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	<title>CONSECTI</title>
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	<description>Conselho Nacional de Secretários Estaduais para assuntos de CT&#38;I</description>
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		<title>Brasil já é terceiro maior mercado de computadores no mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:44:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As vendas de computadores cresceram 12% no Brasil em 2011, atingindo 15,4 milhões de unidades. O número coloca o país na posição de terceiro maior mercado do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Os dados são do relatório trimestral da IDC sobre o mercado brasileiro, divulgado hoje. Os números também indicam que os brasileiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas de computadores cresceram 12% no Brasil em 2011, atingindo 15,4 milhões de unidades. O número coloca o país na posição de terceiro maior mercado do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Os dados são do relatório trimestral da IDC sobre o mercado brasileiro, divulgado hoje.</p>
<p>Os números também indicam que os brasileiros compraram um computador a cada 2 segundos em 2011. Luciano Crippa, gerente de pesquisa da IDC Brasil, diz que as vendas poderiam ter sido até maiores. O que atrapalhou foram as enchentes na Tailândia, que inundaram fábricas de componentes e dificultaram sua obtenção pelos fabricantes de PCs, especialmente os menores.</p>
<p>Por causa disso, o crescimento foi menor no último trimestre do ano, quando foram vendidos 4,2 milhões de computadores no país, 10% mais que no mesmo período de 2010. A proporção de notebooks no total de unidades continua crescendo. No quarto trimestre, os portáteis corresponderam a 59,2% das vendas.</p>
<p>Fonte Exame</p>
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		<title>Pesquisadores reclamam de corte na pasta de Ciência</title>
		<link>http://www.consecti.org.br/2012/02/17/pesquisadores-reclamam-de-corte-na-pasta-de-ciencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:42:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O corte de 22% no orçamento do Ministério da Ciêcia, Tecnologia e Inovação previsto para 2012, anunciado nesta quarta-feira pelo Ministério da Fazenda, repercutiu nos corredores acadêmicos. A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), principal representante dos cientistas do país, classificou como &#8220;absurda&#8221; a redução nos investimentos no setor. &#8220;Os reflexos na produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O corte de 22% no orçamento do Ministério da Ciêcia, Tecnologia e Inovação previsto para 2012, anunciado nesta quarta-feira pelo Ministério da Fazenda, repercutiu nos corredores acadêmicos.</p>
<p>A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), principal representante dos cientistas do país, classificou como &#8220;absurda&#8221; a redução nos investimentos no setor.</p>
<p>&#8220;Os reflexos na produção científica nacional serão sentidos&#8221;, disse à <strong>Folha</strong> a presidente da instituição, Helena Nader.</p>
<p>Ela contou que enviara uma carta à presidente Dilma Rousseff exatamente uma semana antes do anúncio dos cortes pedindo que ciência e educação fossem poupados. &#8220;Esses cortes são contra o discurso da presente, que tem um compromisso com o desenvolvimento social do país&#8221;, disse Nader.</p>
<p>O orçamento previsto para o MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) em 2012 é de R$ 5,2 bilhões. O valor é R$ 1,48 bilhão menor do que no ano passado, quando a fatia de ciência foi de R$ 6,7 bilhões.</p>
<p>Em 2011, a pasta de ciência já havia sofrido um corte de 23% dos recursos.</p>
<p><strong>MENOS INOVAÇÃO</strong></p>
<p>A Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadora) afirmou, em nota, que os cortes nos investimentos podem piorar os saldos negativos da balança comercial brasileira.</p>
<p>Isso porque a redução dos investimentos pode afetar a competitividade das empresas que fazem pesquisa e inovação.</p>
<p>Em 2011, o termo &#8220;inovação&#8221; foi incluído no nome do MCTI.</p>
<p>&#8220;Aumentamos a gama de atividades do ministério, incluindo a inovação, e diminuímos os recursos. Isso não faz o menor sentido&#8221;, diz Nader.</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo</p>
