CONSECTI http://www.consecti.org.br Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação Mon, 22 Sep 2014 14:27:50 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.0 Especialistas discutem evolução das políticas de planejamento urbano no Brasil na UFMGhttp://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/especialistas-discutem-evolucao-das-politicas-de-planejamento-urbano-brasil-na-ufmg/ http://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/especialistas-discutem-evolucao-das-politicas-de-planejamento-urbano-brasil-na-ufmg/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:27:50 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23038 A formulação de políticas dirigidas às comunidades informais, como favelas, a partir dos anos 1980, representou uma importante inflexão na forma de se planejar a vida nas cidades. “A informalidade sempre existiu, e seu reconhecimento pelo poder público deve ser constantemente aprofundado”, disse a arquiteta e professora do Instituto de Geociências, Heloísa Moura Costa, uma […]

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A formulação de políticas dirigidas às comunidades informais, como favelas, a partir dos anos 1980, representou uma importante inflexão na forma de se planejar a vida nas cidades. “A informalidade sempre existiu, e seu reconhecimento pelo poder público deve ser constantemente aprofundado”, disse a arquiteta e professora do Instituto de Geociências, Heloísa Moura Costa, uma das conferencistas da mesa-redonda A experiência brasileira de planejamento, realizada na última quinta-feira, 18, no 16º Seminário sobre a Economia Mineira, em Diamantina.

Em sua opinião, outro fator que ajudou a redirecionar o debate sobre as políticas de planejamento urbano foi a introdução do debate ambiental. “Uma vez colocadas, as questões socioambientais não saem mais da pauta”, observou a especialista, que citou, ainda, as políticas de habitação, que trouxeram, em sua avaliação, “inegáveis avanços” para o país.

“Os programas habitacionais produzem interessantes configurações na periferia. Mas é necessário que outras soluções floresçam. Deve-se empreender uma luta política para manter esses programas e aprofundá-los”, defendeu Heloísa Costa.

Heterogeneidade
O economista Hamilton de Carvalho Tolosa, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), defendeu a revisão na concepção de planejamento urbano no país, de forma a priorizar as peculiaridades de cada sociedade. Segundo ele, a heterogeneidade é a característica mais visível do ambiente urbano brasileiro e, durante muito tempo, esse aspecto não foi considerado pelas autoridades brasileiras de planejamento urbano.

Tolosa lembrou que, embora tenham sido criadas superintendências regionais de planejamento, suas propostas foram eliminadas quando entravam em rota de colisão com a política nacional. Para ele, as decisões na esfera do planejamento urbano e territorial devem se pautar por questões como as migrações internas. “Essa falta de sensibilidade resulta em distribuição desigual do bem-estar. Fala-se muito em desigualdade, mas tende-se a simplificar o fenômeno, o que é um erro”, concluiu o professor da Unirio.

Fonte: UFMG

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Fundect promove reunião sobre SIGFAPhttp://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/fundect-promove-reuniao-sobre-sigfap/ http://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/fundect-promove-reuniao-sobre-sigfap/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:25:04 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23036 Representantes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) que já utilizam o Sistema de Informação e Gestão de Projetos de Pesquisa (SIGFAP) ou que estão em fase de implantação do sistema reuniram-se nesta quarta-feira, 10 de setembro, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em Brasília, para participarem de […]

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Representantes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) que já utilizam o Sistema de Informação e Gestão de Projetos de Pesquisa (SIGFAP) ou que estão em fase de implantação do sistema reuniram-se nesta quarta-feira, 10 de setembro, na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em Brasília, para participarem de treinamento ministrado por equipe da Fundect e do Laboratório de Engenharia de Software (LEDES) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

O SIGFAP tem como objetivo apoiar o planejamento, gestão, acompanhamento e avaliação de fomento de projetos de pesquisa, automatizando os processos administrativos da FAP por meio de uma plataforma de software, além de permitir o acompanhamento, em tempo real, pelos atores envolvidos.

Dra. Wania Gobbi, assessora jurídica da Fundect, relatou como é o processo jurídico dentro do SIGFAP e respondeu aos questionamentos legais. Os participantes receberam o modelo de novo acordo de cooperação técnica que deverá ser assinado na próxima reunião do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), que acontece nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, em Campina Grande, Paraíba.

Márcio Silva, professor da UFMS e gestor do SIGFAP, apresentou as funcionalidades e módulos gerais do sistema. Silva explicou o que é o SIGFAP e todo o processo de administração do sistema, que se divide nos seguintes módulos: editais, propostas, gerência de avaliação, pesquisadores, bolsas, instituições, gerência financeira, gerência jurídica, correio, usuários, ofícios, relatórios, outros (área do conhecimento, downloads, etc.).

Durante a tarde, os representantes das FAPs puderam apresentar suas dúvidas e demandas para o uso do sistema. Fernando Rech, analista do SIGFAP, também participa da reunião, esclarecendo as perguntas feitas pelas FAPs. O feedback das fundações é muito importante para melhoria do software como um todo.

