Giro nos Estados

Maior programa de cooperação científica do mundo é apresentado a pesquisadores capixabas

O evento foi promovido pela Delegação da União Europeia no Brasil e pelo Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectti) e da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), com apoio da Universidade Federal do Espírito Santo.

O Programa Horizonte 2020 foi desenvolvido para incentivar novos avanços e descobertas e a transferência de ideias inovadoras dos laboratórios para o mercado. “Este é um importante momento para firmarmos parcerias e discutirmos tecnicamente a aproximação da academia com o setor produtivo para o desenvolvimento de soluções inovadoras e o surgimento de novos negócios”, declarou o secretário da Ciência e Tecnologia, Guerino Balestrassi, durante a solenidade de abertura do seminário, quando também agradeceu a presença da delegação europeia no Estado.

“Estamos aqui para dar um importante passo na parceria estratégica da União Europeia com o Brasil. Defendemos uma maior participação brasileira no Horizonte 2020, que é o maior programa de pesquisa do mundo, com um orçamento total de 80 bilhões de euros e aberto à participação de parceiros. Nosso objetivo é ouvir as diferentes preocupações e áreas que interessam ao país e aos estados e articular parcerias de grande potencial para colaboração em benefício mútuo, principalmente nas áreas de biocombustíveis, ciência marinha, energia, agricultura, meio ambiente e tecnologias da informação”, explicou a embaixadora da União Europeia no Brasil, Ana Paula Zacarias.

Representantes da Áustria, República Tcheca, Bélgica e Noruega também apresentaram programas de pesquisa nacionais e as possibilidades de cooperação com instituições e pesquisadores do Espírito Santo.

Programa Horizonte 2020

O Programa Europeu de apoio à Pesquisa, Inovação e Cooperação Internacional – Horizonte 2020 é o maior programa de cooperação na pesquisa e inovação do mundo. O programa promove a transferência de tecnologia e inovação e sinergias entre academia e a indústria e está aberto aos pesquisadores brasileiros. Perto de 80 bilhões de euros de financiamento estão disponíveis ao longo de sete anos de atuação do programa (2014 a 2020), para além do investimento privado e público nacional, e co-financiamentos disponibilizados pela União Europeia.

“A Delegação da União Europeia já esteve em outros estados para criar essa aproximação e ampliar nossa parceria no nível dos pesquisadores junto com cientistas dos estados europeus”, afirmou o conselheiro científico Piero Venturi, que responde pela pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação da Delegação da União Europeia no Brasil. “Entre os benefícios da pesquisa internacional estão o acesso ao conhecimento, a abertura de mercados e o alcance de resultados conjuntamente”, concluiu.

Fonte: SECTTI-ES

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