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Presidente do Serpro descarta demissões, mas admite eliminar sobreposições

O presidente do Serpro, Marcos Mazzoni, disse nesta sexta-feira, 11/12, em reunião com sindicalistas, que até o fim de janeiro será apresentado um estudo sobre a estatal, com o objetivo de reorganizar funções dentro da empresa, como a eliminação de sobreposições, mas que elas não exigem demissões.

“Pedimos um estudo interno de reorganização das áreas. Áreas que possam estar trabalhando dobrado, ou fazendo o mesmo que outra, níveis que possam ser diminuídos”, afirmou o presidente, logo após o encontro na Federação Nacional dos Trabalhadores em Processamento de Dados, Fenadados.

Os trabalhadores temem a manifesta intenção de parte do governo de encolher a estatal de TI. “Não dá para desconsiderar um estudo que envolve quatro ministérios de peso. Vamos procurar ministros, deputados, senadores na briga pela manutenção da empresa e dos postos de trabalho”, disse o presidente da Fenadados, Carlos Alberto Valadares.

O Serpro, que sofre com a inadimplência de seus clientes no governo, espera fugir desse problema com o aumento de receitas diretas, em que a fatia da estatal é recolhida, por exemplo, junto com o pagamento de taxas – como ao pagar a documentação veicular. “Nosso objetivo é buscar no mínimo 300 milhões de receitas adicionais em 2016”, revelou Mazzoni.

Ao endereçar as preocupações – a reunião foi pedida pelos sindicatos para discutir eventuais mudanças na estatal – o presidente do Serpro tentou tranquilizar os trabalhadores. “Não há um necessário enxugamento da empresa, mas, sim, uma otimização”, completou o presidente da estatal.

Fonte: Convergência Digital

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