Segundo os gestores do SIGFAP, a grande novidade é o uso do sistema para selecionar consultores ad-hoc. A ferramenta indica quais pesquisadores têm potencial de acordo com a área da proposta submetida. A funcionalidade ainda está em fase de testes e é resultado de parceria com o campus de Três Lagoas da UFMS.

SIGFAP

Atualmente, um dos desafios da administração pública é atender de maneira eficiente, rápida e satisfatória as demandas crescentes e diferenciadas advindas da sociedade. Os governos têm sido pressionados a apresentar maior eficiência na aplicação do recurso público, maior efetividade nos resultados esperados dos serviços e programas sociais, além de prestar informações e serviços à sociedade de forma transparente e democrática. Porém, tal meta é impossível de ser alcançada sem um processo de informatização das operações internas nos órgãos governamentais.

Neste contexto, o surgimento e a expansão da Internet a partir da década de 90 causaram um impacto significativo na maneira de realizar as tarefas nas mais diversas áreas e, no âmbito da administração pública, deu origem ao chamado Governo Eletrônico (e-Gov). Com as Fundações de Amparo a Pesquisa (FAPs), nos diferentes estados brasileiros, não é diferente.

A utilização integrada das Tecnologias de Informação e de Comunicação (TIC) facilita o processo de tomada de decisão, controle, monitoramento e avaliação de políticas públicas, que são desafios do atual cenário mundial. Para auxiliar o diagnóstico, planejamento, gestão e avaliação das diferentes modalidades de apoio, é fundamental o desenvolvimento de sistemas de informação específicos, ou seja, uma solução organizacional e administrativa capaz de permitir soluções aos desafios e problemas criados no ambiente político-social.

Com essa motivação, a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT) e o Laboratório de Engenharia de Software (LEDES) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) iniciaram em 2004 o desenvolvimento de um Sistema de Informação atualmente intitulado Sistema de Informação de Gestão de Fundações de Amparo à Pesquisa (SIGFAP) para gerenciar os projetos de pesquisa e facilitar o trâmite desde a submissão da proposta até a fase de prestação de contas.

Fonte: FUNDECT-MS

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Começam as inscrições para o Programa de Assistência Estudantil na UFMThttp://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/comecam-inscricoes-para-o-programa-de-assistencia-estudantil-na-ufmt/ http://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/comecam-inscricoes-para-o-programa-de-assistencia-estudantil-na-ufmt/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:21:50 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23034 A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Prae), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), inicia hoje (22) as inscrições para a seleção de Estudantes de Graduação Presencial para o Programa de Assistência Estudantil, nos campi de Cuiabá, Rondonópolis, Araguaia, Sinop e Várzea Grande. São quatro modalidades assistenciais oferecidas: Auxílio Permanência; Auxílio Alimentação; Moradia Estudantil (CEU) e […]

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A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Prae), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), inicia hoje (22) as inscrições para a seleção de Estudantes de Graduação Presencial para o Programa de Assistência Estudantil, nos campi de Cuiabá, Rondonópolis, Araguaia, Sinop e Várzea Grande. São quatro modalidades assistenciais oferecidas: Auxílio Permanência; Auxílio Alimentação; Moradia Estudantil (CEU) e Auxílio Moradia.
A inscrição ocorrerá até o dia 26 de setembro e se dará em duas partes: a primeira consiste no preenchimento on-line do Formulário de Estudo socioeconômico e, a segunda, na apresentação da documentação comprobatória para os estudantes selecionados na primeira etapa. O preenchimento da justificativa é obrigatório e deve-se contextualizar informações prestadas nas questões objetivas esclarecendo aquelas que julgar de maior relevância. O formulário de estudo socioeconômico está disponível para preenchimento on-line.

Poderão concorrer ao Programa de Auxílios de Assistência Estudantil, discentes que estiverem regularmente matriculados em cursos de graduação da UFMT, na modalidade presencial; dentro do período máximo de integralização do curso e em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Para o auxílio moradia, os estudantes devem residir fora dos municípios em que estão matriculados.
Para acessar o edital completo, clique aqui.

Fonte: UFMT

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Universidade aprende a trabalhar com empresashttp://www.consecti.org.br/destaques/universidade-aprende-trabalhar-com-empresas/ http://www.consecti.org.br/destaques/universidade-aprende-trabalhar-com-empresas/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:15:48 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23032 As pesquisas feitas em conjunto por universidades e empresas têm crescido bastante em algumas áreas. Grandes instituições têm se empenhado em aumentar as parcerias, criando agências para fomentar os acordos, incubadoras para abrigar empresas, além de parques tecnológicos. Setores como engenharia, química ou tecnologia da informação têm mais tradição em trabalhar com pesquisadores de empresas, […]

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As pesquisas feitas em conjunto por universidades e empresas têm crescido bastante em algumas áreas. Grandes instituições têm se empenhado em aumentar as parcerias, criando agências para fomentar os acordos, incubadoras para abrigar empresas, além de parques tecnológicos.

