Giro nos Estados

Iepa em parceria com diversas Instituições debatem sobre o cenário do cerrado amapaense

O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), através da equipe do Centro de Ordenamento Territorial – COT/ Zoneamento Ecológico Econômico do Amapá (ZEE) reuniu com outras Instituições envolvidas com as questões ambientais do Estado.

O Estado do Amapá é o Estado brasileiro com maior percentual de áreas protegidas (72%) e as áreas sob vegetação de cerrado, onde se concentram as maiores pressões de ocupação agrícola, equivalente um pouco menos 6% do seu território. Considerando isso, ainda que diante da atual conjuntura internacional e nacional, a área de cerrado amapaense poderá sofrer grandes alterações nos próximos anos. Para tanto, o Governador do Estado Camilo Capiberibe, solicitou que fosse instituído um Grupo de Trabalho (GT), que estará elaborando um plano de gestão para ações que envolvam o zoneamento licenciamento e política de conservação das áreas de cerrado do Estado do Amapá. Esta equipe está sendo coordenada pela Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia Setec.

E em decorrência, a pauta da reunião foi para dar continuidade às discussões relacionadas a atual situação das áreas de cerrado do Amapá. Presentes na reunião estiveram representantes do Iepa, Embrapa/AP, Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec), Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Amapá (Rurap), Cooperativa de Produtores, Cooperativa de Produção Agropecuária atuante em Cooperativas de Produtores (Coopac) e Banco da Amazônia.

O ZEE do cerrado do Amapá é uma das reinvidicações do setor produtivo para investir, por exemplo, na agricultura de escala comercial. Visto que, esse trabalho já está sendo executado.

E nesta sexta-feira, foi apresentado sobre o tema “Solos”, o qual foi proferido pelo técnico da Embrapa/AP, Moacir Valente.

Esta apresentação foi baseada a partir de um estudo realizado recentemente em um trabalho de campo, no período de julho e agosto deste ano, nos Municípios de Macapá, Itaubal, Tatarugalzinho, Pracuúba, Ferreira Gomes, Porto grande, Amapá e Calçoene. A equipe que realizou estes levantamentos, era composta por 2 (dois) técnicos do Iepa, 2 (dois) da Embrapa/AP, além da parceria de técnicos da Embrapa/PA. Essa equipe esteve realizando estes estudos, durante o período de 20 dias.

“Esse trabalho de campo que concluímos, é um tema que faz parte de uma metodologia que estamos estudando, o qual tem um resultado final o Zoneamento do cerrado. Essa parte de campo, será trabalhada em laboratório e o resultado desse trabalho, será apresentado em forma de mapas. Então, esperamos daqui mais ou menos um mês, já ter esta parte de espacialização do tipo de solo do cerrado na forma de mapas, além do que, esse tema: “Solos”, possivelmente será cruzado com outros temas no que irá resultar o que chamam de “Zoneamento do Cerrado”, explicou, Valdecir Marques Gibson, técnico Cot/Iepa

“Bem, é importante a gente logo mencionar que estamos com a coordenação geral do GT cerrado, que foi é uma orientação do Governador Camilo Capiberibe, e estamos sobre coordenação geral da Setec, e o Iepa tem participação na coordenação técnica. Estamos desenvolvendo este trabalho já há algum tempo, o primeiro resultado foi realizado a definição das unidades. Após isto, já estamos fazendo as amostragens por tema, o tema “Solos” que esteve presente aqui hoje, apresentado por Moacir e o Guilherme mas, também temos o Valdecir do Cot/Iepa, com o Roberto que saíram a campo e estão apresentado esses resultados preliminares, acredito que já está bem encaminhado e para semana vamos dar outros encaminhamentos para darmos prosseguimento a esse trabalho”, relatou, Aristóteles Viana Chefe do Cot/Iepa.

Fonte: IEPA

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