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Giro nos Estados

RJ investe R$ 40 milhões em pesquisas científicas

O Governo do Estado vai investir cerca de R$ 40 milhões, nos próximos três anos, em pesquisas científicas e tecnológicas. Nesta quarta-feira (26/11), 435 pesquisadores foram contemplados com termos de outorga dos programas Cientista do Nosso Estado e Jovem Cientista do Nosso Estado, da Faperj (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia.

 – O trabalho da Fundação (no lugar de “secretaria”) tem resgatado a credibilidade da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio. São R$ 2,5 bilhões aplicados nestes últimos oito anos. Foram avanços significativos. Quero investir cada vez mais no setor. Educação, pesquisa, tecnologia e cultura é investimento, não é custeio – disse o governador Luiz Fernando Pezão, durante a cerimônia de entrega dos termos, no Palácio Guanabara.

Segundo o secretário de Ciência e Tecnologia, Tande Vieira, os dois programas de fomento são os editais de maior destaque da Faperj, sendo referência para outras fundações estaduais de amparo à pesquisa. Ambos financiam bolsas mensais, por até 36 meses, para o custeio de despesas de pesquisa em núcleos de pesquisa do estado.

– Estes selecionados são a nata dos cientistas fluminenses. Estamos avançando na qualidade de nossos pesquisadores. Acreditamos que com inovação poderemos desenvolver cada vez mais nosso estado – afirmou o secretário.

Entre os critérios de avaliação para a escolha dos pesquisadores contemplados estiveram o mérito científico, o potencial multiplicador do projeto, a participação de jovens pesquisadores na equipe do projeto, e a relevância deste para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico, ambiental e social do Estado do Rio.

– Estes são dois dos editais mais importantes da Faperj. Vale lembrar que esses programas (no lugar de “o Jovem Cientista”) apresentam uma peculiaridade. Em cada ano de bolsa, os contemplados têm que exercer alguma atividade científica e tecnológica com alunos de escolas públicas estaduais. Isso aproxima os estudantes dos melhores cientistas do estado. É uma maneira de fazer a difusão da Ciência e Tecnologia – explicou o presidente da Faperj, Ruy Garcia Marques.

Fonte: SECT-RJ

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