Setores como engenharia, química ou tecnologia da informação têm mais tradição em trabalhar com pesquisadores de empresas, e outros núcleos às vezes precisam de estímulos para aumentar os acordos. Rogério de Andrade Filgueiras, coordenador adjunto da Agência de Inovação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lembra o caso da área de biotecnologia, onde havia certa restrição por parte de acadêmicos. Segundo ele, era quase proibido pensar em fazer acordos, por ferir, segundo alguns, a natureza da ciência pura. Eles tinham receio de perder a liberdade acadêmica. “Também fazemos papel de psicólogo”, brinca, para explicar o trabalho para fomentar as pesquisas com o setor privado.

Mas as coisas estão mudando. A Universidade de São Paulo há alguns anos vem se organizando a fim de promover e equacionar questões relativas ao trabalho com as empresas. Na opinião do pró-reitor de pesquisas José Eduardo Krieger, é preciso melhorar o quadro jurídico da instituição, adotar um novo olhar na contratação e processos e desburocratizar. “O processo é irreversível e a USP está preocupada em ter estratégia”, afirma. “Temos muito espaço para evoluir.”

No entanto, é preciso entender o que pode e principalmente o que não pode ser feito dentro de uma universidade. “As coisas nunca vão ser iguais ao ambiente externo”, lembra. Mas o país precisa gerar riquezas e as universidades podem ajudar. “Em parte a universidade tem que se organizar. Mas não estamos mal na fita, não.”

Uma das iniciativas é formar grupos multidisciplinares de pesquisa, transformar solistas, como diz Krieger, em uma orquestra. Em três anos, a USP investiu R$ 250 milhões para formar Núcleos de Apoio à Pesquisa (NAP). Hoje já há 140 deles. São temáticos, mas interdisciplinares.

Quatro entre eles já se transformaram em Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão, ou Cepid, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “É o sonho de consumo de todo pesquisador”, diz Krieger.

A USP também acaba de inaugurar o Parque Tecnológico do Jaguaré, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas e pelo governo do Estado. Vai lidar com tecnologia da informação, saúde, nanotecnologia, fármacos e pesquisas de acessibilidade para pessoas com deficiências.

“A PUCRS tem uma visão estratégica muito clara no sentido de incorporar o empreendedorismo e a inovação como eixos estratégicos”, diz o pró-reitor de pesquisa, inovação e desenvolvimento, Jorge Audy, da Pontifícia Universidade católica do Rio Grande do Sul.

Somente no Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) atuam mais de 110 empresas e seis mil pessoas. Além do parque, a universidade conta com outros institutos ligados à pesquisa, como incubadora, centro de inovação, escritório de transferência de tecnologia e um laboratório de criatividade. Audy acredita que é necessário um “marco legal mais adequado e estável para a área de inovação”.

Como as outras instituições, a Universidade Federal de Pernambuco aposta na pesquisa com empresas. Entre suas parceiras estão Motorola, Apple e a estatais Chesf e Celpe (de energia elétrica). Segundo Francisco Ramos, pró-reitor de pesquisa e pós-graduação, os laboratórios ajudam muito na formação dos alunos e nas pesquisas. Para ele, muitas vezes os acordos entre empresas e universidades têm que ser induzidos.

No Parque Científico e Tecnológico da Universidade Estadual de Campinas atuam empresas como Lenovo, Samsung, IBM, Banco do Brasil e MC1. No ano passado, a universidade fechou 22 contratos de pesquisa e desenvolvimento com o setor privado. “A Unicamp tem histórico de colaboração com empresas”, afirma Milton Mori, diretor-executivo da agência de Inovação Inova, que auxilia as parceiras privadas a encontrar os pesquisadores mais adequados para suas necessidades.

Apesar dos avanços, ainda existem conflitos relativos às diferenças inerentes entre universidades e empresas. “As empresas têm interesse em resultados de curto prazo, enquanto a universidade visa desafios de pesquisa na fronteira do conhecimentos, que muitas vezes não terão aplicação imediata”, diz.

No entanto, cresce o interesse por parte dos docentes em trabalhar com empresas, em poder usar os recursos de que elas disponibilizam e em abrir uma porta para que os alunos comecem a interagir com a indústria. “Desses casos de interação temos excelentes resultados com benefícios mútuos.” Para facilitar a prospecção de acordos, a Unicamp tem sete líderes de inovação, professores que mantém contato constante com a agência Inova.

