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FGV-SP abre iniciação científica para alunos externos

A escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, abriu para alunos de outros cursos do gênero inscrições para seu programa de iniciação científica. Alunos de Direito de qualquer universidade tem até o dia 24 para enviar projetos para concorrer a uma das seis bolsas disponíveis.

É a primeira vez que a Direito FGV, uma das principais e mais concorridas escolas do País, abre a seleção para alunos de outras universidades. “É um jeito de aumentar a integração com a comunidade e possibilitar que um aluno de qualquer instituição tenha mais opção de desenvolvimento acadêmico”, explica o coordenador de Pesquisa e de Desenvolvimento Estratégico, Rafael Mafi Rabello Queiróz.

O candidato precisa continuar estudando durante o período da pesquisa, em qualquer série, e morar em São Paulo ou nas proximidades, para viabilizar os encontros com o orientador.

O aluno não pode trabalhar e receberá bolsa de um salário mínimo. As verbas são da FGV e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No último edital para iniciação, aberto apenas a alunos da FGV, doze estudantes concorreram. Dessa vez, a expectativa é que a procura aumente.

A principal exigência é que o material seja produzido de acordo com as linhas de pesquisas do corpo docente da faculdade. O projeto tem de se adequar ao trabalho de um dos professores – há áreas como regras do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), regulamentação de mercados de capitais, organizações da Justiça e Direito na época da Ditadura, por exemplo.

Instruções. A escola preparou um manual detalhado com o passo a passo das inscrições e do desenvolvimento do projeto. O material está disponível no site www.fgv.br/direitogv. Uma comissão formada por professores e convidados vai escolher os bolsistas. As seis vagas só serão preenchidas se os projetos apresentados tiverem a qualidade esperada pela escola.

Segundo o professor Queiróz, a iniciação científica é importante tanto para o aluno que está de olho na pós-graduação, quanto para quem mantém o foco no mercado de trabalho. “Os bons alunos de graduação têm perfil homogêneo e durante os cursos há poucas oportunidades de se diferenciar um dos outros. O histórico de quem fez iniciação é muito bem apreciado pelos seu potenciais empregadores”, diz o professor, ele mesmo ex-participante de iniciação científica.

Fonte: Estado de São Paulo

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