóxico para humanos acolá.

Por isso, são necessários os testes em animais para aferir a eventual toxicidade desses alimentos. “Por ser muito dinheiro investido, dificilmente a indústria pede aprovação de um produto com falhas”, diz Maria Lúcia.
Um dos problemas, diz, é quando há um parente silvestre que pode ser ameaçado pela planta transgênica, caso em que a licença de comercialização pode ser negada.

Fonte: Folha de São Paulo

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