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	<title>CONSECTI</title>
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	<description>Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação</description>
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		<title>Imply Tecnologia é 12ª empresa a participar do programa da Pró Inova no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Giro nos Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[O secretário da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico , Cleber Prodanov, estará nesta sexta-feira, 24, às 16 horas, na sede da Imply Tecnologia em Santa Cruz do Sul. Na ocasião ocorrerá a assinatura do termo de ajuste da empresa do setor entretenimento e informação ao programa Pró-Inovação, iniciativa que concede incentivo fiscal proporcional aos esforços [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O secretário da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico , Cleber Prodanov, estará nesta sexta-feira, 24, às 16 horas, na sede da Imply Tecnologia em Santa Cruz do Sul. Na ocasião ocorrerá a assinatura do termo de ajuste da empresa do setor entretenimento e informação ao programa Pró-Inovação, iniciativa que concede incentivo fiscal proporcional aos esforços inovadores das empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Todas aquelas que pretendem criar um novo ambiente, que incorpore a inovação, pesquisa e desenvolvimento, podem participar do programa. Inovação é sinônimo da nova economia mundial&#8221;, afirmou a coordenadora do Pró-Inovação, Cátia Bomfim.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente 11 empresas usufruem do benefício fiscal no Rio Grande do Sul. O percentual de isenção corresponde aos critérios estabelecidos no programa para cada uma delas. Mais 27 empresas já protocolaram documentação na SCIT e aguardam análise.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: SCIT-RS</p>
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		<title>Tocantins participa de discussão sobre o desenvolvimento do norte do país</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Giro nos Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta última quarta-feira, 22, secretários e representantes ligados à área de CT&#38;I – Ciência, Tecnologia e Inovação dos estados que compreendem a Amazônia Legal, se reuniram em Brasília, para discutir projetos e ações que contribuam para o desenvolvimento econômico e social da comunidade do Norte do Brasil. O objetivo do encontro é descentralizar recursos e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta última quarta-feira, 22, secretários e representantes ligados à área de CT&amp;I – Ciência, Tecnologia e Inovação dos estados que compreendem a Amazônia Legal, se reuniram em Brasília, para discutir projetos e ações que contribuam para o desenvolvimento econômico e social da comunidade do Norte do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do encontro é descentralizar recursos e tornar mais acessível a geração de conhecimento e novas tecnologias que facilitem e incentivem a economia local. A reunião foi realizada no CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, órgão vinculado ao MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os assuntos discutidos em cada estado, durante rodadas de consultas públicas foram apresentados em Brasília. No Tocantins, a rodada foi realizada no dia 11 de abril e contou com a participação de cerca de 70 pessoas, representando diversas classes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados de cada oficina foram compilados e, juntos, serviram como base para determinação de cinco prioridades, levando em consideração três principais eixos: Infraestrutura para CT&amp;I; Formação, Atração e Fixação de Pessoas para CT&amp;I; e Estruturação e Ampliação de Polos Regionais de Inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as contribuições do Tocantins na determinação das prioridades, o titular da Sedecti – Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Massuia, destaca tema abordado por ele e incluído no relatório do encontro: a extensão de conhecimento. “É importante que os resultados das pesquisas sejam levados não só para o agronegócio, mas que sirvam como benefício também aos setores da indústria, comércio e serviços”.</p>
<p style="text-align: justify;">As prioridades foram traçadas e devem resultar em ações de curto, médio e longo prazo, englobando um período de até 20 anos. O documento final, que será entregue ao MCTI, deve ser redigido ainda esse ano. A previsão é de que os grupos estaduais voltem a se reunir em um encontro regional no segundo semestre.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Sedecti TO</p>
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		<title>Nova sede do SergipeTec abrigará sistema inovador na área de Segurança Pública</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Giro nos Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova sede do Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec), entidade vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), ganhará mais um empreendimento que irá possibilitar a integração entre o ambiente acadêmico, o mercado e o Estado. Nesta terça-feira, 21, os secretários João Eloy de Menezes, da Secretaria de Segurança Pública (SSP), e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A nova sede do Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec), entidade vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), ganhará mais um empreendimento que irá possibilitar a integração entre o ambiente acadêmico, o mercado e o Estado. Nesta terça-feira, 21, os secretários João Eloy de Menezes, da Secretaria de Segurança Pública (SSP), e Jeferson Passos, da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), e o diretor-presidente do SergipeTec, Marcos Wandir, assinaram o termo de cessão do prédio que foi construído no complexo para a implantação do Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF). O ato aconteceu na sede da Seplag, em Aracaju.</p>