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		<title>Com internet e renda, cresce opção por viver sozinho</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:41:07 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Houve época em que a ideia de viver sozinho provocava ansiedade e visões de solidão. Hoje, porém, as pessoas mais privilegiadas do mundo usam seus recursos para comprar privacidade e espaço pessoal. Mais pessoas vivem sozinhas hoje que em qualquer outra época da história. Em Paris, a cidade dos amantes, mais de metade de todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve época em que a ideia de viver sozinho provocava ansiedade e visões de solidão. Hoje, porém, as pessoas mais privilegiadas do mundo usam seus recursos para comprar privacidade e espaço pessoal.</p>
<p>Mais pessoas vivem sozinhas hoje que em qualquer outra época da história. Em Paris, a cidade dos amantes, mais de metade de todos os lares é composta por pessoas solteiras; em Estocolmo esse índice passa dos 60%.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Rikka Sormunen</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/12046731.jpeg" alt="" border="0" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A decisão de viver sozinho é comum em muitas culturas, sempre que é economicamente viável. Embora os americanos se orgulhem de sua autonomia e sua cultura do individualismo, Alemanha, França e Reino Unido possuem uma parcela maior de lares compostos de uma pessoa só que os EUA; o mesmo se aplica ao Japão. Três dos países em que a proporção de pessoas que vivem sozinhas está crescendo mais rapidamente &#8211;China, Índia e Brasil&#8211; estão entre os países cujas economias estão fazendo o mesmo.</p>
<p>Viver sozinho promove a liberdade, o controle pessoal e a auto-realização, todos aspectos valorizados da vida contemporânea. E viver sozinho já deixou de sugerir uma vida isolada ou pouco social. Depois de entrevistar mais de 300 pessoas que vivem sozinhas, ao longo de quase uma década de pesquisas, concluí que viver sozinho parece incentivar mais interações sociais.</p>
<p>Paradoxalmente, nossa espécie, que por tanto tempo foi definida pelos grupos e pela família nuclear, vem podendo aumentar a proporção de pessoas que vivem sozinhas justamente porque as sociedades globais se tornaram tão interdependentes. Mercados dinâmicos, cidades florescentes e sistemas de comunicações abertas tornam a autonomia moderna mais atraente; eles nos proporcionam a possibilidade de viver sozinhos, mas interagir com outros quando e como quisermos.</p>
<p>Na realidade, viver sozinho pode facilitar o convívio social, porque, na ausência de obrigações familiares, as pessoas que vivem sozinhas muitas vezes dispõem de mais tempo para participar de atividades sociais.</p>
<p>As pessoas solteiras têm probabilidade maior que as casadas de passar tempo com amigos e vizinhos, frequentar restaurantes e assistir a palestras e aulas de arte. A socióloga Erin Cornwell, da Universidade Cornell, de Ithaca, Nova York, analisou resultados da Pesquisa Social Geral (baseada em uma amostra nacionalmente representativa da população dos EUA) de 2000 a 2008 e constatou que solteiros de 35 anos ou mais têm mais chances do que pessoas dessa faixa etária que vivem com marido, mulher ou parceiro romântico de passar uma noite de convívio social com vizinhos ou amigos. Em 2008, o marido dela, Benjamin Cornwell (também sociólogo da Universidade Cornell), foi o autor principal de um artigo publicado na &#8220;American Sociological Review&#8221;, mostrando que idosos solteiros têm o mesmo número de amigos e de discussões que seus pares casados e que têm mais probabilidade de socializar com outras pessoas.</p>
<p>As pesquisas também indicam que os pais casados têm mais chances de ficar em casa que as pessoas solteiras. Os moradores de grandes residências suburbanas muitas vezes se separam em quartos individuais para ficarem a sós. A imagem de uma família moderna reunida na sala, cada pessoa com seu smartphone, computador, videogame ou programa de TV próprio, já virou clichê.</p>
<p>Estar sozinho em casa não é sentido como viver numa cela solitária. A internet abre às pessoas um mundo de outras pessoas, informações e ideias e não parece distanciar as pessoas de conexões e amizades reais.</p>
