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Amapá define áreas prioritárias para programas de pós-graduação

Pesquisadores e gestores do setor científico do Amapá se reuniram esta semana para definir áreas prioritárias a serem submetidas no Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG), iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O objetivo do programa é promover a formação de recursos humanos, para desenvolver e fortalecer a pós-graduação e a pesquisa nos estados, por meio da interação entre o Governo, a universidade, a iniciativa privada, propiciando o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação.

No evento, denominado Oficina de Prioridades, quatro projetos de apoio foram definidos, abrangendo os programas de pós-graduação stricto sensu emergentes e consolidados no Amapá. Os grandes eixos temáticos para identificação das éreas prioritárias foram definidos como: meio ambiente, tecnologias e desenvolvimento regional, saúde e educação.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap), vinculada à Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec), é a instituição responsável pela elaboração do plano de desenvolvimento que será submetido à Capes, fundação ligada ao Ministério da Educação.

O Plano de Desenvolvimento, elaborado pela Fapeap, poderá ter o teto máximo de financiamento no valor total de R$ 6,2 milhões incluindo até 4 projetos no valor máximo de R$ 1,5 milhões cada um, para despesas com bolsas, conforme as modalidades (mestrado, doutorado e pós-doutorado) além de recursos de custeio, da contrapartida do Estado, para apoio aos programas de pós-graduação contemplados.

“A proposta que está sendo elaborada aqui no Amapá deverá apresentar os resultados a serem alcançados, assim como as estratégias e ações por meio dos projetos. Isso contribuirá muito para as pesquisas locais e o fortalecimento dos nossos programas no Estado”, enfatizou Mary Guedes, diretora-presidente da Fapeap.

Participaram do evento representantes da Fapeap, Setec, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Secretaria de Estado da Educação (Seed), Unifap, Instituto de Pesquisas do Amapá (Iepa), Secretaria de Vigilância Sanitária (Svs), Embrapa, Instituto Federal do Amapá (Ifap) e do Sebrae Amapá.

Parceria

O Governo do Amapá é parceiro da Capes desde 2015, quando assinaram convênio de R$ 7 milhões para o fortalecimento de programas e capacitação de recursos humanos nas instituições locais.

Desde então diversos editais foram lançados e alcançaram dezenas de pesquisadores e as instituições de ciência e tecnologia do Estado.

Pós-Graduação

O Amapá possui 18 programas de pós-graduação. Apenas programas stricto sensu (ou acadêmicos) podem participar do edital da Capes. Todos os participantes pertencem a Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Os programas são: Desenvolvimento Regional, Biodiversidade Tropical, Ciências da Saúde, Ciências Farmacêuticas, Estudos de Fronteira, Educação, Ciências Ambientais, História, Letras e Geografia.

Fonte: Governo do Amapá

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