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Giro nos Estados

Sectec-GO e UFG detalham funcionamento da MetroGyn

A Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec) reuniu nesta terça-feira os gestores e técnicos de tecnologia da informação e de telecomunicações do Governo do Estado para detalhar a rotina de funcionamento e gestão das Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep). O encontro foi realizado por ocasião da integração do Estado à Rede Metropolitana de Goiânia (MetroGyn), que integra a Redecomep e tem em Goiás a Universidade Federal de Goiás (UFG) como gestora do sistema.

 

Foto: Michel Capel

Os professores da UFG Benedito Fonseca Maia e Daniel Chaffe Stone proferiram as palestras sobre a gestão da MetroGyn e a sua interface com a Redecomep. O encontro foi mediado pela representante do Estado no Comitê Técnico da MetroGyn, Náiade Rocha. Ao final da reunião, eles responderam a perguntas dos gestores e técnicos de TI e telecomunicações do Governo Estado presentes. A reunião foi realizada no auditório da Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás (Acieg), em Goiânia.

Foto: Michel Capel

Além de explicar como funciona o modelo de gestão da MetroGyn em Goiás, os palestrantes falaram sobre as experiências de outros Estados com a Redecomep. Citaram como modelo a MetroBel, Rede Metropolitana de Belém (PA), que integra o programa Navega Pará. Segundo os professores da UFG, o sucesso do modelo paraense resultou, principalmente, do amplo apoio do Governo do Estado do Pará, que, segundo afirmaram, permitiu que o sistema fosse ampliado para um grande número de prefeituras.

Para Marcus Paulo Magalhães Barbosa, que é gestor de Tecnologia da informação e gerente de Infraestrutura Técnica da Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento, o encontro realizado pela Sectec foi fundamental para que os técnicos e gestores da área conheçam o funcionamento do Comitê da MetroGyn e para que se estabeleça a rotina de reuniões do nove integrantes da rede – além do Estado e da própria UFG, a Prefeitura de Goiânia, a Universidade Estadual de Goiás (UEG), a Embrapa, entre outros. Segundo ele, a MetroGyn, já em funcionamento no Estado, “era aguardada com grande expectativa”, tanto pela economia de recursos com o tráfego de dados entre os órgãos do Governo e os integrantes da Rede quanto pela agilidade que a integração está conferindo a esses procedimentos.

Integração
Nesta primeira etapa, 14 sites do Estado serão conectados à MetroGyn, abrangendo 31 órgãos: Sectec, Sefaz, Segplan, Crer, Ipasgo, Goiasprev, Hugo, Semarh, Emater, Seagro, Oscar Niemeyer, Seduc, Assembléia Legislativa, Detran, Fapeg, e ainda todos os 17 órgãos presentes no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, além do Palácio das Esmeraldas. A Rede Metropolitana de Goiânia (MetroGyn) é coordenada pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e consolida-se em uma rede de fibra óptica própria, de 69 Km de extensão, interligando várias instituições de ensino, pesquisa e governos (Governo do Estado e Prefeitura de Goiânia).

Autorizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT), a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Goiás (Sectec) é a representante oficial do Estado de Goiás perante o Comitê Técnico e Gestor da Rede. A Sectec tem a missão de inserir o Estado de Goiás na Rede MetroGyn. Em função disso, a Sectec celebrou convênio com a Universidade Federal de Goiás (UFG), que coordena a rede em âmbito metropolitano, visando a integração efetiva do Estado de Goiás à Rede.

A MetroGyn integra o projeto Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep), como iniciativa do MCT, com a coordenação nacional da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). O objetivo da Redecomep é promover a implantação de redes metropolitanas comunitárias em 27 cidades ao longo do território nacional.

Fonte: SECTEC-GO

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