<p style="text-align: justify;"> Através da concessão, a nova estrutura, que dispõe de dois pavimentos em uma área total de mais de 900 metros quadrados, passa a ser de responsabilidade da SSP. O IAPF abrigará os laboratórios de Toxicologia Forense, Genética Forense (DNA), Química Legal, Entomologia Forense, Informática Forense, Fonética Forense, Biologia Forense e Antropologia Forense, e irá contar com um corpo de profissionais da SSP que trabalhará em conjunto com peritos da Polícia Federal e professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa é mais uma iniciativa grandiosa para Sergipe. A UFS está colocando sete doutores disponíveis para ajudar na formação dos jovens e o SergipeTec entra com o seu espaço voltado para empreendimentos inovadores. O secretário da Sedetec, Saumíneo Nascimento, desde a primeira vez que viu esse projeto, ele abraçou a causa e ajudou todo o trâmite burocrático. Nós já temos uma Biofábrica de mudas funcionando no complexo, produzindo mudas de abacaxi e banana, desde 2010. Agora, essa é a primeira secretaria de Estado (SSP) que está se instalando lá. Também estamos discutindo a proposta de levar um centro de tecnologia e projetos do próprio Banese, mas ainda está começando essa discussão, e temos ainda a possibilidade de discutir com o Governo uma estrutura que possa vir a apoiar a parte empresarial”, afirma Marcos Wandir, diretor presidente do SergipeTec.</p>
<p style="text-align: justify;"> De acordo com o secretário da SSP, João Eloy de Menezes, com a construção do novo prédio foram captados junto a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) R$ 600 mil que já foram destinados para a compra de equipamentos para a montagem dos laboratórios. Além disso, estão sendo pleiteados mais R$ 600 mil e R$ 3 milhões provenientes do Proinvest que serão direcionados para o IAPF. &#8220;A disponibilização do referido prédio possibilitou a captação de recursos oriundos do Ministério da Justiça e da Senasp, cuja destinação será empregada na implantação dos nove laboratórios periciais forenses, adequações na estrutura física e aquisição de mobília&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos vivendo um marco na história da perícia técnica sergipana. Com esse grande montante de investimentos Sergipe passará a ser referência no Nordeste. Exames que antes eram realizados em outros Estados agora poderão ser feitos aqui. Com a iniciativa quem ganha é o povo de Sergipe que terá respostas mais rápidas&#8221;, destacou a diretora do IAPF, Maria Auxiliadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Sedetec-SE</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fórum do Confap debate avanço da ciência no país</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi aberta nesta quinta-feira (23/05), na sede da FAPESP, o Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O encontro, que termina nesta sexta-feira (24/05) e está sendo realizado no Hotel Blue Tree Faria Lima, em São Paulo, reúne representantes de Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 25 Estados brasileiros e o Distrito Federal, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi aberta nesta quinta-feira (23/05), na sede da FAPESP, o Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O encontro, que termina nesta sexta-feira (24/05) e está sendo realizado no Hotel Blue Tree Faria Lima, em São Paulo, reúne representantes de Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 25 Estados brasileiros e o Distrito Federal, integrantes do Conselho Nacional das FAPs (Confap), e das principais instituições de financiamento à pesquisa do país, como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Participaram da abertura do evento Celso Lafer, presidente da FAPESP; José Arana Varela, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fundação; João Carlos de Souza Meirelles, assessor especial do Governo do Estado de São Paulo para Assuntos Estratégicos, representando o governador Geraldo Alckmin; e Sergio Luiz Gargioni, presidente do Confap.</p>
<p style="text-align: justify;">Completaram a lista de participantes Glaucius Oliva, presidente do CNPq; Luiz Antonio Rodrigues Elias, secretário-executivo do MCTI, representando o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp; Helena Bonciani Nader, presidente de Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); e Desirée Moraes Zouain, coordenadora de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, representando o secretário, Luiz Carlos Quadrelli.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do evento é discutir as ações que podem ser articuladas e coordenadas entre as FAPs e as instituições de financiamento à pesquisa estaduais e federais para contribuir para o avanço do desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no país.</p>
<p style="text-align: justify;">“As FAPs podem contribuir para a criação de um federalismo cooperativo, para a união de esforços e para o desenvolvimento de formas pelas quais, por meio do conhecimento, nossa sociedade seja capaz de lidar com seus desafios e ampliar o controle sobre o próprio destino”, disse Celso Lafer.</p>
<p style="text-align: justify;">“A FAPESP tem diversos acordos de cooperação com outras FAPs. Entendemos que esses convênios fazem parte desse tipo de esforço de ação conjunta”, disse Lafer.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da FAPESP lembrou que, exatamente no dia da abertura do Fórum da Confap, a Fundação paulista completava 51 anos, e avaliou que a ideia da criação da instituição e o que ela representa teve um efeito irradiador pelo país.</p>
<p style="text-align: justify;">“O modelo da FAPESP, no nosso entendimento, tem sido bem-sucedido e trazido benefícios para a sociedade do Estado de São Paulo e para o país como um todo. A própria oportunidade de nos reunirmos neste evento é uma demonstração do efeito irradiador da FAPESP”, disse Lafer.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Contribuição para a ciência</b></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados apresentados na abertura do evento pelo diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, em 2006 as FAPs contribuíram com 23% do total dos recursos destinados ao financiamento à pesquisa por agências de fomento no Brasil. Já em 2011 a participação delas saltou para 32%, superando o total dos dispêndios feitos isoladamente por agências federais de fomento à pesquisa, como a Capes e o CNPq.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2012, por exemplo, o CNPq executou um orçamento de R$ 2,2 bilhões – equivalente, segundo Glaucius Oliva, ao total aportado pelo conjunto das FAPs e com maior participação da FAPESP, que foi responsável por cerca de 50% do volume de recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Isso mostra como tem sido importante a participação das FAPs para a comunidade científica e tecnológica do país pela qualidade e volume de recursos que vêm investindo”, destacou Oliva. Segundo ele, o CNPq tem parcerias há mais de dez anos com as FAPs em projetos como os da criação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), em um modelo de complementaridade de recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa parceria também representa uma fonte de recursos para o sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação”, afirmou Oliva.