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10 anos da Lei de Inovação: Parque Tecnológico da Bahia fomenta inovação e pesquisa científica

A Lei de Inovação Tecnológica nº 10.973 completa 10 anos no Brasil e foi instituída para fortalecer o vínculo entre universidades, instituições de pesquisa e empresas no incentivo à inovação, à pesquisa científica e tecnológica. Fruto desta proposta, o Parque Tecnológico da Bahia alavancou o campo da pesquisa, criando impacto positivo nos processos produtivos que refletem no desenvolvimento social do estado.

Para o coordenador do Tecnocentro, Leandro Barreto, a Lei contribuiu para o desenvolvimento tecnológico do país, incentivando especialmente, a cooperação entre as instituições científicas e tecnológicas e empresas. Além disso, o Parque Tecnológico, a partir da Lei, incentiva à pesquisa e, principalmente, nos desafios científicos para estimular a cooperação, fomentar a transferência tecnológica e formar uma geração de cientistas.

Na Bahia, a Lei foi instituída em dezembro de 2008, como instrumento de apoio à política de inovação e tecnologia regional. “Um dos nossos desafios nesta nova gestão será a regulamentação da Lei nº 11.174 para intensificar ainda mais a nossa linha de atuação”, reforça a secretária da Secti, Andrea Mendonça.

Investir em inovação torna-se fator essencial para a atual configuração tecnológica vivida pela população brasileira. Levando em consideração a importância do tema, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), através do Parque Tecnológico da Bahia, reúne o poder público, a academia e o empresariado, em prol do desenvolvimento de processos que tenham impactos regionais positivos e relevantes voltados principalmente à geração de ideias e soluções criativas.

Barreto, ainda explica que a Lei de Inovação especialmente, em projetos de Parques Tecnológicos do Brasil, foi um marco para a viabilização dentro dos conceitos internacionais. Com apenas um ano de funcionamento, o Tecnocentro emprega 450 profissionais nas 28 empresas e instituições, que atuam no desenvolvimento de projetos de pesquisa em áreas diversas como hardwares e softwares, aplicativos para mobile, de TIC e no segmento da indústria criativa. Além dos empregos de alto valor agregado e da criação de produtos e serviços inovadores, o Parque cria espaço para o fomento da pesquisa científica, utilização das novas tecnologias e a retenção dos talentos profissionais no estado.

A Incubadora de Empresas Áity, também instalada no Tecnocentro, promove a transformação de ideias inovadoras em negócios de sucesso. Empreendimentos de base tecnológica são apoiados através de um pacote de consultorias, tendo acesso a uma infraestrutura de ponta para desenvolver suas atividades. Atualmente, existem 15 empresas incubadas que usam as dependências do Parque Tecnológico para o desenvolvimento de produtos.

Fonte: Secti-BA

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