Giro nos Estados

Sectti atua na qualificação profissional de detentos no ES

O Governo do Espírito Santo, por meio do Programa Estado Presente em Defesa da Vida desenvolve ações direcionadas para a prevenção da criminalidade e redução das desigualdades sociais em diversas comunidades, mas também atua no processo de ressocialização dos detentos das unidades prisionais do ES. Por meio do Profic ParaTransformar, a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (Sectti) oferta cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) oferecendo ao detento a oportunidade de aprender uma profissão e se qualificar para o mercado de trabalho.

Essas ações visam a contribuir para a diminuição da reincidência criminal e no aumento do percentual de ressocializados, que voltam para a vida social com a percepção de que é possível ter um trabalho digno e honesto, que irá gerar renda para o ele e sua família.

O programa é desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e possui atualmente 22 turmas em andamento, somando 495 alunos. A previsão é que até o final do ano seja alcançada um total de 850 vagas ofertadas em todo sistema prisional.

Nos municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, São Mateus e Barra de São Francisco, por exemplo, as ofertas dos cursos são nos eixos tecnológicos: Gestão, com os cursos de Almoxarife, Auxiliar Administrativo e Logístico e Processos Industriais com os cursos de Solda e Elétrica.

Em Vila Velha, no Xuri, serão abertas vagas no regime fechado para o curso de Corte e Costura. A oferta conta inclusive com um projeto da Sejus. Previsto para o segundo semestre, uma fábrica será aberta complementando o conteúdo prático do curso e dando a oportunidade, mesmo internamente, de um ofício ser exercido pelos detentos.

Todos os cursos além dos conteúdos específicos da formação profissional a matriz curricular contempla conteúdos de cidadania, empreendedorismo, respeito mútuo, trabalho em equipe e segurança no trabalho.

Para o secretário Jadir Péla o objetivo é dar uma nova perspectiva para o detento durante o período de reclusão. “A formação profissional é uma ferramenta de ressocialização. O detento adquire a possibilidade de inserção no mercado de trabalho por meio do conhecimento teórico e prático estudado no curso, conquistando novas oportunidades para uma mudança positiva em sua vida”.

Fonte: SECTTI-ES

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