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação de Brito Cruz, por formarem um conjunto de organizações complementares, determinantes para o financiamento à pesquisa no Brasil, é preciso que as FAPs tenham uma pauta e ideias para enfrentar alguns dos desafios para o avanço da ciência no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Um do principais, segundo ele, é aumentar o impacto intelectual da ciência feita no país, ou seja, que os trabalhos realizados por pesquisadores brasileiros sejam mais vistos, citados e tenham maior repercussão mundial do que têm hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">“Além do crescimento quantitativo [<i>em termos de participação no total dos recursos destinados ao financiamento à pesquisa por agências de fomento no país</i>], as FAPs também tiveram um óbvio crescimento institucional, proporcionado pela estabilidade orçamentária, que possibilitou aumentar a capacidade de fazerem coisas mais ousadas, demoradas e que requerem mais persistência e continuidade do que faziam há dez anos, por exemplo”, avaliou Brito Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa qualidade do conjunto das FAPs torna não só possível, mas eu ousaria dizer obrigatória, a preocupação com a questão de aumentar o impacto intelectual da ciência porque, se nosso trabalho é financiar a ciência, é fundamental que ela tenha impacto intelectual”, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Poupar o pesquisador de tarefas extracientíficas – como o preenchimento de relatórios para prestação de contas – e desenvolver ainda mais a cooperação internacional são algumas iniciativas que poderiam contribuir para isso, segundo ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras ações são aumentar a visibilidade e o impacto das revistas científicas brasileiras e estimular a qualidade e o mérito da pesquisa por meio da valorização das citações de um artigo científico individualmente, em vez do fator de impacto da revista na qual o trabalho foi publicado.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Próximo fórum</b></p>
<p style="text-align: justify;">Esta foi a quinta reunião do Confap em São Paulo. “A FAPESP participou desde o primeiro momento da criação e do fortalecimento do Confap, compreendendo sua importância para o fortalecimento da articulação dos sistemas estaduais de ciência e tecnologia com o sistema federal”, afirmou Varela.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje, passados quase 15 anos de sua primeira reunião, o Confap congrega FAPs de 25 Estados mais o DF, faltando apenas a criação da FAP de Roraima. É uma grande satisfação para a FAPESP sediar esta reunião e continuar participando dessa história, que esperamos ser muito vitoriosa”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima reunião da entidade ocorrerá em julho, em Recife, paralelamente à 65ª Reunião da SBPC em Recife (PE). “As FAPs são muitos distintas, com culturas diferentes e muitas delas são recém-nascidas, mas compartilham de uma mesma visão”, disse o presidente do Confap, Sérgio Luiz Giargioni, durante a abertura do fórum.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esses encontros pessoais para troca de experiências são absolutamente necessários para nos auxiliar a avançar”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Fapesp</p>
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		<title>Oceanógrafo Jeffrey Richey coordenará pesquisas no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O professor Jeffrey Edward Richey, da Escola de Oceanografia da Universidade de Washington, dos Estados Unidos, virá mais vezes ao Brasil nos próximos cinco anos e permanecerá no país mais tempo do que estava habituado. O professor, que estuda o papel dos rios amazônicos no ciclo de carbono desde o final da década de 1970, em colaboração [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O professor Jeffrey Edward Richey, da Escola de Oceanografia da Universidade de Washington, dos Estados Unidos, virá mais vezes ao Brasil nos próximos cinco anos e permanecerá no país mais tempo do que estava habituado.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor, que estuda o papel dos rios amazônicos no ciclo de carbono desde o final da década de 1970, em colaboração com pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, teve um <b><a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/58033/trocas-liquidas-ecossistema-baixo-rio/" target="_blank">Projeto Temático</a></b> aprovado no âmbito do programa São Paulo Excellence Chairs (SPEC), da FAPESP.</p>
<p style="text-align: justify;">Programa-piloto da FAPESP que busca estabelecer colaborações entre instituições do Estado de São Paulo e pesquisadores de alto nível radicados no exterior, o SPEC já aprovou quatro projetos desde que foi instituído, no final de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">A meta do programa é atrair para o país cientistas de renome, a fim de que coordenem projetos temáticos em sua área de atuação em universidades e laboratórios paulistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores seguem vinculados a suas instituições de origem, mas devem permanecer no Brasil 12 semanas por ano ao longo dos cinco anos – ou mais – de duração do projeto, coordenando um grupo de bolsistas da FAPESP, entre pós-doutores, doutores e até alunos de iniciação científica.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Primeiro estrangeiro</b></p>
<p style="text-align: justify;">Richey é o primeiro pesquisador estrangeiro selecionado para o programa. O pesquisador, que participou dos primeiros cruzeiros do navio Alpha Heliux pertencente à frota oceanográfica dos Estados Unidos na bacia do Amazonas, contou em entrevista à <b>Agência FAPESP</b> as razões que o motivaram a pesquisar no Brasil de forma mais intensiva, por meio do programa, e as suas principais descobertas sobre emissão e absorção de gás carbônico pelo rio Amazonas ao longo de mais de três décadas de estudos na região.</p>
<p style="text-align: justify;">A mais recente delas foi publicada na edição desta semana da revista <i>Nature Geoscience</i>. O artigo<i>Degradation of terrestrially derived macromolecules in the Amazon River</i> (doi: 10.1038/NGEO1817), de Jeffrey Richey e outros, pode ser lido por assinantes da <i>Nature Geoscience</i> em <b><a href="http://www.nature.com/ngeo/index.html" target="_blank">www.nature.com/ngeo/index.html</a></b>.</p>
