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Giro nos Estados

Secti leva empresários pernambucanos para trocar experiência na França e em Portugal

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) embarcou esta semana duas missões empresárias para França e Portugal. Os profissionais pernambucanos das áreas de laticínio e confecção viajaram com o intuito de trocar experiência e até viabilizar novas oportunidades de negócios.

Na França, o grupo esteve na Maison du Lait, local que reúne todas as instituições/entidades relacionadas aos diferentes elos da cadeia produtiva do leite de vaca e cabra, no País, incluindo associações, federações, cooperativas e produtores. No local, encontra-se a organização que cuida da Apelação de Origem Protegida – selo de proteção da origem de alguns produtos.

Além de passarem pela Maison du Lait, o grupo visitou uma produção de queijo Roquefort – marca Pappilon – e a confederação dos produtores de leite de ovelha e produtores de Roquefort. Lá, tiveram a oportunidade de conhecer o processo produtivo (rigorosos padrões e critérios de qualidade) e a evolução do queijo ao longo dos séculos.

Depois, foram para a Confédération Générale de Roquefort – Confederação dos Produtores de Leite de Ovelha e Produtores de Roquefort) que reúne produtores, associações, cooperativas, industriais e artesanais de leite de cabra e queijo. A instituição tem como missão defender os interesses comuns de todos os envolvidos na produção do queijo (governança da marca Roquefort), desde o preço do leite, a assistência técnica, combate a fraudes, divulgação e marketing.

O objetivo das visitas foi conhecer modelos de associativismo, governança e gestão do Roquefort. Atualmente, o queijo só pode ser produzido por 7 unidades, sendo 5 industriais e 2 artesanais, numa área de 2km de extensão, por 500 m de largura. O primeiro registro de defesa do queijo data do século XV.

Da Confédération Générale de Roquefort, o grupo que está na França seguiu para uma vista à Cooperativa Jeune Montagne, responsável pela produção de queijo Laguiole, na zona rural da cidade.

“Acredito que a oportunidade trará um crescimento gigantesco no que se refere a área de governança. Estamos vivenciando e conhecendo novas formas de embalagens, comercialização e integração”, avaliou Roberto Freitas, produtor de queijo, do município de Brejão, no Agreste pernambucano.

Já o grupo de empresários da confecção que, esta semana, está em Portugal, sendo acompanhado pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lúcia Melo, visitou a Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção de Portugal (ANIVEC) e, também, conheceu a empresa PoloPiquet que possui uma produção verticalizada – quando o empreendimento produz desde o fio até suas peças de confecção.

A visita teve como objetivo oportunizar aos empresários a chance de eles observarem o processo automatizado na confecção utilizando, assim, a robótica na produção do vestuário. É importante destacar que, a PoloPiquet tem como principal cliente a Zara – loja de departamento bem conhecida no Brasil e no mundo.

Fonte: SECTI-PE

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