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Novo edital do Startup Rio é publicado: R$ 5 milhões para boas ideias

Os interessados a participar da segunda edição do programa Startup Rio, que distribui até R$ 100 mil para transformar boas ideias em empresas, já podem consultar o edital de seleção. Com o nome “Apoio à Difusão de Ambiente de Inovação em Tecnologia Digital”, as regras já estão no site da Faperj (http://www.faperj.br/boletim_atlas.phtml). Podem participar projetos independentes, que, com o apoio de uma equipe, se constituirão em start-ups em três áreas: Serviços de Internet, Tecnologias Sustentáveis e Mídias Digitais. Cada equipe deverá designar um coordenador, a quem caberá a submissão do projeto. E cada um dos projetos poderá solicitar recursos de até R$ 60 mil, pois os outros R$ 40 mil deverão ser usados, necessariamente, em cursos de qualificação, consultorias e mentorias.

Com um total de recursos de R$ 5 milhões, o programa Start-Up Rio 2015 terá, diferentemente da 1ª edição, três fases. A primeira delas selecionará até 60 propostas, que, ao longo de três meses, participarão do Programa Avançado de Formação Empreendedora (Pafe). Nesse período, os escolhidos poderão ocupar o espaço de co-working, onde receberão treinamento, consultoria e participarão de atividades de técnicas de gestão, nivelamento, validação da ideia e construção de plano de negócios, além de contar com supervisão individual pela equipe gestora do programa.

“Fizemos modificações baseados na experiência que tivemos com a primeira turma, que nos fez uma série de sugestões. Desta vez, projetos poderão ser eliminados e serão realizadas duas avaliações ao fim das fases iniciais. Vamos levar em consideração a viabilidade da proposta, a dedicação dos empreendedores e a presença nas atividades propostas. Consideramos este primeiro ciclo um sucesso, mas temos consciência de que podemos melhorar. Tudo está sendo feito com o intuito de fazer o negócio dar certo. Encarar o mercado não é fácil. A cobrança tem que começar cedo, durante a formatação da startup”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gustavo Tutuca.

Uma vez finalizada a primeira fase, os contemplados passarão por uma avaliação para serem classificados à Fase 2, podendo ser eliminados. Igualmente com duração de três meses, esta fase também incluirá atividades de treinamento em desenvolvimento de produto, técnicas de vendas, construção de protótipo e gestão de empresas, sob a supervisão da equipe do programa. Ao final dessa fase, os projetos serão submetidos a uma nova avaliação, que lhes permitirá passar à Fase 3. Com seis meses de duração, a Fase 3 possibilitará aos aprovados o direito de continuar trabalhando de forma gratuita no espaço de co-working, de participar de eventos relacionados ao programa e receber consultoria especializada.

O programa financiará despesas de capital, como a aquisição de materiais permanentes e de equipamentos; e despesas de custeio, entre as quais se incluem serviços de terceiros (pessoas físicas ou jurídicas), de caráter eventual, para manutenção de equipamentos e de material permanente ou desenvolvimento e manutenção de software; diárias, no território nacional ou internacional, desde que essenciais à execução do projeto; passagens, no território nacional ou internacional, imprescindíveis à execução do projeto e aprovadas pela coordenação do edital; material de consumo, componentes ou peças de reposição de equipamentos; e despesas de importação (até o limite máximo de 20% do valor do bem importado).

O prazo para inscrição de projetos se estende até o dia 29 de outubro e a entrega da documentação exigida deverá ser feita até 10 de novembro. A divulgação dos projetos pré-selecionados deverá ser realizada a partir de 15 de dezembro, e a confirmação das inscrições ao programa serão feitas nos dias 13 e 14 de janeiro de 2016. O início de atividades para a turma de contemplados no edital será em 15 de fevereiro de 2016.

Fonte: SECT-RJ

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