<p style="text-align: justify;">“A vinda do professor Richey para participar desse projeto consolida nossa colaboração de décadas que, além de ter trazido diversos resultados, contribuiu para a formação de pesquisadores na área. Eu mesma fui formada dentro do grupo dele no Cena”, disse Maria Victoria Ramos Ballester, professora do Cena, e uma das pesquisadoras principais do projeto. Confira abaixo a entrevista concedida durante visita à FAPESP, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;"> <i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Como começou sua colaboração com pesquisadores do Brasil?</i><br />
<b>Jeffrey Edward Richey</b> – Sempre tive muito interesse em fazer pesquisa no Brasil, especificamente na Amazônia. Fiz parte de um dos primeiros cruzeiros do navio Alpha Heliux, da frota oceanográfica dos Estados Unidos, entre 1976 e 1977, ao longo dos rios Amazonas, Solimões e Negro. Desde então, eu me interesso muito pelos grandes desafios de pesquisa que a região apresenta em temas como ciclo de carbono. Em 1980, comecei a trabalhar com Eneas Salati, então diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), que logo depois virou diretor do Cena. Nessa época, ele me apresentou a pesquisadores do Cena, como Reynaldo Victoria, e, em 1982, começamos um projeto chamado “Carbon in the Amazon River Experiment” (Camrex, na sigla em inglês), que originou um grande programa de pesquisa na Amazônia. Ao longo desse programa, que durou dez anos, fizemos uma série de cruzeiros, com duração de até sete semanas, saindo de Manaus com destino ao Baixo Amazonas (na região do Pará), ao Alto Amazonas e a outros lugares da bacia do Amazonas. O programa foi muito bom para o avanço do conhecimento sobre a região, envolveu vários estudantes brasileiros e permitiu a formação de pesquisadores sobre os processos que controlam a distribuição de elementos bioativos nas margens do rio Amazonas no Brasil. Fomos o primeiro grupo do mundo a estudar esse tema. O primeiro financiamento para esse projeto foi feito pela National Science Foundation (NSF), dos Estados Unidos. Logo depois, também obtivemos apoio da Nasa, por meio do projeto “Experimento da Camada Limite na Amazônia” (Able, na sigla em inglês). Mais recentemente, participei do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera da Amazônia (LBA, na sigla em inglês), que foi um grande projeto de pesquisa [<i>do governo brasileiro, liderado pelo Inpa</i>], com muitos pesquisadores brasileiros em posição de liderança, além de outros projetos com apoio da FAPESP. Depois de tudo isso, ainda tenho interesse em continuar pesquisando na Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Por quê?</i><br />
<b>Richey</b> – Porque só estamos no começo do trabalho de pesquisa sobre o papel do Baixo Amazonas no ciclo de carbono. Deu para ver que esse tipo de estudo é viável. Até então nunca tinha sido feito algo do gênero e da maneira que fizemos. Ainda temos muitas perguntas sobre como funciona o processo de absorção e liberação de gás carbônico pela Bacia Amazônica. Além do fluxo enorme de água que possui, o Amazonas tem rios tributários, como o Tapajós, o Xingu, o Tocantins e o Vargem Grande. Precisamos saber qual o papel desses rios no ciclo final de carbono do rio Amazonas. A região também passa por um processo de desenvolvimento. Há empresas se estabelecendo lá e há produção de soja em algumas áreas. Também precisamos avaliar como os fatores sociais e econômicos afetam o ciclo de carbono. Os avanços tecnológicos dos últimos anos abrem perspectivas de pesquisa totalmente diferentes das que tínhamos no começo dos estudos sobre o papel da bacia do Amazonas no ciclo de carbono. Agora, com o apoio desse projeto da FAPESP, poderemos adquirir instrumentos que nos ajudem a responder essas perguntas.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Que tipos de equipamentos?</i><br />
<b>Richey</b> – Espectrômetro de massa, por exemplo. Antigamente um equipamento como esse [usado em análises de componentes químicos presentes em um material] era delicado, enorme – ocupava quase uma sala inteira – e exigia que fizéssemos as análises de maneira muito mais lenta. Antes dava para fazer, no máximo, 12 medições em um mês da composição isotópica do carbono que sai da Bacia Amazônica – ou seja, o carbono 13 que tem CO2 – porque tínhamos de coletar as amostras e enviar para um laboratório ao retornar de um cruzeiro. Agora, dá para pegar os tubos com as amostras de água de um rio, jogá-las diretamente em um equipamento portátil do tamanho de uma caixa de isopor e obter os resultados da composição isotópica do carbono liberado pelo rio na hora. O desafio agora é processar toda essa quantidade de informação.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Quais as principais descobertas feitas com essa série de colaborações?</i><br />
<b>Richey</b> – Um dos aspectos da nossa pesquisa que mudou o entendimento sobre ciclo de carbono foi que mostramos que o próprio sistema fluvial da Amazônia já tem um papel grande no ciclo de carbono ao emitir CO2, porque tem muito CO2 na água. Observamos os rios da Amazônia “respirando”, absorvendo e emitindo gás carbônico para a atmosfera mais ou menos da mesma forma como faz a vegetação amazônica. Essa descoberta foi uma grande surpresa para a comunidade de pesquisa na área e deu origem a novas perguntas sobre o funcionamento desse processo de absorção e liberação de gás carbônico pelos ambientes aquáticos da Amazônia e por que tem tanto CO2 na água do Baixo Amazonas. Ao mesmo tempo, ficou óbvio que há outros sistemas fluviais no mundo onde ocorre esse mesmo processo. Com isso, mudamos a perspectiva mundial sobre o funcionamento desses sistemas fluviais.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Quais os principais desafios para os estudos sobre o papel dos rios amazônicos no ciclo de carbono?</i><br />
