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Reitor da Universidade de Pelotas pede recursos para continuar pesquisa sobre avanço do coronavírus

O reitor da Universidade de Pelotas pede recursos para continuar pesquisa sobre avanço do coronavírus no país. A chamada pesquisa de inquérito sorológico liderada pela Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, em parceria com o Ministério da Saúde, precisa de mais dinheiro para continuar. O alerta foi feito pelo reitor da Universidade, Pedro Hallal.

O reitor da Universidade Federal de Pelotas considera que a pesquisa deve continuar enquanto a pandemia durar. Caso contrário, ela seria apenas a fotografia da situação em um determinado estágio da doença.

O secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, também presente à audiência pública que debateu o tema na Câmara dos Deputados, afirmou que vai estudar a possibilidade do Ministério da Saúde seguir financiando a pesquisa.

O inquérito que investiga a incidência da doença em todas as regiões brasileiras foi a primeiro deste tipo a nível nacional. Ele estuda a contaminação pelo novo coronavírus em 133 cidades do país e revela que a taxa de infecção é quase 6 vezes maior que os dados oficiais da doença, o que representa cerca de 4% de toda população brasileira, desconsiderando a margem de erro da pesquisa.

Essa porcentagem de infectados chega a 10% na região Norte, de 7% a 8% no Nordeste, 2% a 3% no Sudeste e menos de 1% nas regiões Sul e Centro-Oeste.

Das regiões brasileiras, a única que não apresentou crescimento no número de infectados na última fase da pesquisa foi o Norte o que, segundo o reitor da Universidade Federal de Pelotas, revela que a pandemia está decrescente no Norte do país.

Fonte: EBC

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