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Som do seringal marcou encerramento da SBPC Cultural no Acre

A banda busca resgatar o ritmo dos seringais, os instrumentos que eram tocados naquela época. Para Aelxandre Anselmo, pesquisador e músico da banda, este é um dos traços primordiais do trabalho realizado por eles: “A gente tenta não só resgatar os ritmos, mas também os instrumentos, o modo de tocar. Este instrumento que eu toco, por exemplo, chama-se harmônica. Parece uma sanfona, mas não é. É bem diferente na verdade. Este instrumento era muito usado nas festas dos seringais e também conhecido por alguns índios”, explicou o pesquisador.

Seu Antônio Pedro e D. Carmem (sua esposa) nasceram em uma colocação e trabalharam no corte da seringa. Antônio Pedro, desde muito jovem, animava os bailes do seringal com sua música: “Eu sempre gostei de festa, de tocar. A gente tocava esses instrumentos antigos, que hoje as pessoas nem usam mais. Depois que eu convenci a Carmem a cantar comigo, e aí ficou melhor ainda”, contou.

Fonte: UFAC

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