<b>Richey</b> – A realização de amostragem do carbono absorvido e emitido pela malha hidrográfica da Amazônia, sem dúvida, representa um grande desafio. Mas, por meio dessa série de projetos nas últimas décadas, deu para começar a entender a dinâmica desse processo e saber qual o volume e a composição química da água dos rios da Amazônia que segue para o mar. Agora estamos dando os primeiros passos para medir a quantidade de carbono que sai da Bacia Amazônica e segue para o oceano e, ao mesmo tempo, formando pessoal na região para nos auxiliar nos estudos. A logística é um pouco complicada e precisamos de pesquisadores e pessoas da própria região para nos ajudar. Já temos uma boa base em Macapá, Belém e Santarém, com pesquisadores formados por meio do projeto LBA e que agora se tornaram professores. Formamos a Rede Beija-Rio (um trocadilho com a palavra beija-flor), por meio da qual fazemos amostragens da Bacia do Amazonas de forma muito mais fácil e rápida. Mas a falta de pesquisadores e pessoal na região para trabalhar em estudos como esse ainda representa um problema sério. São necessários barcos, apoio logístico e pessoas capazes para lidar com tudo isso. Além do mais, a região é quente, a logística é péssima e os pesquisadores precisam deixar suas famílias por um tempo para fazer os estudos. Por isso, há poucos pesquisadores de São Paulo, por exemplo, que conhecem a Amazônia. É preciso ter resistência física. Os pesquisadores que conseguem vencer todos esses problemas adoram a experiência, que é muito fascinante, interessante e até mesmo divertida.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Que tipos de problemas o senhor pretende abordar durante o projeto que tem apoio da FAPESP?</i><br />
<b>Richey</b> – Pretendemos avaliar, por exemplo, qual o comportamento sazonal do fluxo hidrológico e da composição química da água dos rios da Bacia Amazônica. A água do rio Amazonas que passa pelo estação de observação em Óbidos, no Pará, por exemplo, é totalmente diferente da observada em outros lugares da bacia. É uma água clara, com coloração verde, que pode ter carbono orgânico melhor para os organismos que habitam nela. Também queremos avaliar qual a real contribuição da pluma de água que sai do rio em direção ao oceano, e quais as consequências das mudanças no fluxo de água que sai do rio no oceano. Esse conjunto de questões integra um conceito de pesquisa que chamamos de “trocas líquidas do ecossistema”. O segundo aspecto a analisar é o metabolismo da água da Bacia do Amazonas – ou seja, qual sua produção primária versus sua “respiração”. Sabemos que a respiração é muito maior no próprio rio do que em suas margens, mas também observamos muitos sinais de produção primária em outros locais. Por isso, precisamos entender melhor onde se produz o CO2, se dentro do rio – no dossel d’água – ou mais na várzea.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Já existe alguma publicação sobre o assunto?</i><br />
<b>Richey</b> – Esta semana publicamos um artigo na <i>Nature Geoscience</i>, um dos primeiros resultados do Projeto Temático apoiado pela FAPESP, demonstrando, por exemplo, que a lignina e outras macromoléculas do material orgânico encontrado no rio Amazonas contribuem significativamente para emissão de CO2 pelo rio. Já havíamos publicado outro trabalho na <i>Nature</i>, em 2002, demonstrando que a provável origem da maior parte do carbono liberado pelo rio Amazonas é a matéria orgânica (plantas e animais) transportada pela chuva das terras mais altas, não inundáveis, e de áreas de floresta que permanecem embaixo d’água parte do ano, para os rios e riachos. Em outro artigo, também publicado na <i>Nature</i>, em 2005, indicamos que a idade desse material orgânico que está sendo respirado pelo rio é mais jovem do que se achava. Nós pretendemos durante esse projeto abordar quais são as fontes específicas de emissão de carbono do rio Amazonas, que tem consequências para o ciclo de carbono, além de medir a vazão e analisar qual a estrutura isotópica do carbono que sai da água. Isso pode nos indicar qual a fonte desse CO2. Queremos contar com a participação de muitos alunos e pessoas da região e de São Paulo para trabalhar nesse projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>A sua ideia é aproveitar a rede de colaboração construída ao longo dessas últimas décadas para fortalecer os esforços de pesquisa no projeto?</i><br />
<b>Richey</b> – Exatamente. Com base na minha experiência em pesquisa, posso dizer que é mais difícil fazer o “coração” do projeto. Depois, fazer as artérias é bem mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>O projeto envolverá pesquisadores de quais instituições?</i><br />
<b>Richey</b> – Envolverá, com certeza, pesquisadores do Cena e da USP, como Paulo Artaxo e Humberto Rocha. Também deveremos contar com a colaboração de pesquisadores do Inpe. Também pretendo obter apoio da NSF para trazer alguns estudantes dos Estados Unidos para realizar intercâmbio de pesquisa. O projeto deverá colaborar para a criação de um núcleo de pesquisadores na área de estudos sobre a contribuição dos sistemas fluviais no ciclo de carbono, que é um dos objetivos do programa SPEC, da FAPESP.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>Serão pesquisadores de quais áreas?</i><br />
<b>Richey</b> – Serão pesquisadores da área de hidrologia, modelagem climática e química orgânica, entre outras. Acho que deveremos ter estudos novos na área de genômica dos organismos encontrados no rio Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify;"><i><b>Agência FAPESP</b></i> – <i>De que forma o senhor coordenará o projeto?</i><br />
<b>Richey</b> – Devo permanecer, mais ou menos, três meses por ano no Brasil e serei professor visitante da USP. Mas é bem provável que permaneça mais tempo do que isso. Estou muito empolgado com essa possibilidade de fazer pesquisa em São Paulo por um período de tempo maior do que o de outros projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Fapesp</p>
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		<title>Só 2% dos professores usam tecnologia</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo tendo acesso a computadores com conexão à internet no trabalho e em casa, apenas 2% dos professores brasileiros da rede pública urbana usam a tecnologia como suporte em sala de aula. E os que usam se limitam &#8211; na maior parte do tempo &#8211; a ensinar a alunos como utilizar o computador, em vez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mesmo tendo acesso a computadores com conexão à internet no trabalho e em casa, apenas 2% dos professores brasileiros da rede pública urbana usam a tecnologia como suporte em sala de aula. E os que usam se limitam &#8211; na maior parte do tempo &#8211; a ensinar a alunos como utilizar o computador, em vez de desenvolver práticas pedagógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">As constatações fazem parte da pesquisa TIC Educação 2012, divulgada, na quinta-feira, pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) &#8211; entidade oficial que coordena serviços da web no País. Para chegar a esses indicadores, foram entrevistados pessoalmente 1.236 professores de mais de 570 escolas públicas de todas as regiões do Brasil, escolhidas aleatoriamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que 92% dos docentes da rede pública já têm conexão à internet em casa. Praticamente todos os professores (99%) são considerados usuários em rede, ou seja, usaram a internet pelo menos uma vez nos últimos três meses. Na escola, a realidade de acesso é semelhante. Quase todas as unidades têm ao menos um computador. Nas escolas que dispõem do equipamento, 89% possuem acesso à internet.