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Brasil cai 15 posições em ranking de proficiência em inglês

País assume 9ª pior colocação, como nação com ‘proficiência muito baixa’

O Brasil perdeu 15 posições no Índice de Proficiência em Inglês, ranking organizado pela Education First (EP), empresa fundada na Suécia e especializada em intercâmbio: com a queda, o país ficou no 46º lugar entre 54 nações. Em 2011, quando estava na 31ª posição, o país era qualificado pelo levantamento como nação com “baixa proficiência” no idioma estrangeiro: agora, está na categoria “proficiência muito baixa”. O Brasil aparece no ranking atrás de nações como China, Argélia, Síria, Vietnã e Irã.

Entre os 13 países latino-americanos avaliados, o Brasil só supera Guatemala, Colômbia e Panamá. O desempenho do subcontinente é, em geral, baixo. Isso seria consequência do predomínio, na maior parte dos países da região, da língua espanhola, que permite o comércio internacional e viagens.

A má qualidade do ensino público na região, contudo, aparece como principal fator para o mau desempenho. Ao contrário do verificado em outras regiões, não há diferença significativa no domínio da língua segundo a faixa etária. “Jovens egressos do ensino médio, estudantes universitários e profissionais, todos igualmente usam mal o inglês”, diz o estudo.

A Argentina, que perdeu quatro posições no ranking, aparecendo em 20º lugar, ainda é o país latino-americano mais bem colocado no ranking, além de ser o único classificado como nação com “proficiência moderada”. Taxas de alfabetização superiores à média da região (97% ante 89,9%) e dois anos a mais de escolaridade (15,1 ante 13,1) são apontados como responsáveis pelo desempenho argentino.

A Europa apresenta bons resultados no ranking. Os onze países com as melhores taxas de proficiência estão localizados no continente. Os cinco primeiros colocados são, respectivamente Suécia, Dinamarca, Holanda, Finlândia e Noruega.

Os dados para a organização do ranking 2012 foram coletados entre 2009 a 2011 por meio de testes realizados com 1,7 milhão de adultos. As informações do levantamento anterior, de 2011, são referentes ao período 2007-2009.

Fonte: Veja

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