<p>Hoje, nos Estados Unidos, cinco milhões de pessoas de 18 a 34 anos de idade vivem sozinhas, número dez vezes maior que em 1950. Porém, o maior contingente que vive sozinho é composto de pessoas na meia-idade: vivem sozinhas 15 milhões de pessoas que têm entre 35 e 64 anos. As que decidiram viver sozinhas disseram em entrevistas que optaram por isso porque concluíram que não há nada pior que viver com a pessoa errada.</p>
<p>Fonte: Jornal Folha de São Paulo</p>
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		<title>Icann admite erro de cálculo na demanda por novos domínios</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:36:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Icann, organização responsável pela distribuição dos endereços de internet, admitiu erro no cálculo da demanda por novos nomes de domínio na web, além do .com e .net. O plano, divulgado em junho do ano passado, previa uma grande corrida por novos endereços de sites por permitir às empresas adicionarem sua marca ao fim da URL. Atualmente, existem 22 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Icann, organização responsável pela distribuição dos endereços de internet, admitiu erro no cálculo da demanda por novos nomes de domínio na web, além do <em>.com</em> e <em>.net</em>. O plano, divulgado em junho do ano passado, previa uma grande corrida por novos endereços de sites por permitir às empresas adicionarem sua marca ao fim da URL. Atualmente, existem 22 terminações de domínios – chamadas genericamente de endereços de primeiro nível (gTLDs).</p>
<p>“Não é uma demanda enorme”, admitiu o vice-presidente sênior da Icann, Kurt Pritz, ao jornal britânico Financial Times. De acordo com o executivo, cerca de 60% das pessoas consultadas pela empresa sequer sabiam da existência do projeto. Outras diversas fontes afirmaram a necessidade de esperar por uma segunda oportunidade para poder avaliar a necessidade de novos domínios.</p>
<p>Pritz ressalta que o período para inscrição para novos gTLDs vai até dia 29 de março, o que pode culminar em diversos pedidos de última hora. Na semana passada, a Icann confirmou a abertura de uma segunda leva de solicitações. Os novos pedidos são voltados a organizações que ainda estudam a mudança do nome de endereço. Desta vez, porém, pode levar até um ano para que os pedidos sejam aceitos pelo órgão. &#8220;O tempo de inscrição pode ser até dez vezes maior que o atual&#8221;, pontuou Pritz.</p>
<p>A Associação Nacional de Anunciantes da Inglaterra, representante de grandes marcas como Coca-Cola e Forte, lidera um forte lobby para atrasar ou interromper a estratégia da Icann. De acordo com a Verisign, existem hojecerca de 220 milhões de URLs na internet.</p>
<p>Fonte: TI Inside</p>
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		<title>Governo vai bloquear R$ 345 milhões do orçamento do Minicom</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:32:51 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.consecti.org.br/?p=6901</guid>
		<description><![CDATA[O governo pretende bloquear R$ 345 milhões do orçamento do Ministério das Comunicações, incluindo Anatel e Telebras, neste ano. A medida faz parte do contingenciamento de R$ 55 bilhões no orçamento Federal, medida anunciada ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. A previsão inicial para 2012 era de que o Minicom tivesse R$ 816 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo pretende bloquear R$ 345 milhões do orçamento do Ministério das Comunicações, incluindo Anatel e Telebras, neste ano. A medida faz parte do contingenciamento de R$ 55 bilhões no orçamento Federal, medida anunciada ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.</p>
<p>A previsão inicial para 2012 era de que o Minicom tivesse R$ 816 milhões em caixa para bancar programas como a massificação da banda larga no País. No entanto, o limite mínimo para despezas no Minicom durante o ano, previsto pela Lei Orçamentária Anual (LOA) é de R$ 471 milhões, informou o Ministério do Planejamento. Assim, apenas esse limite mínimo está garantido ao Minicom. Em nota, o Ministério do Planejamento afirma que “O Orçamento 2012 não prevê cortes em investimentos do Governo. Sendo assim, nenhum investimento público na área será afetado”.</p>
<p>O valor congelado no orçamento do Minicom faz parte da redução R$ 35 bilhões em despesas descricionárias (que podem ou não acontecer durante o período de vigência do orçamento). O dinheiro bloqueado do orçamento da União geralmente é gasto para custeio e investimento em diversas áreas. Os outros R$ 20 bilhões, segundo o governo, devem sair da redução de estimativas de despesas obrigatórias. Destas, R$ 7,7 bilhões virão da Previdência e outros R$ 5,1 bilhões de subsídios.</p>