Fonte: Valor Econômico

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Falta escala para dar peso a projetoshttp://www.consecti.org.br/destaques/falta-escala-para-dar-peso-projetos/ http://www.consecti.org.br/destaques/falta-escala-para-dar-peso-projetos/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:13:13 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23030 É costume dizer que a colaboração entre empresas e universidades ainda é muito incipiente. Mas os números contam outra história. Pelo menos no que diz respeito às três universidades estaduais do São Paulo, USP, Unicamp e Unesp. A participação dos recursos privados de empresas no total dos investimentos feitos nas pesquisas realizadas pelas instituições chega […]

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É costume dizer que a colaboração entre empresas e universidades ainda é muito incipiente. Mas os números contam outra história. Pelo menos no que diz respeito às três universidades estaduais do São Paulo, USP, Unicamp e Unesp. A participação dos recursos privados de empresas no total dos investimentos feitos nas pesquisas realizadas pelas instituições chega a cerca de 7% na Unicamp, 6% na Unesp e 5% na USP. Não é pouco. A Unesp estaria em 11ª posição, a Unesp em 13ª e a USP, em 17ª.

O levantamento foi feito por Carlos Henrique Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), ex-presidente da mesma agência e ex-reitor da Unicamp. “Não é certo dizer que no Brasil as universidades têm pouca relação com empresas”, afirma. O Brasil já tem interatividade bem competitiva no âmbito internacional.”

Para fazer o levantamento, Brito somou os investimentos feitos por Fapesp, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) à parcela que as próprias universidades investem em pesquisa.

O valor total investido pelas três universidades é comparável ao montante de recursos destinados pela instituições americanas. O que explicaria o desnível em termos de produção, segundo Brito, é que no Brasil não existem 500 universidades na lista. “A dimensão do empreendimento acadêmico é muito menor e a heterogeneidade, muito grande.” O primeiro desafio do Brasil, portanto, seria ter mais universidades com boa qualidade de pesquisa.

Fonte: Valor

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Southampton se desculpa com alunos do Ciência sem Fronteirashttp://www.consecti.org.br/destaques/southampton-se-desculpa-com-alunos-ciencia-sem-fronteiras/ http://www.consecti.org.br/destaques/southampton-se-desculpa-com-alunos-ciencia-sem-fronteiras/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:07:37 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23027 A Universidade de Southampton, no Reino Unido, enviou na manhã de hoje (19) email pedindo desculpas aos estudantes do Ciência sem Fronteiras (CsF) pela mensagem enviada no último final de semana pela Science Without Bordes UK (SWB UK). Parceira internacional do programa no Reino Unido, a SWB UK reclamou da falta de dedicação dos alunos. […]

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A Universidade de Southampton, no Reino Unido, enviou na manhã de hoje (19) email pedindo desculpas aos estudantes do Ciência sem Fronteiras (CsF) pela mensagem enviada no último final de semana pela Science Without Bordes UK (SWB UK). Parceira internacional do programa no Reino Unido, a SWB UK reclamou da falta de dedicação dos alunos. A direção da universidade ressalta que a mensagem não deveria ter sido enviada a todos os estudantes.

“Quero pedir desculpas sinceras pelo email enviado inapropriadamente pelo SWB UK”, diz a nova mensagem. “Peço desculpas por isso e pelo fato de ter sido enviada a todos vocês”. O email foi enviado aos 38 bolsistas que ingressaram na universidade em 2013. “Entendo a frustração e a confusão que isso pode ter causado, especialmente pela dedicação que todos vocês tiveram”.

O email é assinado por Sara Higgins, do Departamento Internacional Latinoamericano da universidade. Sara disse que já havia solicitado ao parceiro do CsF o envio de mensagem com as desculpas, mas que o recado só havia chegado a oito dos intercambistas.

Sara salientou que, em nenhum momento do ano passado, a universidade contactou o SWB UK pedindo que enviasse reclamação a todos os estudantes. Acrescentou que eles já foram informados de que se tratou de um erro administrativo.

Na primeira mensagem, a SWB UK dizia ter sido “contactada pela Universidade de Southampton, devido ao número considerável de reclamações em relação ao comparecimento e à aplicação nos estudos” e que a universidade cogitou “deixar de oferecer estágios para estudantes no futuro”. O estágio é um componente central da bolsa e também um elemento obrigatório.

Em resposta à Agência Brasil, Sara informou que a universidade “está orgulhosa em fazer parte do Ciência sem Fronteiras e que espera receber número cada vez maior de estudantes de alta qualidade”. Ela ressaltou que a universidade recebeu 18 estudantes em 2012, 38 no ano passado e receberá outros 33 no fim deste mês. Localizada na cidade de Southampton, na Costa Sul do Reino Unido, a universidade ocupa posição de destaque no ranking de instituições voltadas para a pesquisa.

Conforme os bolsistas, tanto em Southampton quanto em programas de outros países há casos de estudantes que utilizam o dinheiro público para fins não acadêmicos. Muitos atribuem isso à falta de controle das atividades desempenhadas e ao fato de que, em muitos casos, não têm de prestar contas do que fazem.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, informou que esse controle é de responsabilidade dos “parceiros internacionais capacitados”, aos quais cabem “fazer o acompanhamento dos estudantes quanto a problemas de relacionamento com a universidade, de adaptação à cultura, problemas de saúde e de desempenho acadêmico”. Conforme o CNPq, isso ocorre em todos os países conveniados ao CsF.

