Giro nos Estados

Diálogo com o Ministério da Ciência fortalece projetos científicos e tecnológicos no Maranhão

Projetos de interesse estratégico do Maranhão como o Instituto Estadual de Ciência e Tecnologia (IECTs) de Biotecnologia, de Economia Criativa, o parque tecnológico e a infraestrutura de redes podem ganhar mais força após visita realizada semana passada pelo secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jhonatan Almada, ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O objetivo da visa foi estreitar as relações com o MCTIC.

Almada foi recebido pelos secretários Jailson Bitterncourt de Andrade, da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC; por Álvaro Toubes Prata, da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC; e pelo diretor-geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Nelson Simões. Jhonatan conversou, ainda, com Bruno Mendes, coordenador-geral do Departamento de Políticas e Programas Temáticos da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC.

Jailson Bitterncourt, que falou com Jhonatan Almada sobre o apoio do MCTIC aos projetos dos IECTs de biotecnologia e economia criativa, elogiou a visita do secretário e disse que ‘ocorre no Maranhão grande reorganização da atividade de pesquisa com a formação de projetos capitaneados pelo estado’. Ficaram acertadas reuniões bilaterais para discutir o financiamento e o aporte de recursos para projetos com foco no desenvolvimento de um programa multidisciplinar. “Os projetos do Maranhão aderem bastante aos projetos do MCTIC. Vejo de forma promissora essa interação dos programas entre o estado e o MCTIC”, afirmou Bitterncourt.

O parque tecnológico do Maranhão foi o assunto da conversa com Álvaro Toubes Prata, da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC. Ao relembrar acordo firmado entres as partes, Almada informou que o Estado do Maranhão já depositou sua contrapartida e que agora aguarda a contrapartida do MCTIC para que o Governo do Maranhão inicie o estudo de viabilidade de implantação dos primeiros laboratórios. “Nosso interesse é viabilizar o parque tecnológico, pois acreditamos nesse ambiente de inovação. Conversamos sobre várias possibilidades de apoiar e levar os nossos instrumentos, agências, programas… sejam da Finep ou do CNPQ, para beneficiar o desenvolvimento tecnológico e a inovação no Estado do Maranhão. Considero que a conversa foi muito promissora e que temos uma agenda rica de discussões”, disse Álvaro Prata.

Uma parceria entre a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa foi o assunto da conversa que Jhonatan Almada teve com Nelson Simões, diretor-geral da RNP. Após explanação de ambas as partes, foi acertado um trabalho para finalizar o convênio de cooperação técnica entre o Governo do Maranhão e a RNP. Também definiram envidar esforços no sentido de abrir uma unidade da escola de redes para formação de alto nível na área de tecnologia da informação no Maranhão.

O secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação do Maranhão considerou positivo o resultado dos contatos que manteve em Brasília e afirmou que acredita no fortalecimento dos projetos, ‘embora estejamos enfrentando tempos difíceis do ponto de vista financeiro orçamentário’. “Pretendemos iniciar os projetos com recursos próprios e, na medida do possível, buscar o apoio do ministério.”

Inclusão

Jhonatan Almada afirmou que Governo do Estado tem desenvolvido uma política de inclusão digital que passa por firmar parcerias público privado para desenvolver a estrutura de rede de internet, levando acessibilidade e inclusão digital para todo o estado.

O secretário explica que ‘temos um programa de reorganização de financiamento da pesquisa no Estado do Maranhão focando nas áreas de interesses estratégicos do Estado, a exemplo da biotecnologia e da economia criativa.

“Temos um conjunto de programas que contribuem para a democratização e acesso ao ensino superior, exemplo o Aulão do Enem; temos outro que contribui para a difusão e popularização da ciência, como o Luminar: caravana da ciência; há aquele que contribui para a democratização do acesso ao intercâmbio internacional, que é o programa Cidadão do Mundo; e, finalmente, aquele que contribui para a democratização do acesso à educação e formação profissionalizante, que é aquele que se dá das unidades do Iema.”

Fonte: SECTI-MA

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