<p>A medida ajudará o governo a comprir as metas de superávit primário (economia para pagar o juro da dívida) de R$ 139,8 bilhões. Até o fechamento desta nota, o Ministério das Comunicações não havia se pronunciado.</p>
<p>Fonte Teletime</p>
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		<title>Política industrial brasileira para TICs não é exceção e será duradoura, diz Cezar Alvarez</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:31:03 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.consecti.org.br/?p=6898</guid>
		<description><![CDATA[No primeiro debate aberto sobre as regras de política industrial para o setor de TICs desde que a Anatel publicou o edital de licitação para a faixa de 4G com as obrigações de compra de equipamentos produzidos e desenvolvidos no Brasil, o recado do governo foi claro para a indústria. Nada disso pode ser considerado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro debate aberto sobre as regras de política industrial para o setor de TICs desde que a Anatel publicou o edital de licitação para a faixa de 4G com as obrigações de compra de equipamentos produzidos e desenvolvidos no Brasil, o recado do governo foi claro para a indústria. Nada disso pode ser considerado surpresa, e estas políticas vieram para ficar. A discussão se deu durante o seminário Políticas de (Tele)Comunicações + TICs, organizado pela Converge e pelo Centro de Estudos de Políticas de Comunicações da Universidade de Brasília nesta quarta, 15, em Brasília. O secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, começou a sua intervenção dizendo que &#8220;a jabuticaba brasileira encontra similares em muitos países do mundo&#8221;, em referência a legislações similares encontradas em mercados onde há grandes desenvolvedores de tecnologia. Para Alvarez, a base da política industrial brasileira já estava evidente em uma série de instrumentos legais e normativos existentes há alguns anos, e que agora começaram a ser colocados em prática. &#8220;Ninguém que tenha um mínimo de visão estratégica pode dizer que foi pego de surpresa&#8221;, disse o secretário do Minicom.</p>
<p>O secretário de inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Nelson Fujimoto, explicou que as medidas de política industrial que estão sendo colocadas são parte de uma política mais ampla que está sendo finalizada. &#8220;Até o final de março sai o diagnóstico do setor de TICs. Isso passa pelo conselho de competitividade, que define a agenda de curto, médio e longo prazo. Queremos mexer o mínimo no marco regulatório e priorizar a cooperação dos instrumentos já existentes&#8221;, disse o secretário do MDIC.</p>
<p>Em relação especificamente às políticas de compra de equipamentos de telecomunicações produzidos e desenvolvidos no Brasil, o painel mostrou uma diversidade de posições. Para a Trópico, por exemplo, os percentuais colocados pelo governo no edital são positivos, &#8220;mas agora é preciso olhar para onde os recursos de desenvolvimento estão sendo direcionados&#8221;, disse Jacques Benain, presidente da empresa fornecedora.</p>
<p>Na mesma linha, o professor titular da Universidade de Brasília e coordenador do Centro de Pesquisas Tecnológicas da UnB, Afonso Bermudez, lembrou que hoje as políticas de fomento à pesquisa estão muito descasadas de um planejamento estratégico de longo prazo. As empresas que querem se beneficiar dos mecanismos, por exemplo, chegam para um centro de pesquisa e simplesmente dão os recursos para gozarem dos benefícios, sem nem saber para quê. Não há envolvimento entre a atividade acadêmica e o planejamento tecnológico das empresas&#8221;.</p>
<p>Fonte: Teletime</p>
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		<title>As empresas brasileiras mais inovadoras, segundo Fast Company</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:21:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fast Company divulgou essa semana seu ranking anual das 50 empresasmais inovadoras do planeta. Para elaborar a lista, a revista analisou o desempenho e os negócios de dezenas de companhias de diferentes setores e cujas inovações impactaram em cenários industriais e também culturais. Na lista geral que elege as companhias mais inovadoras do mundo, não há nenhuma surpresa no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fast Company divulgou essa semana seu ranking anual das 50 empresasmais inovadoras do planeta. Para elaborar a lista, a revista analisou o desempenho e os negócios de dezenas de companhias de diferentes setores e cujas inovações impactaram em cenários industriais e também culturais.</p>