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O primeiro passo está sendo dado: existe o acesso. Falta agora usar a tecnologia de forma qualitativa, para melhorar a educação&#8221;, afirma Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic.br), unidade vinculada ao CGI.br que realizou a pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Raro</b></p>
<p style="text-align: justify;">A professora Diana Mendes, de 36 anos, que trabalha há 12 na rede municipal de São Paulo, diz que nem sempre é possível usar a tecnologia na rotina das aulas. &#8220;As salas de informática podem até ser superbem equipadas e bacanas, mas as turmas só têm acesso a elas uma hora por semana&#8221;, conta Diana.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso esporádico também é relatado pela aluna da rede estadual paulista Valéria Lage, de 17 anos, do 3.º ano do ensino médio da Escola Maria Juvenal Homem de Melo, no Grajaú, zona sul. &#8220;Os professores usam de vez em quando &#8211; de uma a duas vezes por semestre &#8211; o netbook e o projetor. Com o projetor, é mais fácil entender a aula.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Políticas. Para Priscila Gonsales, diretora do Instituto Educadigital, faltam políticas públicas específicas para um melhor uso da tecnologia nas escolas. &#8220;Não adianta só comprar equipamentos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em São Paulo, a Secretaria Municipal de Educação espera melhorar a qualidade da conexão &#8211; um dos problemas identificados no estudo. &#8220;Efetuamos a troca de maquinários obsoletos e esperamos até o fim do ano aumentar a velocidade de internet das escolas&#8221;, afirma Jane Reolo, coordenadora de Informática Educativa da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Procurada, a Secretaria Estadual de Educação informou que a rede paulista dispõe de computadores e acesso à internet e seus docentes recebem orientação contínua para o uso pedagógico de tecnologia. Já o Ministério da Educação afirmou que, com o programa Banda Larga nas Escolas, de 2008, 60 mil escolas públicas vêm se beneficiando da &#8220;ampliação periódica de conexão em alta velocidade&#8221;. O MEC cita iniciativas como o Portal do Professor, que oferece &#8220;recursos educacionais com grande potencial&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Jornal O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Artigo &#8211; Zona Franca de Manaus</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A tentativa de reformar o ICMS, tema da última coluna, ao prever uma ampliação das vantagens tributárias da Zona Franca de Manaus (ZFM), chamou a atenção para o seu poder político. Com a abertura comercial dos anos 90, as empresas brasileiras de tecnologias de informação e comunicação (TICs) -que envolvem setores como equipamentos de telecomunicação, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A tentativa de reformar o ICMS, tema da última coluna, ao prever uma ampliação das vantagens tributárias da Zona Franca de Manaus (ZFM), chamou a atenção para o seu poder político.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a abertura comercial dos anos 90, as empresas brasileiras de tecnologias de informação e comunicação (TICs) -que envolvem setores como equipamentos de telecomunicação, bens de informática e automação- viram na migração para a ZFM, que desde sua criação concentrou a produção de eletrônicos de consumo (TVs, celulares etc.), uma forma de ganhar produtividade pela compra externa de componentes, usufruindo de altas doses de desoneração tributária.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, a Lei de Informática, ao conceder benefícios fiscais próximos aos da ZFM, possibilitou que o setor de TICS não saísse em peso do Sul e do Sudeste.</p>
<p style="text-align: justify;">A reforma do ICMS, ao manter a ZFM com alíquota de 12% na origem, enquanto no resto do país haveria redução para 4% ou 7%, poderá, caso o governo a leve a cabo, desequilibrar o balanço a favor de Manaus, afetando a distribuição da indústria de TICs, inclusive desmobilizando polos no Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão chama a atenção para a necessidade de avaliar a ZFM.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2012, o setor de eletroeletrônicos como um todo -que engloba TICs e os eletrônicos de consumo- do Polo Industrial de Manaus (PIM) faturou R$ 34,6 bilhões, 47% do total do PIM, empregando cerca de 50 mil pessoas (42% do total). Sua produção é voltada quase exclusivamente para o mercado interno, o que faz da Zona Franca um caso singular no mundo, pois esse tipo de arranjo produtivo em geral é voltado para as exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em defesa da ZFM, o Centro da Indústria do Amazonas, em coluna publicada na sexta, 17/05/2013, no &#8220;Jornal do Commercio&#8221;, destaca que ela alivia as pressões sobre o uso da floresta e canaliza recursos para ciência, tecnologia e inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que o primeiro esteja em boa parte sendo atingido. Quanto ao segundo, porém, em que pese a determinação legal de as empresas da ZFM aplicarem 5% de sua receita em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), não há indícios de que isso esteja ocorrendo com efetividade, ao menos no principal setor do PIM.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tal nível de P&amp;D, significativo para os padrões internacionais da indústria eletrônica, o esperado é que houvesse adensamento tecnológico e produtivo no PIM, mas o que ocorre é o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que grande parte dos problemas da ZFM coincide com os problemas do setor de eletrônicos em nível nacional: produção incipiente de telas (displays) e de microeletrônica, cadeias fragmentadas, exigências crescentes de escala produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a estrutura de benefícios da Zona Franca é um obstáculo adicional ao adensamento do setor no Brasil. Por exemplo, a Lei do Bem desonera o Imposto de Renda em contrapartida a gastos com P&amp;D. No PIM, isso é desnecessário, pois não se paga IR: além de seu baixo adensamento, a competição com os benefícios fiscais da ZFM ameaça o esforço que ocorre no resto do país no setor de TICs.