Em coletiva de imprensa, ontem, a presidenta Dilma Rousseff disse que os estudantes que não se dedicam “estão desmerecendo o país, lamentavelmente”.

O CsF foi lançado em 2011, com o objetivo de promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores, além de incentivar a visita de jovens pesquisadores qualificados e professores seniores ao Brasil. Oferece, prioritariamente, bolsas nas áreas de ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e de saúde. A meta é oferecer 101 mil bolsas até o fim deste ano. Antes de cumprir a meta, Dilma anunciou uma segunda etapa, com mais 100 mil bolsas, a serem implementadas até 2018.

Fonte: Exame

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10 sinais de que você não está pronto para empreenderhttp://www.consecti.org.br/destaques/10-sinais-de-que-voce-nao-esta-pronto-para-empreender/ http://www.consecti.org.br/destaques/10-sinais-de-que-voce-nao-esta-pronto-para-empreender/#comments Mon, 22 Sep 2014 14:03:53 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23025 Se empreender não é fácil nem quando você tem todas as condições para isso, imagine se você não tem. Dos longos anos de aprendizado e experiência que vivenciei, tirei algumas lições que são sinais de que você não está no momento certo para abrir o seu negócio. 1. Você está passando por grandes fases de […]

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Se empreender não é fácil nem quando você tem todas as condições para isso, imagine se você não tem. Dos longos anos de aprendizado e experiência que vivenciei, tirei algumas lições que são sinais de que você não está no momento certo para abrir o seu negócio.

1. Você está passando por grandes fases de mudança na sua vida

Acabou de casar, comprou o seu sonhado apartamento, financiou um carro e teve um filho? Espere mais um pouco para a coisa “assentar”. Você não vai conseguir ganhar uma guerra com duas frentes de batalha ao mesmo tempo.

2. Você é a única fonte de renda da sua família

Não se engane: as coisas simples são importantes. Se você não tiver um plano para sustentar sua família durante os primeiros doze meses do seu negócio, talvez você tenha que passar pela frustração de abandonar o barco no meio do caminho simplesmente porque a pressão em casa vai ficar alta demais. Startups queimam dinheiro no primeiro ano (ou mais) e não geram renda.

3. Você não tem dinheiro para abrir o negócio

Sim, mesmo fazendo “bootstrap” (abrir um negócio com muito pouco investimento) e mantendo a empresa mais enxuta possível, você vai precisar de algum dinheiro, pelo menos para se sustentar durante 12 meses. Se você não tem reservas ou consegue estruturar algum tipo de investimento anjo, talvez precise postergar seu sonho um pouco mais.

4. Você não entende o mercado em que está entrando

Gostar de comer em bons restaurantes não te qualifica a abrir um. Não confunda o que você gosta com o que você sabe. Você pode transformar sua paixão em um negócio a ser explorado no futuro, mas você tem que, antes de empreender, começar uma jornada de aprendizado.

5. Você não quer ter chefe ou tem um chefe infernal

Não querer ter um patrão está longe de ser um motivo razoável para empreender. Se você quer fugir do seu chefe ou do seu emprego, considere trocá-lo antes de pular no vazio que é montar seu próprio negócio. Além disso, negócios de “estilo de vida” são naturalmente menos escaláveis e muitas vezes pouco sustentáveis no longo prazo. Você pode abrir uma pequena empresa de consultoria hoje, mas se ela não evoluir no tempo, você pode se ver com muito pouca empregabilidade em 5 anos.

6. Você quer abrir o seu negócio para se livrar das coisas chatas do trabalho

Empreender no Brasil é quase um ato de fé. No início, você vai ter que fazer literalmente de tudo, e tudo normalmente tem muito pouco glamour. São contratos, impostos, processos de venda, faturamento, logística, contratação e comprar mais café para a cafeteria. Se você não curte nada disso, talvez deva continuar trabalhando onde está.

7. Você odeia vender

Quando alguém me pergunta quem vende em uma startup, a resposta sempre vai ser: todo mundo! Você vai vender para seus clientes, para seus potenciais investidores, para aqueles que você quer contratar apesar de não oferecer um salário tão competitivo e até para aquele fornecedor que você precisa ganhar mais 15 dias de prazo para pagar uma fatura. Se você é introspectivo e não gosta de gente, arrume sócios ou comece aulas de teatro.

8. Você quer empreender em tecnologia, mas não sabe configurar o seu celular

Arrume um sócio geek. Não dá tempo de aprender este domínio e achar um modelo de negócio digital de sucesso ao mesmo tempo. Não conseguir executar em digital vai tornar a paixão pela sua startup uma fonte de ansiedade e frustração enorme. Você não vai conseguir comprar o seu app em um site indiano de “freelas” e sair correndo com ele para o mercado. Pior ainda: não vai conseguir contratar bons desenvolvedores.

