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Centro Renato Archer entra no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI-TEC) de Campinas a partir de agora faz parte do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec). O credenciamento provisório do CTI-TEC no SPTec foi assinado nesta segunda-feira, 22 de novembro, pelo secretário-adjunto de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, João Carlos Maranha, durante solenidade na sede da pasta, com as presenças do diretor do CTI-TEC, Jacobus Willibrordus Swart e do coordenador de Projetos Cooperativos, Carlos Passos.

O CTI-TEC é uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que atua há 28 anos nas áreas de pesquisa e desenvolvimento em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Com a entrada no SPTec, a iniciativa se habilita a receber recursos do governo do Estado para investimentos na infraestrutura do Parque Tecnológico e na realização de estudos.

Sobre o CTI-TEC
Fundado em 1982, o CTI-TEC está instalado em um terreno com mais de 379 mil m², sendo 14 mil m² de área construída, no km 143,6 da Rodovia D. Pedro I, em Campinas. A instituição interage com a academia e o setor produtivo, por meio de parcerias para elaboração de pesquisas e projetos de cooperação, que direcionam os trabalhos do Centro e estimulam o ciclo de P&D. A iniciativa é focada em oferecer soluções ao mercado nos campos de componentes eletrônicos, microeletrônica, sistemas, software e aplicações de TIC – como robótica, softwares de suporte à decisão e tecnologias 3D para indústria e medicina. Com cerca de 280 pesquisadores, o empreendimento dispõe de 10 laboratórios e infraestrutura especializada, voltada à geração de inovação em bens e serviços de TIC.

Novos projetos
A instituição pretende ampliar a estrutura do parque tecnológico, com a construção de cinco novos edifícios, que devem abrigar até 16 empresas e uma incubadora.

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) prevê R$ 15 milhões em investimentos para a construção das novas instalações que farão parte do CTI-TEC.

Nesta primeira fase, serão investidos R$ 3 milhões pelo governo federal. Os editais para que as empresas possam integrar o projeto estão sendo elaborados e serão publicados em 2011.

Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)
Criado pelo governo do Estado de São Paulo para dar apoio e suporte a iniciativas inovadoras, o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) tem como objetivo atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica. Segundo definição da International Association of Science Parks (Iasp), parques tecnológicos são empreendimentos criados e geridos com o objetivo permanente de promover pesquisa e inovação tecnológica, estimular a cooperação entre instituições de pesquisa, universidades e empresas, além de dar suporte ao desenvolvimento de atividades empresariais.

Esse tipo de empreendimento está em processo de consolidação por meio de estratégias de desenvolvimento de aptidões regionais, centradas na articulação entre instituições de ensino superior, poder público e organizações estatais e privadas, em áreas de potencial tecnológico. Nesse sentido, a expectativa é que as empresas se fortaleçam, potencializem as atividades e, com o auxílio da pesquisa institucional, alavanquem mercados globais e tecnologia de ponta.

No Estado de São Paulo, existem 30 iniciativas para implantação de parques tecnológicos. Com a entrada do CTI-TEC, chegam a 19 os projetos com credenciamento provisório no SPTec: Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos (duas iniciativas: ParqTec e EcoTecnológico), São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Incentivos estaduais
As empresas que se instalarem em parques tecnológicos do SPTec vão poder participar do programa estadual de incentivos fiscais, chamado “Pró-Parques”. Instituições de apoio e empresas de base tecnológica vão poder utilizar créditos acumulados de ICMS ou diferir o imposto para pagamento de bens e mercadorias a serem utilizados na realização de investimentos e no pagamento de ICMS relativo à importação de bens destinados ao ativo imobilizado.

Fonte: Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo

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