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Manoel Mendonça discute Lei de Inovação da Bahia com pesquisadores da Uesc

Pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) visitaram o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Manoel Mendonça, nesta quarta-feira (11), para discutir dentre outros assuntos, a Lei 11.174 – Lei de Inovação da Bahia, que estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica para capacitação, competitividade e desenvolvimento econômico e social do Estado.

O superintendente de Inovação da Secti, Thomas Buck, que também participou da reunião, explicou os desdobramentos do encontro. “Essa reunião é o início de um trabalho. Estamos mapeando quais são os gargalos e dificuldades que o sistema baiano de inovação tem. Para conhecer estes atores, o secretário convidou a Uesc para apresentar ideias, propor um debate para que consigamos uma solução que atenda os desejos”.

Sobre a necessidade de haver celeridade para normatizar as diretrizes da Lei da Inovação da Bahia, o superintendente da Secti acredita que é preciso dar o primeiro passo para que desta forma a normatização avance naturalmente. “Falta um pouco de arcabouço jurídico, então a regulamentação é um passo importante, é uma das primeiras providências que devemos tomar”, disse Buck.

O professor adjunto da Universidade Estadual de Santa Cruz e Coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica da UESC, Gesil Amarante, falou em relação às estruturas de suporte à pesquisa e inovação no Estado. “Discutimos bastante sobre as dificuldades particulares do sul da Bahia. Falamos também de que forma a gente pode expandir as ações do Parque Tecnológico para o interior, para englobar as ações de pesquisa que já têm algum destaque na própria universidade, fortalecer aquelas que são estratégicas e as que têm um maior potencial de influenciar no desenvolvimento regional”.

No ano de 2014, a Lei de Inovação Tecnológica nº 10.973 completou 10 anos. Esta Lei apresenta no artigo 1º medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. Ela está regulamentada a partir de três vertentes: Constituição de ambiente propício às parcerias estratégicas entre as universidades, institutos tecnológicos e empresas; Estímulo à participação de instituições de ciência e tecnologia no processo de inovação e Incentivo à inovação na empresa.

Fonte: SECTI-BA

 

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