9. Você não gosta de situações de stress, conflito e de magoar pessoas

Algumas vezes, para salvar seu negócio, você vai ter que fazer coisas horríveis: atrasar impostos e salários, descumprir promessas e demitir pessoas. Se demitir alguém é uma experiência ruim para você, tente trabalhar isto. Você talvez fique sem caixa e tenha cheques devolvidos, e tem que entender que apesar disso você não cruzou nenhuma linha moral, porque você tentou o máximo que pôde.

10. Sua caixa de ferramentas é pequena demais

Não acredito no chavão de que algumas pessoas “não nasceram para ser empreendedoras”. Por outro lado, um empreendedor precisa de um conjunto de capacidades mínimo para ter alguma chance de sucesso.

No domínio de negócios digitais, por exemplo, isso significa entender um pouco de marketing, desenvolvimento de produtos digitais (software), do ferramental em nuvem disponível para criar sua startup com pouco custo e, principalmente, do conhecimento básico de como se faz isso no Vale do Silício.

Antes de abrir uma empresa, você talvez tenha que encher o seu Kindle de Steve Blank, Eric Ries e Marty Cagan e seu browser de Graham, Fred Wilson, Neil Patel e amigos.

Fernando de La Riva é especialista em negócios digitais e sócio da Concrete Solutions.

Fonte: Exame

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Obsessão criativa pode ser prejudicial à produtividade das empresashttp://www.consecti.org.br/destaques/obsessao-criativa-pode-ser-prejudicial-produtividade-das-empresas/ http://www.consecti.org.br/destaques/obsessao-criativa-pode-ser-prejudicial-produtividade-das-empresas/#comments Mon, 22 Sep 2014 13:53:41 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23022 Um estudo conduzido pela IBM com mais de 1.500 executivos americanos mostrou que o valor mais desejado por eles na hora de recrutar é a criatividade –à frente até de itens como capacidade de execução, dedicação ou conhecimento técnico. Esse fenômeno, que segundo o consultor Sérgio Navega pode ser chamado de “ditadura da criatividade”, se […]

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Um estudo conduzido pela IBM com mais de 1.500 executivos americanos mostrou que o valor mais desejado por eles na hora de recrutar é a criatividade –à frente até de itens como capacidade de execução, dedicação ou conhecimento técnico.

Esse fenômeno, que segundo o consultor Sérgio Navega pode ser chamado de “ditadura da criatividade”, se relaciona, entre outros fatores, à ascensão, na última década, de empresas como o Google e a Apple.

O que os especialistas e recrutadores apontam, porém, é que nem só de inovação se faz a busca pelo sucesso.

“Mesmo uma agência de publicidade não pode ter só criativos. Há vagas mais operacionais, mais rígidas. A empresa precisa desse tipo de profissional. Às vezes, o criativo, até por essa busca do novo, não é tão metódico”, afirma Rui Branquinho, 42, vice-presidente de criação da Y&R, agência de publicidade do grupo Newcomm.

“Até a geração passada, o departamento de criação não se envolvia com o lado operacional, isso acabou. Hoje, há uma exigência muito grande por eficiência, por eficácia. Ser criativo ‘na porra louca’ é fácil, difícil é se adequar a essa realidade. O operacional é o que permite fazer a máquina andar.”

Ele lembra, porém, que mesmo no setor operacional a criatividade tem seu papel –mesmo quem trabalha no atendimento em uma agência pode se questionar sobre como aprimorar um processo, por exemplo.

A mesma postura ponderada sobre a criatividade como necessidade da empresa têm a Bayer e a Johnson & Johnson.

“Eu acredito que existem vários tipos de perfis e características de profissionais. Às vezes o profissional não é criativo, mas é competente no que ele faz. Embora, claro, o profissional criativo tenha uma possibilidade de crescer muito maior”, afirma o diretor de comunicação corporativa da Bayer, Paulo Pereira.

“Isso não vale só para a criatividade. Uma empresa não é feita só de pessoas formadas em Harvard ou só de pessoas que falam inglês, mandarim e espanhol.”

Danielle Arraes, diretora da Johnson & Johnson responsável pelo recrutamento, tem opinião parecida. Ela lembra que alguns departamentos, como o de controle de qualidade ou o de assuntos regulatórios, têm procedimentos mais consolidados e, assim, rotinas um pouco mais estáveis.

Márcia Almström, diretora de RH da consultoria Manpower Group, dá exemplos de áreas que demandam menos criatividade e pedem um profissional mais analítico.
“Uma área legal, por exemplo, em que é preciso reproduzir uma definição da lei, ou administrativa, em que é necessário repetir processos.”

DESCENTRALIZAÇÃO

Em alguns casos, a proporção que uma grande empresa toma obriga certa descentralização –movimento que acaba criando espaço para maior inovação.

