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Giro nos Estados

Curso de Geologia da UFRN completa 40 anos de atuação acadêmica, econômica e social

Quatro décadas se passaram desde que o curso de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi fundado. O dia 6 de agosto de 1975 marca o início de uma história rica em ensino, estudo, pesquisa, trabalho e formação pessoal. O primeiro semestre letivo de 1976 na UFRN é o ponto de partida. O curso, reconhecido em 1982, após a formação da primeira turma, tem muitas histórias para contar.

Chefe do Departamento de Geologia, o professor Láecio Cunha de Souza revela os pontos mais fortes do curso nesses 40 anos de história, com destaque para aquilo que mais o orgulha: a formação pessoal dos geólogos.

“O curso tem uma história longa. Temos contribuído nos três principais eixos que uma Universidade como a nossa se propõe: ensino, pesquisa e extensão. Somos fortes nessas áreas, principalmente na pesquisa. Temos um quadro de profissionais formados por cerca de 30 professores, todos doutores. A formação do nosso geólogo, tanto na parte pessoal quanto na profissional, é o que a gente tem de mais importante. Nos orgulhamos em dizer isso”, afirma o chefe do departamento Láecio Cunha.

Além de contribuir com a formação intelectual no estado, um dos campos de maior atuação do departamento é na produção do mapeamento geológico do Rio Grande do Norte. O trabalho é visto como importante academicamente, mas também social, já que disponibilizar essas informações para a sociedade é uma maneira de ajudar na produção de empregos, geração de renda e influenciar positivamente no sistema econômico regional como um todo.

“Damos nossa contribuição com o conhecimento da geologia do Estado de diversas formas. Como, por exemplo, na produção das folhas geológicas ou mapas geológicos, que são acompanhados de relatórios técnicos com escalas detalhadas sobre as nossas áreas e seus vários aspectos geológicos. Nos mapas, vai constar toda a base geológica da área, com todos os tipos de rocha das cidades, suas idades, possíveis recursos. A produção tem todo o conhecimento cientifico que se faz necessário”, comenta Laécio.

O próprio professor atuou diretamente na construção dos mapas de algumas regiões, como as folhas dos municípios de Jardim do Seridó, Apodi e Pau dos Ferros. Além dele, outros professores do departamento de Geologia da UFRN atuaram no mapeamento de áreas como Mossoró, Macau, Areia Branca e Assu, dentre outras. As ações geralmente acontecem como atendimento às demandas solicitadas pelo Serviço Geológico Brasileiro (CPRM).

“A CPRM utiliza as suas estruturas técnicas e profissionais, ou as universidades, para fazer a geologia do Brasil. Esses mapas são ponto de partida para indicar o que as regiões possuem, o que podem produzir, quais são os pontos que poderão ser usufruídos pela sociedade. Os projetos de folheamento são realizados por meio da Federação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec), mediante contratos de convênio com as Universidades. Esse contrato gera o financiamento necessário para produzir os mapas”, explica Laécio.

Sobre sua atuação direta na produção dos mapas, Láecio conta detalhes e particularidades de regiões com alta incidência de recursos minerais e outros elementos considerados importantes para os mais diversos setores da sociedade.

“Sempre destacamos um capítulo especial das folhas aos recursos minerais. Colocamos tudo sobre o que já está sendo explorado e sobre o que pode ser no futuro. Na folha Paus dos Ferros, por exemplo, que fica na tromba do elefante – referência ao formato físico do mapa do Rio Grande do Norte -, a cidade principal é a própria Paus dos Ferros, mas os mapeamentos englobam cidades como Doutor Severiano, Coronel João Pessoa, São Miguel, Paraná, Alexandria, Marcelino Vieira e, inclusive, abarca pedaços dos territórios do Estado do Ceará. Por lá, temos esmeralda e até mesmo incidências de ouro. Além das rochas ornamentais, que são utilizadas para produção de brita, paralelepípedos e outros produtos utilizados na construção civil”, diz Laécio.

Outra participante do departamento da UFRN que atuou diretamente na produção dos mapas geológicos do Rio Grande do Norte é a professora Helenice Vital. Com atuação na área da Geologia Marinha, Helenice foi responsável pelo mapeamento de regiões mais sedimentares do estado.

“A parte sedimentar é justamente aquela submersa, onde se tem grandes bacias e nelas ficam os grandes depósitos petrolíferos. Minha área de atuação, nesse caso específico, é ligada ao petróleo. Contudo, minha formação e atuação é mais ampla. Por ser geóloga marinha, observo as outras questões envolvidas, como a do meio ambiente. Sempre precisamos saber onde estão os recursos e o que vamos ter de destruir para retirar. Pensamos muito no que vamos fazer para afetar menos a natureza”, explica a professora da UFRN Helenice Vital.

Os mapas geológicos são utilizados como referência para atuação dos mais diversos órgãos e setores da sociedade, como os empreendimentos econômicos. Empresas petrolíferas e as do setor de construção civil são as mais beneficiadas com esse trabalho. Contudo, as preocupações não devem se resumir ao ganho financeiro. As leias e a natureza precisam de atenção.

“Hoje a legislação obriga que todo empreendimento realizado busque as informações do local antes. Quando se atua voltado para construção civil, por exemplo, o processo de instalação de uma mina é complexo. Isso tudo exige que se façam estudos sobre risco, sobre o que pode acontecer quando o bem for retirado. Vai ficar um buraco? Vai ficar abandonado, cheio de água, como acontecia antigamente quando atingiam os lençóis freáticos? O empreendedor ganha, ele tirou o recurso, mas e a comunidade em si? A área é de todo mundo. Então hoje, devido as mudanças nas leis e ao trabalho de acompanhamento, não acontece tanto quanto antes”, reflete Helenice.

Toda essa discussão sobre exploração de recursos de forma legal e sustentável levanta o debate sobre quais são as melhores formas de se obter dados, como os apontados nos estudos e elaboração dos mapas geológicos, pelo público. Inclusive, como explica a professora Helenice Vital, muitos pesquisadores têm batalhado para que os dados de estudo e pesquisa se tornem mais acessíveis.

“Além da CPRM, os estudos são financiados pelas próprias empresas interessadas na exploração da região e por outros órgãos públicos, como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que armazenam esses dados no banco próprio. A ideia é que esses dados, que são públicos, se tornem mais visíveis. Há muitos pesquisadores batalhando por isso”, revela a geóloga.

Fonte: UFRN

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