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro sintoma de debilidade é a média salarial (inclusos os encargos) no setor de eletrônicos da Zona Franca, de R$ 3.208 em 2012, quando no polo de &#8220;duas rodas&#8221;, outra perna relevante da ZFM, é de R$ 4.702, mesmo sendo um setor de menor complexidade. A diferença é que neste último há uma cadeia produtiva completa e densa: no ano passado, quase 70% de seus insumos foram adquiridos no Brasil, contra 23% dos eletroeletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem gerar bons empregos em seu principal setor, a ZFM acaba servindo apenas para garantir os benefícios tributários às empresas de eletrônicos nela instaladas, que restringem suas atividades às mais simples possíveis. De resto, há importação de componentes e, mesmo atividades locais de maior valor -como marketing, design ou a concepção de projetos- acabam sendo feitas em outras regiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de acabar com a Zona Franca de Manaus, como costumam sugerir opiniões mais exaltadas no Sul e no Sudeste. Mas é preciso que ela mude para ser melhor para o país e também para o Amazonas, tornando-se sustentável a longo prazo e gerando mais e melhores empregos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Marcelo Miterhof</b>, 38, é economista do BNDES. O artigo não reflete necessariamente a opinião do banco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: Jornal Folha de São Paulo</p>
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		<title>Anatel decide regular, regulamentar e fiscalizar a neutralidade de rede</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 12:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Consecti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Anatel não resistiu. Ao definir nesta quinta-feira, 23/5, um novo regulamento para o Serviço de Comunicação Multimídia, ou seja, a norma sobre o provimento de acesso à Internet por redes fixas, a agência acabou por inserir a neutralidade de rede no texto final aprovado pelo Conselho Diretor. Embora não o tenha feito de forma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Anatel não resistiu. Ao definir nesta quinta-feira, 23/5, um novo regulamento para o Serviço de Comunicação Multimídia, ou seja, a norma sobre o provimento de acesso à Internet por redes fixas, a agência acabou por inserir a neutralidade de rede no texto final aprovado pelo Conselho Diretor.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não o tenha feito de forma minuciosa, o resultado foi muito mais abrangente que o texto levado inicialmente pelo relator da proposta, Marcelo Bechara. “Ainda é oportuno aguardar o debate do Congresso Nacional, por hora”, disse ele ao apresentar sua sugestão. Para não haver “atropelos”, propôs “não tratar desse tema no regulamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">O “efetivo amadurecimento do Congresso Nacional sobre a definição da neutralidade de rede”, no entanto, não impediu o relator de uma preleção marcial: “Neutralidade é competência da Anatel, porque a LGT dá competência à agência sobre isso.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ressalte-se que a neutralidade de rede não é apenas o tema mais importante do Marco Civil da Internet, como pivô dos conflitos que inviabilizaram a votação do projeto de lei até agora. Com um detalhe: parte das divergências se dá exatamente sobre qual seria o papel do regulador de telecom nessa matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada disso conteve o Conselho Diretor. “O papel da Anatel nesse processo foi, é e será fundamental. Não tenho dúvida nenhuma que a Anatel tem competência para regular, regulamentar e fiscalizar a neutralidade de rede”, ecoou o conselheiro Rodrigo Zerbone.</p>
<p style="text-align: justify;">“Por outro lado, fico um pouco preocupado de não colocarmos nenhuma referência à neutralidade de rede”, emendou Zerbone. Afinal, defendeu, a neutralidade é “fundamental ao pleno desenvolvimento da competição e inovação na Internet”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado, o novo regulamento dispõe que “as prestadoras devem respeitar a neutralidade de rede, conforme regulamentação nos termos da legislação”. Em si, um posicionamento razoável – bem mais do que o texto original dessa proposta de norma, onde a exceção tornava o conceito inócuo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobram, porém, os motivos que alimentam os temores daquela ala parlamentar – a começar pelo relator do Marco Civil – de que a Anatel, tão próxima aos provedores de conexão, as teles, tenha, ao cabo, a palavra final sobre, como ressaltou Zerbone, algo “fundamental à Internet”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em especial pelo contexto. Esse novo regulamento aprovado, em que pese a boa intenção, dá um drible em um instrumento conhecido como Norma 4/95 – um documento que também não é filho da virtude, pois o foco era atrapalhar os planos da então estatal Embratel, mas sobre o qual se baseia legalmente, no Brasil, a separação entre o mundo das telecomunicações e o mundo da Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mexer na Norma 4/95, a agência dá mais um passo na direção de impor regras afeitas à Internet – quando talvez fosse mais saudável deixar essa questão à cargo do Comitê Gestor da Internet brasileira, onde a própria Anatel tem assento, mas partilhado com diversos atores. Precedente que é apenas reafirmado com o desejo de ser o árbitro final da neutralidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Convergência Digital</p>
