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Secretária de Estado de Ciência e Tecnologia – MT empossa novos conselheiros do CECT e os apresenta Código Nacional de Ciência e Tecnologia

A primeira reunião da gestora da Secitec com os integrantes do Conselho foi marcada com a presença do assessor jurídico da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Amazonas (SECT-AM), Breno Rosa.

A secretária de Estado de Ciência e Tecnologia, Áurea Regina Ignácio, empossou nesta tarde de quinta-feira (12) os novos integrantes do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (CECT), formado por 25 entidades das áreas educacional, empresarial e governamental.  

Na solenidade de posse dos novos conselheiros, realizada na sala de reuniões da Secretaria Geral de Controle Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), a titular da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec) e também presidente do CECT tratou de reforçar a ação de que irá atuar para estreitar a relação universidade-empresa na geração de inovação e tecnologia em Mato Grosso. 

A primeira reunião da gestora da Secitec com os integrantes do Conselho foi marcada com a presença do assessor jurídico da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Amazonas (SECT-AM) e coordenador do Grupo de Trabalho do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), Breno Rosa. O advogado tratou de apresentar aos novos conselheiros a proposta de criação do Código de Ciência, Tecnologia e Inovação. 

De autoria do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), o projeto de lei em discussão no Congresso Nacional visa atualizar o marco regulatório de Ciência e Tecnologia para o País. E por ser um assunto em pleno debate no País todo, Áurea Ignácio tratou de expor aos conselheiros os últimosdesdobramentos sobre o assunto. Breno Rosa comenta que o Código de Ciência, Tecnologia e Inovação altera diversas leis vigentes, entre elas a Lei 8666/1993, que trata a questão das compras e aquisições. “ A comunidade científica, o governo e a comunidade empresarial estão sendo consultadas para que o código estimule o dinamismo da ciência e tecnologia no País, que hoje encontra dificuldades para avançar”, comenta Breno Rosa.  

“O código deve trazer agilidade, flexibilidade e dinamismo às atividades de pesquisa e desenvolvimentotecnológico, para que os pesquisadores possam trabalhar com liberdade e possibilitando a colaboração entre entidades públicas e privadas”, acrescenta a secretária Áurea Regina. 

 Fonte: Assessoria de Imprensa da Secitec-MT 

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