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Autoridade francesa defende incentivos à inovação

Ao participar do 6º Congresso Latinoamericano de Clusters, na quarta-feira (18), em Ouro Preto (MG), a diretora de Inovação e Política de Cluster do Ministério da Economia, Finança e Indústria da França, Veronique Barry, defendeu a criação de incentivos para Arranjos Produtivos Locais (APL) focados em pesquisa e desenvolvimento e que estimulem a inovação, especialmente nas micro e pequenas empresas (MPE).

Veronique participou do painel sobre políticas públicas de apoio a APL e apresentou ações desenvolvidas na França nessa área. Conforme explicou, o governo francês realiza um modelo diferente de suporte aos clusters, focado em pesquisa e desenvolvimento. Além de empresas, esses arranjos devem, necessariamente, ser integrados por pelo menos um laboratório e uma instituição de ensino superior.

“O objetivo é criar sinergia para o surgimento de projetos inovadores em pesquisa e desenvolvimento”, contou Veronique Barry. Segundo ela, trata-se de uma política nacional da qual participam vários ministérios como os da Economia, Planejamento e Agricultura. O governo criou um recurso específico para apoio às empresas chamado “Fundo Único Interministerial e do Programa de Investimento do Futuro”. Dos 7,2 mil empreendimentos atendidos, 73% são de pequeno e médio porte

Colômbia

Existem três elementos que devem ser abordados no desenvolvimento de iniciativas voltadas para Arranjos Produtivos Locais: objetivos e monitoramento, processo e agenda de competitividade. Foi o que afirmou outro participante do painel, o vice-presidente do Conselho Privado de Competitividade da Colômbia, Marco Llinas Vargas, ao relatar a experiência no apoio aos APL naquele país. A Colômbia tem 32 planos regionais de competitividade para desenvolvimento de clusters. A meta da nação sul-americana é, por meio dessa política de desenvolvimento produtivo, chegar a 2032 como um dos três países mais competitivos da América Latina.
Fonte Sebrae Nacional

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