É o caso, por exemplo, da Odebrecht. Como conta o seu diretor de pessoas e organização, Jairo Flor, a empresa tem uma dispersão muito grande de clientes e regiões geográficas. “Seria possível dividir a Odebrecht em 348 negócios. Somos como uma confederação de pequenas empresas”, afirma.
“Cada uma delas tem um líder, com delegação para atuar –é a nossa maneira de estimular a criatividade.”

A Bayer também tenta evitar que a rigidez hierárquica desestimule o surgimento de novas ideias. Entre os programas desenvolvidos para isso, está o Café com o Presidente, que incentiva subalternos a trazerem suas impressões.

A empresa tem ainda um programa aberto de sugestões, em que são sugeridos temas, como saúde feminina, e qualquer funcionário pode encaminhar ideias.

“Pode ser desde ‘acho que a caixinha do medicamento ficaria melhor redonda do que quadrada’ até ‘sinto falta de um sabonete íntimo da Bayer'”, afirma Pereira.

O consultor Sérgio Navega aponta justamente que é importante organizar a estrutura interna da empresa para que ela não seja uma barreira à inovação.

Ele lembra, por exemplo, que experimentações podem dar errado –e muitos gestores punem os erros que fazem parte do processo, inibindo a formação de novas ideias.
“Muitas empresas não compreendem o que é um desempenho criativo, mas exigem resultados criativos dos funcionários”, explica. “A pressão para que o funcionário seja criativo a todo momento, a qualquer custo, ao aumentar a frustração, pode ser contraproducente.”

Fonte: Folha de São Paulo

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Setres inicia turmas do Maranhão Profissionalhttp://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/setres-inicia-turmas-maranhao-profissional/ http://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/setres-inicia-turmas-maranhao-profissional/#comments Fri, 19 Sep 2014 14:26:13 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23020 Trinta turmas do programa Maranhão Profissional iniciaram, nesta segunda-feira (15), cursos de qualificação que estão sendo executados através de parceria entre a Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidária (Setres) e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectec), nas agências de trabalho do Sine-MA. Cerca de 1.200 jovens trabalhadores se […]

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Trinta turmas do programa Maranhão Profissional iniciaram, nesta segunda-feira (15), cursos de qualificação que estão sendo executados através de parceria entre a Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidária (Setres) e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectec), nas agências de trabalho do Sine-MA.

Cerca de 1.200 jovens trabalhadores se inscreveram para cursos de formação profissional em auxiliar administrativo, auxiliar em marketing e vendas, auxiliar em serviços gerais, gestão sindical e gestão de meio ambiente, nas cidades de Bacabal, Chapadinha, Caxias, Estreito, Itapecuru-Mirim, Lago da Pedra e São Luís.

De acordo com o secretário de Trabalho e Economia Solidária, Márcio Antônio Sampaio, a parceria entre a Setres e a Sectec evidencia a união de forças do Governo do Estado pelo desenvolvimento profissional dos jovens maranhenses.

Ele esteve na abertura dos trabalhos das turmas de São Luís e desejou um bom aproveitamento dos estudos para os 40 participantes de uma das turmas de Marketing e Vendas.

“Esperamos que esta qualificação seja bem aproveitada por todos os participantes, especialmente porque a Secretaria de Trabalho também tem a tarefa de encaminhá-los ao mercado de trabalho após a conclusão do curso e queremos registrar bons resultados na intermediação desta mão de obra já qualificada”, assinalou o secretário.

Os cursos têm duração de três meses, com metodologia de ensino presencial apoiada por equipamentos de Tecnologia e Informação do Cetecma/Univima. A previsão é de que os participantes estejam com a formação completa até dezembro.

Fonte: Setres MA

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UEG avança 40 posições em Ranking Universitário Nacionalhttp://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/ueg-avanca-40-posicoes-em-ranking-universitario-nacional/ http://www.consecti.org.br/giro-nos-estados/ueg-avanca-40-posicoes-em-ranking-universitario-nacional/#comments Fri, 19 Sep 2014 14:24:38 +0000 http://www.consecti.org.br/?p=23018 A UEG foi a instituição de ensino superior do Estado que mais cresceu no Ranking Universitário Folha 2014 (RUF), divulgado esta semana. Saltou do 153º lugar, em 2013, e agora chega ao 113º, um avanço de 40 posições. As conquistas, num curto espaço de tempo, estão sendo creditadas aos investimentos realizados pelo Governo de Goiás, […]

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A UEG foi a instituição de ensino superior do Estado que mais cresceu no Ranking Universitário Folha 2014 (RUF), divulgado esta semana. Saltou do 153º lugar, em 2013, e agora chega ao 113º, um avanço de 40 posições. As conquistas, num curto espaço de tempo, estão sendo creditadas aos investimentos realizados pelo Governo de Goiás, que implementou uma política de recuperação da qualidade do ensino, apoio à pesquisa e à extensão, recomposição do quadro de professores e capacitação profissional, informa o reitor Haroldo Reimer. “Além disso, a UEG conta com muitos bons profissionais que necessitam de boa condução para a conquista da excelência”, acrescenta.