<p>Na lista geral que elege as companhias mais inovadoras do mundo, não há nenhuma surpresa no resultado. Os primeiros lugares foram dominados por empresas de tecnologia como Apple (1º lugar), Facebook (2º) e Google (3º).</p>
<p>A novidade ficou por conta da presença de duas brasileiras, a Bug Agentes Biológicos, na 33ª posição e a Boo-Box, na 45ª. A Bug ficou à frente de nomes como Kickstarter, rede colaborativa de inovação, e PayPal.</p>
<p>Mas além do ranking principal, a publicação também embarcou na onda dos emergentes e produziu listas específica sobre empresas da China, Índia e Brasil. Confira abaixo o resultado referente às empresas brasileiras mais inovadoras, sob os olhos da Fast Co.:</p>
<p>1 – Bug Agentes Biológicos</p>
<p>A empresa está na primeira posição entre as mais inovadoras do país. O motivo é o uso de vespas para o controle de pragas que atacam plantações de soja e cana-de-açúcar, insumos importantíssimos para o agronegócio brasileiro. Ou seja, dispensando o uso de agrotóxicos e outros produtos químicos que protegem colheitas contra danos de pragas e parasitas.</p>
<p>2 – Boo-box</p>
<p>A Boo-box foi uma das primeiras a enxergar o potencial das redes sociais como vitrine de anúncios publicitários. Fundada em 2006, hoje é um dos grandes nomes da publicidade na internet e com planos de expansão para outros países da América Latina.</p>
<p>3 – Grupo EBX</p>
<p>O grupo do empresário brasileiro, e 8º homem mais rico do mundo, Eike Batista, também está no ranking. Um dos projetos principais para a consideração da empresa na lista é o Superporto de Açu, mistura entre polo industrial e logístico em construção no norte fluminense.</p>
<p>4 &#8211; Stefanini</p>
<p>Empresa brasileira de TI, a Stefanini arriscou e expandiu seus negócios para a China além de preparar terreno para entrar no Japão.</p>
<p>5 – Embraer</p>
<p>O quinto lugar fica a Embraer, quarta maior fabricante de aeronaves do planeta. A empresa tem planos de expansão para o espaço, com a construção do seu primeiro satélite geoestacionário – cuja velocidade de órbita é a mesma da Terra.</p>
<p>6 – Petrobras</p>
<p>Definitivamente uma das maiores empresas brasileiras, a Petrobrás também foi inclusa na lista das mais inovadoras. Já consolidada em território nacional, recebeu o aval de autoridades americanas para a construção de uma plataforma de exploração de óleo e gás no país.</p>
<p>7 – Predicta</p>
<p>Os paulistanos da Predicta lançaram no ano passado uma plataforma de customização de websites, o SiteApps. Lá, desenvolvedores disponibilizam seus aplicativos, pagos ou gratuitos, e usuários escolhem o que querem usar em suas páginas.</p>
<p>8 – F*Hits</p>
<p>A primeira rede de blogs de moda do país foi criada por Alice Ferraz. O F*Hits reúne 26 páginas e tem mais de 3,5 milhões de visitantes únicos por mês.</p>
<p>9 – Apontador</p>
<p>O site brasileiro de busca local de estabelecimentos e serviços é um dos maiores do país. Conta com sete milhões de locais cadastrados e mais de 15 milhões de visitar únicas por mês.</p>
<p>10 – Vostu</p>
<p>A Vostu é a maior empresa de jogos sociais do país, com mais de 50 milhões de usuários. Segundo a Fast Co. foi a primeira a incorporar o rádio aos jogos sociais. Graças a Vostu, usuários podem ouvir música enquanto jogam, sem ter que lidar com a trilha sonora repetitiva, típica dos games.</p>
<p>Fonte: Exame</p>
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		<title>Fórum científico mundial tratará de clima, energia e autismo</title>
		<link>http://www.consecti.org.br/2012/02/16/forum-cientifico-mundial-tratara-de-clima-energia-e-autismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:17:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A próxima revolução agrícola, as consequências do aquecimento global nos oceanos e uma pesquisa sobre o autismo estão entre os temas que serão tratados a partir desta quinta-feira (16) em Vancouver, no Canadá, durante o maior fórum científico mundial. A conferência anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), fundada em 1848, reunirá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A próxima revolução agrícola, as consequências do aquecimento global nos oceanos e uma pesquisa sobre o autismo estão entre os temas que serão tratados a partir desta quinta-feira (16) em Vancouver, no Canadá, durante o maior fórum científico mundial.</p>