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		<title>BNDES libera R$ 8,8 milhões para instalação de parque tecnológico no Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 12:44:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou nesta quinta-feira, 23, contrato no valor de R$ 8,8 milhões com o Núcleo de Gestão do Porto Digital, do Recife. Os recursos, não reembolsáveis, serão utilizados para restaurar, adaptar e equipar o edifício conhecido como Convento, no centro histórico da capital pernambucana, para a instalação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou nesta quinta-feira, 23, contrato no valor de R$ 8,8 milhões com o Núcleo de Gestão do Porto Digital, do Recife. Os recursos, não reembolsáveis, serão utilizados para restaurar, adaptar e equipar o edifício conhecido como Convento, no centro histórico da capital pernambucana, para a instalação do Porto Mídia, núcleo de empreendedorismo e tecnologia dedicado à economia criativa. O prédio histórico, que integra um conjunto arquitetônico tombado há 15 anos pelo Iphan, abrigará tanto os empreendimentos a serem incubados pelo Porto Mídia quanto laboratórios para capacitar empresários e atender ao mercado produtor local.</p>
<p style="text-align: justify;">A operação acontece no âmbito do Programa BNDES para o Desenvolvimento da Economia da Cultura (BNDES Procult), com recursos do Fundo Cultural do Banco, e corresponde a 60% do orçamento total do projeto. O imóvel, de 1,5 mil metros quadrados somando seus três pavimentos, corria risco de desabamento. A fachada será restaurada e a parte interna reconstruída para abrigar espaço para exposições, centro de formação, incubadora de empresas e os laboratórios. Na reforma, já foram criados 41 postos de trabalho, e a previsão é empregar mais 50 funcionários durante as obras. Após a conclusão, a expectativa é manter 25 empregos permanentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o Porto Digital possui 40 mil metros quadrados ocupados por mais de 200 instituições, entre elas empresas, entidades a centros de educacionais. O complexo é responsável por gerar 6,5 mil empregos diretos. As 150 empresas de TI instaladas no local faturam, juntas, R$ 1 bilhão, cerca 1% do PIB do estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: TI Inside</p>
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		<title>São Paulo realiza I Seminário de Incubadoras de Base Tecnológica</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:29:18 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Giro nos Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia(SDECT) , Luiz Carlos Quadrelli, participou hoje (22) da abertura do I Seminário da Rede Paulista de Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica (RPITec). O encontro, que acontece no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), reúne representantes das incubadoras estaduais pré-credenciadas no RPITec, e conta com Palestras, Workshop e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia(SDECT) , Luiz Carlos Quadrelli, participou hoje (22) da abertura do I Seminário da Rede Paulista de Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica (RPITec). O encontro, que acontece no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), reúne representantes das incubadoras estaduais pré-credenciadas no RPITec, e conta com Palestras, Workshop e a apresentação de um mapeamento sobre essas iniciativas em todo o Estado. A cerimônia de inicio das atividades contou também com a presença da coordenadora de Ciência e Tecnologia da SDECT, Desirée Zouain, e do presidente do IPT, Fernando Landgraf.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o secretário Luiz Carlos Quadrelli, medidas como essa atuam diretamente em prol da população e contribuem para o desenvolvimento científico, tecnológico e sustentável do nosso Estado. “Além da RPITec também contamos com o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos, que possui 27 iniciativas, seis com credenciamento definitivo&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">A RPITec tem o objetivo de fomentar a implantação e o fortalecimento das Incubadoras de Base Tecnológica. A ação promove nas empresas associadas o empreendedorismo, a integração, o desenvolvimento de metodologias de monitoramento, o apoio à aplicação de capital e a captação de recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento é dividido em duas etapas. Na primeira farão palestras especialistas das instituições Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Serviço Brasileiro de Apoio ao Micro e Pequeno Empreendedor(Seabrae-SP) e outras, além dos representantes das sete Incubadoras pré-credenciadas na RPITec. São elas: Incubadora Tecnológica de Presidente Prudente(Intepp), Incubadora Tecnológica de Sorocaba(Intes), Incubadora Tecnológica de São José dos Campos(Cecompi), Incubadora de Botucatu(Prospecta), Incubadora de Ribeirão Preto(Supera), Incubadora Guarulhos(Agende) e Incubadora de São Paulo(Cietec). Na segunda parte será apresentado um mapeamento, desenvolvido pela Faculdade de Economia e Administração da USP(FEA) e pela Fundação de apoio a Universidade de São Paulo(FUSP), sobre todas as iniciativas presentes no estado de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Mapeamento da FEA/FUSP</b><br />
É um estudo realizado pela FEA/FUSP com o objetivo de identificar e mapear as incubadoras de base tecnológica presentes no Estado de São Paulo. Entre os dados avaliados estão o número de empresas incubadas, graduadas, o segmento de atuação, o faturamento, o índice de sobrevivência, o número de empregos criados e o valor dos impostos gerados.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o mapeamento, liderado pelo professor Dr. Moacir de Miranda Oliveira Junior, são mais de 30 incubadoras de base tecnológica paulistas. O resultado final apresentará as principais características de todas elas, como o financiamento de suas operações, o grau de maturidade e sua capacidade de produzir inovação.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Como Fazer parte da RPITec</b><br />
Para fazer parte da RPITec, a entidade gestora da incubadora de EBTs deve enviar um requerimento à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, solicitando sua inclusão na rede. No pedido, entre outros pontos, deve ser demonstrada que a entidade gestora, sem fins lucrativos, atende aos requisitos do decreto, com modelo de gestão apropriado e objetivos compatíveis com a RPITec. Após a aprovação dos documentos, o credenciamento é realizado por meio de uma resolução válida por dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter o credenciamento provisório, o interessado deve enviar um ofício com a justificativa e a caracterização do empreendimento, oferecer infraestrutura adequada e instalações de uso compartilhado, facilitando o acesso a laboratórios especializados, além de apoiar as incubadas nas áreas de gestão tecnológica, empresarial e mercadológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: SDECT-SP</p>
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