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Samsung investe US$ 5 milhões na inserção de modelo coreano de economia criativa em startups

A Samsung firmou nesta sexta-feira, 24, um acordo de cinco anos envolvendo uma cooperação de US$ 5 milhões no projeto para a implementação do modelo coreano de cultura de economia criativa, criado na Coreia do Sul pelo Centro de Economia Criativa e Inovação em Daegu (CCEI, na sigla em inglês), em parques tecnológicos e incubadoras de empresas brasileiras. A Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) também faz parte do projeto.

O modelo sul-coreano visa o desenvolvimento da tecnologia e a educação, fomentando novos negócios, produtos e tecnologias, e consiste em um conjunto de recursos, incluindo documentos, metodologias, tecnologias e práticas. A Anprotec, com apoio da Samsung, promoverá treinamentos, articulará políticas públicas e vai gerar conhecimento em inovação e empreendedorismo para os cerca de 300 membros associados.

Já a fabricante sul-coreana agirá como facilitadora das comunicações entre a Anprotec e o CCEI Daegu, identificando e recomendando projetos para participarem do programa e para serem incorporados às atividades da Samsung no Brasil. “A adoção do modelo coreano de cultura de economia criativa pelo Brasil é uma excelente oportunidade para o desenvolvimento das startups brasileiras e da educação por meio da tecnologia”, avaliou Pedro Kim, presidente da Samsung para a América Latina.

A cooperação entre as três partes é um desdobramento do acordo firmado entre os governos brasileiro e sul-coreano na área de economia criativa e sociedade baseada no conhecimento. “Queremos que o Brasil amplie os horizontes de cooperação com a Coreia do Sul, proporcionando oportunidades de negócios e desenvolvimento para os seus povos”, disse o ministro Aldo Rebelo, durante a cerimônia realizada no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

“Por meio desta parceria, empresas instaladas em nossos ambientes de inovação serão habilitadas a participar de chamadas seletivas, de forma a ter acesso a programas de capacitação, mentoria e investimento de capital semente em setores de interesse”, acrescentou a presidente da Anprotec.

Fonte: Ti Inside com informações do MCTI

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