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UFMT busca recursos para construção do prédio da reitoria e pró-reitorias

A reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder, entregou no último dia (14), no Ministério da Educação (MEC), o projeto do bloco administrativo da reitoria e das pró-reitorias a fim de viabilizar a liberação de recursos ainda em 2013. A construção do novo prédio, no campus de Cuiabá, vai permitir a desocupação do bloco do Casarão, que atualmente abriga as pró-reitorias, e ampliação da biblioteca central.
Desde a fundação da UFMT, em 1970, a reitoria e as pró-reitorias estiveram instaladas provisoriamente em vários locais. A construção de um prédio administrativo exclusivo vai liberar espaços cedidos por várias áreas, como é o caso, por exemplo, do prédio da biblioteca central que abriga a reitoria, e restabelecer definitivamente os projetos originais.
Idealizado pelo arquiteto e professor da UFMT, José Afonso Botura Portocarrero, e pelo ex-aluno do curso de arquitetura, Pedro de Abreu Lima Portocarrero, o projeto arquitetônico busca atentar para o caráter regional da UFMT, conhecida inicialmente como Universidade da Selva (Uniselva), e procura explicitar um desenho capaz de distingui-lo como referência entre as demais construções do campus.
O projeto atende as normas brasileiras (ABNT), como acessibilidade, por exemplo, e igualmente buscou, por meio da economia de energia, incorporar conceitos de eficiência energética, de conforto ambiental e sustentabilidade. Materiais e tecnologia disponíveis de última geração foram avaliados e serão aplicados na arquitetura e estrutura do prédio.
O novo bloco administrativo terá 6.345,17 m² de área total construída, será localizado junto a guarita 2 do campus e ocupará parcialmente o estacionamento e a área em frente ao Casarão.
De acordo com os arquitetos, “o projeto faz referência às construções dos povos que habitavam ancestralmente o vasto território mato-grossense. Sua estrutura alongada de cerca de 90 m de comprimento por 30 m de largura assemelha-se mais propriamente ao desenho das casas indígenas xinguanas, pelas proporções alongadas que as caracterizam”. A estrutura proposta é mista, constituída por arranques/pilares de concreto e vigas de aço, conformando pórticos de corte ogival, típico das construções indígenas.

Fonte: UFMT

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