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Giro nos Estados

UEG avança 40 posições em Ranking Universitário Nacional

A UEG foi a instituição de ensino superior do Estado que mais cresceu no Ranking Universitário Folha 2014 (RUF), divulgado esta semana. Saltou do 153º lugar, em 2013, e agora chega ao 113º, um avanço de 40 posições. As conquistas, num curto espaço de tempo, estão sendo creditadas aos investimentos realizados pelo Governo de Goiás, que implementou uma política de recuperação da qualidade do ensino, apoio à pesquisa e à extensão, recomposição do quadro de professores e capacitação profissional, informa o reitor Haroldo Reimer. “Além disso, a UEG conta com muitos bons profissionais que necessitam de boa condução para a conquista da excelência”, acrescenta.

Jurisdicionada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec), a Universidade Estadual de Goiás (UEG), dirigida pelo reitor Haroldo Reimer desde 2012, quando alcançou 91,49% dos votos em pleito direto, saiu de uma nota geral de 21,88, em 2013, para alcançar agora 39,75, um acréscimo na avaliação de 17,87. Em relação aos subindicadores, o maior trunfo foi no quesito ensino: a instituição saltou da posição 187 para 110, um avanço de 77 pontos.

Também no subindicador pesquisa, a UEG obteve resultado expressivo após um ano. Saltou da pontuação 147 para 123, um avanço de 24 posições. No item mercado, a instituição tinha nota 81 em 2013 e, agora, aparece com 71: subiu 10 posições. Quanto à internacionalização, pulou de 178 para 172, avanço de seis degraus.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Mauro Faiad, ressalta os investimentos no fomento ao ensino, pesquisa e extensão. Ele destaca os esforços realizados pelo reitor Haroldo Reimer, e por toda comunidade acadêmica, que conseguiram, após a crise enfrentada pela instituição no governo passado, impulsionar todas as atividades, e crescer.

CONCURSO

O Governo do Estado realizou concurso público para aumentar o quadro de profissionais da UEG. Em 2014, foram 250 vagas para docentes, sendo 150 para especialistas, 50 para mestres e outras 50 para doutores. A contratação está prevista para o mês de novembro e ainda existe um processo em andamento para a seleção interna de mais 120 docentes de dedicação exclusiva, passando, com isso, para mais de 50% dos docentes efetivos neste regime de trabalho.

O número de professores efetivos contratados nos últimos anos contribuiu para o avanço da qualidade de ensino, pesquisa e extensão. A qualificação dos docentes é um dos focos da gestão do reitor Haroldo Reimer. De 2012 até agora, houve um aumento de 9% no número de mestres, 57% de doutores, e 250% de pós-doutores. Isso se reflete diretamente na qualidade das atividades finalísticas da UEG.

A internacionalização de publicações de docentes da UEG é incentivada por meio da instituição do Programa Auxílio-Evento, que incentiva a presença em atividades acadêmicas no Brasil e exterior. Os alunos também recebem auxílio para participar no território nacional. O projeto, de acordo com Paula Chagas, assessora de projetos da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis, divulga a universidade goiana, suas conquistas em ensino, pesquisa e extensão em eventos científicos.

Outras melhorias são os investimentos em pós-graduação. Desde 2013, foram criados sete novos programas nível stricto sensu (mestrado) na instituição e 5 novos projetos foram enviados à Capes/MEC, incluindo um doutorado. A UEG avança também no número de pesquisadores com bolsa de produtividade. Na própria instituição foi criada a Bolsa de Incentivo ao Pesquisador, com base legal em lei já sancionada.

INCENTIVOS

 De grande importância são também as várias modalidades de bolsas instituídas pela própria UEG. A bolsa permanência, com 970 benefícios em 2014, visa dar condições para discentes de baixa renda a continuarem na universidade, um combate direto à evasão que aumenta a taxa de sucesso. Incluindo as externas, quase 15% dos 18 mil alunos da UEG têm algum tipo de incentivo, além do estudo gratuito na instituição.

Houve crescimento da produção científica da UEG, em um ano, incremento de 38% no número de artigos completos publicados em revistas científicas indexadas em bases de dados, bem como aumento de 77% no número de capítulos de livros publicados por docentes efetivos.

O avanço se verificou, em parte, pela contratação, desde 2012, de mais 159 docentes efetivos, sendo seis doutores, componentes da reserva técnica do concurso de 2010. Também melhoraram a infraestrutura e as condições de trabalho, que propiciaram meios de se obter uma maior dinamização na produtividade docente.

Outra conquista institucional que impacta diretamente no ranking é o volume de recursos obtidos em agências de fomento. A UEG tem mais acesso a investimentos, na medida em que seu pessoal docente se qualifica. A universidade incentiva professores à qualificação. Entre 2012 e 2013, o número de docentes efetivos com título de doutor cresceu 21%, de 215 para 260. Se forem considerados os doutores temporários, esse salto vai a 27%, de 237 para 301 docentes.

Paralelamente, a UEG trabalhou para ter mais professores que se dedicassem exclusivamente à pesquisa e ao ensino. Em 2013, houve o ingresso de mais 75 professores no regime de dedicação exclusiva. Com isso, a instituição passou a ter 1/3 dos docentes neste regime. “É importante salientar que tudo isso impacta na qualidade do ensino e na avaliação do mercado de trabalho que compõem outros dois indicadores avaliados”, diz o reitor Haroldo Reimer.

Fonte: SECTEC-GO

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