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Cursos da Faetec formam novos empreendedores no RJ

As qualificações da Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica) estão ajudando os estudantes a ingressarem no mercado de trabalho e a abrirem seus próprios negócios. A fundação oferece cursos gratuitos em diversos níveis, entre eles, Técnico, Profissionalizante e Superior.

Um dos exemplos do desenvolvimento de empreendedores em potencial está na trajetória profissional da ex-aluna do curso de Gestão de Tecnologia da Informação em Ambientes Educacionais, da Faculdade da Faetec no Rio de Janeiro, Débora Ribeiro Miranda.

A formanda apostou na experiência do marido, que há 16 anos trabalha na área de Transportes, para abrir em Nova Iorque, nos Estados Unidos, uma empresa de turismo e transportes.

– O curso da Faetec me ajudou muito a desenvolver esse projeto, que hoje é uma realidade – explicou Débora.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gustavo Tutuca, destacou a importância da Rede Faetec estar consolidada em todo o estado para que mais pessoas tenham a oportunidade de abrir o próprio negócio.

– A Rede Faetec é de extrema importância para a evolução do nosso estado. Os cursos técnicos e profissionalizantes não só qualificam os trabalhadores na busca por emprego como podem transformá-lo em fonte de empregos – destacou o secretário.

Para o presidente da Faetec, Wagner Victer, a instituição tem um papel importante na preparação destes estudantes. Os alunos saem das escolas prontos para atuar em diversas áreas.

– Todas as pessoas que têm o desejo de empreender precisam de oportunidades e de atualização. Só o fato de elas se dedicarem aos estudos de uma qualificação já faz com que fiquem mais próximas de alcançarem o objetivo esperado e possam ser bem-sucedidas – afirmou o presidente.

Sonho realizado

Outra aluna que também apostou no aprendizado que recebeu na Faetec, por meio dos cursos de Corte e Costura, Moda Praia e Modelagem, foi Edna Goulart, de 57 anos, que criou a loja feminina Nega Atrevida, sucesso na comunidade da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, onde mora.

– Sou apaixonada pelo meu trabalho e gosto de participar de todas as etapas da confecção, desde a criação até o acabamento das peças. A Faetec me mostrou o caminho da profissionalização e fez com que me aperfeiçoasse nesse ofício, que é uma tradição de família. A minha mãe costurava. Fico feliz de hoje poder empregar colaboradores da comunidade e ver o quanto as pessoas se identificam com a marca – explicou a costureira.

Fonte: SECT-RJ

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