<p>A conferência anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), fundada em 1848, reunirá cerca de 8.000 participantes de 60 países até o dia 20, data de encerramento do evento.</p>
<p>A proposta da AAAS, que publica uma das mais proeminentes revistas científicas, a &#8220;Science&#8221;, é sensibilizar o público, os líderes políticos e os pesquisadores sobre as grandes questões científicas e da sociedade.</p>
<p>A programação prevê aproximadamente 150 simpósios em todas as áreas científicas &#8211;astronomia, matemática, medicina, ciência do clima, novas fontes de energia, entre outras.</p>
<p>Esta é a primeira vez que a conferência ocorre no Canadá. A maior parte delas aconteceu nos Estados Unidos.</p>
<p>Fonte: Jornal Folha de São Paulo</p>
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		<title>USP está entre as 20 escolas com maior visibilidade na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:15:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A USP está em 20º lugar na listagem de universidades com mais visibilidade na internet, divulgada pela Webmetrics, empresa que analisa o tráfego na rede. A universidade é a instituição brasileira mais bem colocada no ranking, tendo subido 23 posições desde a última listagem, em julho de 2011. O ranking é liderado por instituições americanas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A USP está em 20º lugar na listagem de universidades com mais visibilidade na internet, divulgada pela Webmetrics, empresa que analisa o tráfego na rede.</p>
<p>A universidade é a instituição brasileira mais bem colocada no ranking, tendo subido 23 posições desde a última listagem, em julho de 2011.</p>
<p>O ranking é liderado por instituições americanas, que ocupam 18 das 20 primeiras colocações.</p>
<p>Em primeiro lugar, está a Universidade de Harvard, seguida pelo MIT e pela Universidade de Stanford. Além da USP, a única fora dos EUA é a Universidade de Toronto, no Canadá, que ocupa a 17ª colocação.</p>
<p>Entre as brasileiras, outras seis universidades aparecem entre as 200 mais bem colocadas. Depois da USP, vêm UFRGS (na posição 71), Unesp (122), UFSC (129), UFRJ (171), UnB (184) e Unicamp (193).</p>
<p>O resultado mostra um avanço brasileiro na listagem. No último levantamento, somente quatro instituições apareciam entre as 200 primeiras colocações.</p>
<p><strong>METODOLOGIA</strong></p>
<p>O ranking Webmetrics mede a visibilidade das instituições por meio dos resultados obtidos nos principais mecanismos de busca da internet.</p>
<p>O objetivo, no entanto, não é avaliar a qualidade das instituições de ensino, mas somente sua presença na rede.</p>
<p>A quantidade de clicks via links externos, ou seja, indicações de um site para outro site, correspondem a 50% da nota que cada universidade recebe na avaliação.</p>
<p>A outra metade da nota está subdividido em três partes.</p>
<p>A primeira considera o número de páginas da universidade cobertas por mecanismos de busca.</p>
<p>A segunda subdivisão dá conta de avaliar os arquivos que cada instituição fornece para download, como materiais didáticos, fotografias, livros digitais, aulas abertas, cursos e palestras.</p>
<p>Esse tipo de material é comum em sites de universidades americanas e europeias.</p>
<p>No Brasil, as instituições ainda utilizam pouco suas plataformas para disponibilizar material a não alunos, o que prejudica a sua classificação nesse tipo de listagem.</p>
<p>A última parte da avaliação do ranking Webmetrics, chamada &#8220;scholar&#8221;, agrupa documentos e citações da instituição feitos em sites de perfil acadêmico.</p>
<p>Isso equivaleria as citações de artigos científicos, critério utilizado por rankings universitários consolidados como os britânicos &#8220;THE&#8221; (Times Higher Education) e &#8220;QS&#8221;.</p>
<p>Além das citações de artigos, os rankings universitários &#8220;tradicionais&#8221; também contabilizam dados como publicação científica, quantidade de professores com prêmio Nobel, patentes registradas na instituição e outros.</p>
<p>Para ver a lista completa do Webmetrics, acesse <a href="http://www.webometrics.info/top12000.asp" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: Jornal Folha de São Paulo</p>
