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Giro nos Estados

Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação coloca Alagoas com diferencial competitivo em relação ao Nordeste

Ao encerrar o último  workshop, dia 15 de maio, no Radisson Hotel, para a construção de agenda estratégica dentro do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, o Governo de Alagoas entra na reta final para a conclusão do livro que conterá a Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação.
O workshop fez parte do projeto que está sendo desenvolvido há cinco meses pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) de construção do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, numa parceria com o CGEE – Centro De Gestão e Estudos Estratégicos, entidade que define junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação as diretrizes desta área no País.

O Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação de Alagoas é uma construção participativa e está sendo desenvolvido através da realização de oficinas de discussão sobre o tema e mais de 40 entrevistas com setores da sociedade, como professores de universidades públicas e privadas, empresários de vários setores, ouvindo entidades representativas.

A partir da definição dos maiores gargalos que impedem o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado, bem como as oportunidades de crescimento da área, além de priorizar diretrizes que contribuam para alavancar setores prioritários, como saúde, educação, o Plano vai ser concluído até junho com a publicação de um livro impresso e versão digital e online.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Alagoas, Eduardo Setton, o Plano é um marco para o Estado, pois dará as diretrizes de desenvolvimento de ações estratégicas que realmente representam os anseios da sociedade, pois todas as áreas representativas foram ouvidas e puderam opinar e contribuir com esse documento. ” Poucos estados no Brasil têm sua política de ciência, tecnologia e inovação definida de forma participativa. Além disso, a área, por ser transversal, poderá contribuir efetivamente com o desenvolvimento do Estado, pois saberá como e onde atuar”.

De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Educação, José Fernandes de Lima, o qual veio a Maceió para participar do workshop, o maior diferencial da construção desse plano foi o cuidado em ouvir a sociedade para descobrir o que pensa e o que quer a respeito do tema. “Esse trabalho colocará Alagoas em outro patamar, com a possibilidade de desenvolver várias áreas a partir de diretrizes em ciência, tecnologia e inovação inclusive com a integração de diversos setores, como as instituições de ensino, com o empresarial e o Governo”.

Já o diretor do CGEE, Galvão, Alagoas ter seu plano de ciência, tecnologia e inovação, coloca o Estado alinhado às estratégias do Governo Federal, o que abre novas possibilidades inclusive de acesso a projetos e recursos federais.

Fonte: SECT-AL

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