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Governador do Tocantins pede agilidade na expansão da Rede de fibra ótica

O governador Marcelo Miranda recebeu na tarde desta quarta-feira, 13, o presidente da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Nelson Simões, o coordenador a Rede Metropolitana de Ensino e Pesquisa de Palmas (Metrotins), Gentil Veloso, o presidente da Agência Tocantinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, (Agetec), George Brito, e o prefeito de Palmas, Carlos Amastha. A audiência foi para apresentar o projeto de expansão da Rede Metrotins, de forma que venha atender a todos os órgãos da administração Estadual e municipal. O projeto também prevê expansão do cabo ótico até o Parque Agrotecnológico de Palmas, onde é realizada a Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins).

Segundo o presidente da Agetec, George Brito, o governador se mostrou interessado no projeto e determinou que fosse agilizado o processo de adesão dos demais órgãos da administração. “O governador quer que nós tenhamos uma participação efetiva na Metrotins, e pediu agilidade na conclusão desse processo de expansão até a Agrotins. A ideia é que a partir do próximo ano todos os participantes, visitantes e os centros de pesquisa, que desenvolvem atividades permanentes na feira, tenham acesso à internet de alta qualidade”, destacou George Brito.

Metrotins

Com um cabo de fibra ótica de 43 km, a Rede interliga 10 instituições no Estado, dentre elas, a Universidade Federal do Tocantins (UFT), a Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), o Tribunal de Justiça do Tocantins, o Hospital Geral de Palmas (HGP), a Agetec, a Universidade Católica, entre outros. “Com essa expansão além de integrar as diversas instituições públicas, também poderá ser realizadas videoconferências e projetos de internet gratuita e de inclusão digital”, explica Gentil Veloso, coordenador da Metrotins.

No Brasil já existem 41 rede de Ensino e Pesquisa contemplando todos os estados. Para o presidente da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), Nelson Simões, “essa rede, que tem um custo bem menor do que uma rede comercial, precisa ser um bem público no sentindo de beneficiar a população melhorando os serviços prestados para a comunidade”, conclui.

Fonte: Agetec

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