Jurisdicionada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec), a Universidade Estadual de Goiás (UEG), dirigida pelo reitor Haroldo Reimer desde 2012, quando alcançou 91,49% dos votos em pleito direto, saiu de uma nota geral de 21,88, em 2013, para alcançar agora 39,75, um acréscimo na avaliação de 17,87. Em relação aos subindicadores, o maior trunfo foi no quesito ensino: a instituição saltou da posição 187 para 110, um avanço de 77 pontos.

Também no subindicador pesquisa, a UEG obteve resultado expressivo após um ano. Saltou da pontuação 147 para 123, um avanço de 24 posições. No item mercado, a instituição tinha nota 81 em 2013 e, agora, aparece com 71: subiu 10 posições. Quanto à internacionalização, pulou de 178 para 172, avanço de seis degraus.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Mauro Faiad, ressalta os investimentos no fomento ao ensino, pesquisa e extensão. Ele destaca os esforços realizados pelo reitor Haroldo Reimer, e por toda comunidade acadêmica, que conseguiram, após a crise enfrentada pela instituição no governo passado, impulsionar todas as atividades, e crescer.

CONCURSO

O Governo do Estado realizou concurso público para aumentar o quadro de profissionais da UEG. Em 2014, foram 250 vagas para docentes, sendo 150 para especialistas, 50 para mestres e outras 50 para doutores. A contratação está prevista para o mês de novembro e ainda existe um processo em andamento para a seleção interna de mais 120 docentes de dedicação exclusiva, passando, com isso, para mais de 50% dos docentes efetivos neste regime de trabalho.

O número de professores efetivos contratados nos últimos anos contribuiu para o avanço da qualidade de ensino, pesquisa e extensão. A qualificação dos docentes é um dos focos da gestão do reitor Haroldo Reimer. De 2012 até agora, houve um aumento de 9% no número de mestres, 57% de doutores, e 250% de pós-doutores. Isso se reflete diretamente na qualidade das atividades finalísticas da UEG.

A internacionalização de publicações de docentes da UEG é incentivada por meio da instituição do Programa Auxílio-Evento, que incentiva a presença em atividades acadêmicas no Brasil e exterior. Os alunos também recebem auxílio para participar no território nacional. O projeto, de acordo com Paula Chagas, assessora de projetos da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis, divulga a universidade goiana, suas conquistas em ensino, pesquisa e extensão em eventos científicos.

Outras melhorias são os investimentos em pós-graduação. Desde 2013, foram criados sete novos programas nível stricto sensu (mestrado) na instituição e 5 novos projetos foram enviados à Capes/MEC, incluindo um doutorado. A UEG avança também no número de pesquisadores com bolsa de produtividade. Na própria instituição foi criada a Bolsa de Incentivo ao Pesquisador, com base legal em lei já sancionada.

INCENTIVOS

 De grande importância são também as várias modalidades de bolsas instituídas pela própria UEG. A bolsa permanência, com 970 benefícios em 2014, visa dar condições para discentes de baixa renda a continuarem na universidade, um combate direto à evasão que aumenta a taxa de sucesso. Incluindo as externas, quase 15% dos 18 mil alunos da UEG têm algum tipo de incentivo, além do estudo gratuito na instituição.

Houve crescimento da produção científica da UEG, em um ano, incremento de 38% no número de artigos completos publicados em revistas científicas indexadas em bases de dados, bem como aumento de 77% no número de capítulos de livros publicados por docentes efetivos.

O avanço se verificou, em parte, pela contratação, desde 2012, de mais 159 docentes efetivos, sendo seis doutores, componentes da reserva técnica do concurso de 2010. Também melhoraram a infraestrutura e as condições de trabalho, que propiciaram meios de se obter uma maior dinamização na produtividade docente.

Outra conquista institucional que impacta diretamente no ranking é o volume de recursos obtidos em agências de fomento. A UEG tem mais acesso a investimentos, na medida em que seu pessoal docente se qualifica. A universidade incentiva professores à qualificação. Entre 2012 e 2013, o número de docentes efetivos com título de doutor cresceu 21%, de 215 para 260. Se forem considerados os doutores temporários, esse salto vai a 27%, de 237 para 301 docentes.

Paralelamente, a UEG trabalhou para ter mais professores que se dedicassem exclusivamente à pesquisa e ao ensino. Em 2013, houve o ingresso de mais 75 professores no regime de dedicação exclusiva. Com isso, a instituição passou a ter 1/3 dos docentes neste regime. “É importante salientar que tudo isso impacta na qualidade do ensino e na avaliação do mercado de trabalho que compõem outros dois indicadores avaliados”, diz o reitor Haroldo Reimer.

Fonte: SECTEC-GO

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