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Eventos

Open Innovation, alternativa para redução dos custos e riscos da inovação, serão tema de evento

“Hoje, entende-se que a inovação depende mais da conexão do que da invenção propriamente dita”, afirma Bruno Rondani, diretor do Centro de Open Innovation – Brasil.

Essa idéia sustenta a inovação aberta, modelo em que parcerias e estratégias colaborativas buscam, entre outros benefícios, a redução dos custos e tempos de retorno, garantindo riscos menores aos investidores.

Modelos abertos de inovação têm sido adotados por empresas reconhecidamente inovadoras como 3M, Philips e Xerox – companhias que transformaram seus centros de P&D outrora fechados em ambientes propícios à colaboração externa. No Brasil, a prática da inovação aberta é uma realidade em empresas como Petrobras, Natura, Vale e Votorantim, e vem se difundindo, incentivada em alguns casos por mecanismos públicos surgidos a partir da Lei de Inovação.

III Open Innovation Seminar

Para discutir o tema, o Centro de Open Innovation – Brasil promoverá, de 1 a 3 de dezembro, a terceira edição do Open Innovation Seminar, cujo objetivo é disseminar a inovação aberta entre os profissionais da área e fomentar o desenvolvimento de uma comunidade de prática voltada ao tema.

Nesta edição, o Open Innovation Seminar 2010 terá, no primeiro dia do evento, palestras e painéis com a participação de especialistas, empresas líderes em inovação e instituições de financiamento. O professor Henry Chesbrough, maior autoridade mundial em open innovation, fará uma apresentação exclusiva sobre inovação aberta em serviços, tema de seu novo livro.

Entre os temas a serem discutidos no primeiro dia, estão: tecnologias da informação como ferramentas de auxílio à gestão da inovação, modelos de financiamento para inovação, redes de inovação, proteção da propriedade intelectual e open innovation venturing (modelos de gestão de inovação baseados em empreendedorismo), entre outros. O seminário contará ainda com um overview sobre as novidades e tendências nas políticas públicas.

Neste ano, o Centro oferecerá também o exclusivo curso “Gestão da Inovação Aberta”, que acontecerá nos dias 2 e 3. Desenvolvido especialmente para o Brasil pelo Professor Henry Chesbrough, e seus colaboradores do Centro de Open Innovation -Brasil, o curso terá foco no desenvolvimento de novos produtos, mercados e negócios, incluindo aspectos tecnológicos e financeiros, de marketing e recursos humanos e do sistema brasileiro de inovação.

“Por meio da apresentação de casos, da participação de especialistas externos e da intensiva interação entre participantes, pretendemos prover uma visão ampla sobre o framework gerencial da inovação aberta e como relacioná-lo às oportunidades oferecidas pelo sistema brasileiro”, explica Rondani.

O evento já conta com a participação, via patrocínio, de empresas como a Thales, Kimberly-Clark, Allagi, Vale, Natura, Banco do Brasil, AES Brasil |Eletropaulo, Sabesp, Sebrae, Petrobras, entre outras.

Informações

Sobre o Open Innovation Seminar 2010
– Programação, inscrições etc.: http://www.openinnovationseminar.com.br
-Seminário
Dia 1/12
Horário: das 8h30 às 18h
Local: Grand Hyatt São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 13.301
– Curso intensivo: Gestão da Inovação Aberta
Viabilizando a inovação a partir de colaborações externas
Dias 2 e 3/12
Horário: das 8h30 às 18h
Local: Grand Hyatt São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 13.301

Sobre o Centro de Open Innovation – Brasil. É uma comunidade de prática que reúne mais de setecentos praticantes e estudiosos da inovação aberta no Brasil. Os membros participam de reuniões temáticas e contam com um ambiente virtual de colaboração para troca de informações, discussão e acompanhamento das atividades do centro e seus parceiros. Iniciativa de Henry Chesbrough e empresas e instituições brasileiras, o centro visa melhorar as práticas de inovação aberta no país.

Sobre a inovação aberta. A inovação aberta, definida em 2003 pelo professor Henry Chesbrough, da Universidade de Califórnia – Berkeley, é uma abordagem da gestão da inovação em que a empresa integra recursos internos e externos para realizar atividades de P&D e para colocar as inovações no mercado, formando redes de inovação que podem incluir centros de pesquisa, clientes, fornecedores, startups e até mesmo concorrentes.

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