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Workshop debate fortalecimento da Pró-Centro-Oeste

As demandas e as expectativas dos presidentes das fundações de apoio à pesquisa (FAPs) a cerca da Rede Centro-Oeste de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação (Pró-Centro-Oeste) foram apresentadas na segunda (9), em workshop na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Promover a formação de recursos humanos, fortalecer a pós-graduação no Centro-Oeste e melhorar a infraestrutura de Ciência e Tecnologia na região são alguns dos anseios dos presidentes.

A Rede Pró-Centro Oeste tem como foco a formação de recursos humanos, a produção de conhecimentos científico, tecnológico e de inovação que contribuam para o desenvolvimento sustentável da Região Centro Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Participam da Rede 15 instituições de ensino superior, que pretende aumentar o número de pesquisas sobre os biomas do Cerrado e antanal.

No Mato Grosso, é necessário investir na melhoria da infraestrutura de C&T, de acordo com o presidente da fundação do estado (Fapemat), João Carlos Maia. “Precisamos promover a formação de recursos humanos, ampliar a pós-graduação e estimular a criação de habitat nas áreas de biodiversidade e biotecnologia”, enfatizou Maia.

Aumentar o número de cursos de doutorado é uma das expectativas do diretor da FAPs de Mato Grosso do Sul (Fundect), Fábio Edir Costa. Segundo ele, é preciso também garantir a aquisição de equipamentos para grupos de pesquisas sediados fora do estado.

Outra preocupação manifestada por Costa foi sobre o pagamento dos projetos que, em sua opinião, deveria ser individualizado. “Seria bom individualizar os pagamentos dos projetos a fim de viabilizar a prestação de contas e evitar a aquisição de equipamentos com recursos de duas fontes”, explicou.

Os representantes da Pró-Centro-Oeste se reuniram até a terça (10), na CNI. Participaram da abertura do workshop a diretora de Políticas e Programas Temáticos da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Maria Sueli Soares Felipe; o secretário executivo da Rede, Ruy Caldas, e a coordenadora geral de Gestão de Ecossistemas do MCT, Maria Luiza Braz Alves. Também compareceram os diretores da FAP/DF, Kazuyoshi Ofugi, e FAP de Goiás (Fapeg), Leonardo Guerra Guedes.

A Rede Pró Centro-Oeste tem 452 pesquisadores e 25 instituições públicas e privadas. Outro enfoque é o aumento da quantidade e qualidade das teses e dissertações acadêmicas sobre biotecnologia, geodiversidade e biodiversidade dos biomas.

Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia

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