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		<title>Produtos de informática feitos no País terão preferência nas licitações federais</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo vai adotar uma margem de preferência, permitindo o pagamento de valores mais altos a produtores nacionais, nas compras públicas de equipamentos de rede e material de informática, afirmou ontem secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Delfino Natal de Souza. &#8220;A gente vai buscar a proposta mais vantajosa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo vai adotar uma margem de preferência, permitindo o pagamento de valores mais altos a produtores nacionais, nas compras públicas de equipamentos de rede e material de informática, afirmou ontem secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Delfino Natal de Souza.</p>
<p>&#8220;A gente vai buscar a proposta mais vantajosa e não necessariamente será pelo melhor preço. Pode representar uma intervenção do Estado&#8221;, disse. &#8220;O nosso objetivo é fortalecer o mercado interno.&#8221; O governo vem estudando mudanças na Lei de Licitações, à semelhança do que foi feito no setor têxtil, com o objetivo de estimular a inovação tecnológica no País, explicou Delfino.</p>
<p>Somente a União deve gastar em torno de R$ 130 milhões anuais em compras conjuntas de diversos órgãos federais de equipamentos de rede &#8211; com as compras feitas diretamente pelos diversos órgãos, esse número cresce exponencialmente. Ainda não está certo, porém, se a regra valerá para a licitação deste ano, uma vez que o Planejamento quer analisar como a margem será aplicada nas compras de vestuário, afirmou.</p>
<p>&#8220;Estamos estudando adoção de margem de preferência. Se não for possível no primeiro semestre, no ano que vem. Já há indústria com significativa posição brasileira para que a gente utilize esse instrumento.&#8221;</p>
<p>Segundo o secretário, um grupo de estudos capitaneado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) vem preparando a migração de bancos de dados estatais para a computação em nuvem, na qual programas e arquivos podem ser acessados por qualquer computador, sem instalação de software específico. &#8220;Diria que é um desafio imenso e é trabalhoso, mas é inevitável: se não fizermos, seremos envolvidos pelo mercado.&#8221;</p>
<p>Uma forma de desenvolver o mercado de &#8220;cloud computing&#8221; no Brasil seria por meio de um novo capítulo do Plano Brasil Maior, a política industrial do governo Dilma Rousseff, que estimularia novas tecnologias usando as compras públicas.</p>
<p>&#8220;Estamos organizando desde o ano passado o lançamento do Plano Brasil Maior TI, e esperamos tratar desse processo dentro de um incentivo para a indústria, para criar a massa crítica no mercado brasileiro&#8221;, disse. &#8220;Há possibilidade de abrigar grandes datacenters (centros de dados) e, com o uso do poder de compra, podermos promover essa arrancada.&#8221;</p>
<p>Antenas. O governo federal prepara também uma nova legislação para instalação de antenas e outros equipamentos de infraestrutura da área de telecomunicações, para retirar entraves municipais e estaduais a investimentos do setor, segundo o secretário nacional de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão.</p>
<p>&#8220;A parte de antenas é uma seção particular, queremos dinamizar implantação de infraestrutura de telecomunicações. Existem grandes projetos e a concessão de licenças não pode ser um entrave&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia Fixa e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Eduardo Levy, o Brasil tem hoje mais de 250 normas municipais e estaduais disciplinando a instalação de antenas, a maioria delas exigindo distância mínima de exposição a ondas eletromagnéticas geradas pelos equipamentos, acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>A realização da Copa do mundo no País exige o dobro ou triplo de equipamentos de infraestrutura, como antenas, em algumas cidades, citou Levy. Outros problemas seriam a demora na concessão de alvará e a cobrança de taxas por uso de locais públicos por prefeituras, mesmo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) eliminar essa possibilidade, exemplificou.</p>
<p>Fonte: Jornal O Estado de São Paulo</p>
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