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MDIC firma parceria com a Vale para execução do Pronatec voltado ao setor de mineração

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a empresa mineradora Vale firmaram uma parceria para que instituições ofertantes treinem e capacitem a mão de obra do setor produtivo por meio de cursos de formação e qualificação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec – Setor Produtivo). O documento foi costurado por meio da Fundação Vale e beneficiará carreiras dentro do ramo de mineração.

O acordo de cooperação técnica prevê atuação conjunta da pasta e da empresa para assegurar a pré-matrícula dos beneficiários selecionados para a bolsa-formação no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec) do Ministério da Educação (MEC), e promover a interlocução entre a Fundação Vale e as instituições ofertantes registradas no Sistec. A previsão é que até 750 estudantes e profissionais sejam beneficiados, apenas nos estados de Minas Gerais e Pará. São cem vagas para mineiros e outras 650 para paraenses, com cursos para ocupações como mecânico, eletricista, soldador e operador de equipamentos de mina, entre outros.

O MDIC já firmou acordos de cooperação nesses mesmos moldes com outras entidades sem fins lucrativos, como o Instituto Votorantim, a União da Indústria da Cana de Açúcar, o Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre outras.

Para o secretário de Inovação do MDIC, Marcos Vinicius de Souza, o papel do ministério será o de garantir que os cursos sejam ofertados às demandas do setor de mineração, com o objetivo de capacitar melhor os trabalhadores. “O resultado é uma mão de obra mais qualificada, o que ajuda em toda a cadeia produtiva. Ganha a empresa, e ganha o País. Vamos articular com atores privados e públicos para que os cursos tenham conteúdos em linha com a real demanda do setor produtivo”, afirmou o dirigente.

A Secretaria de Inovação do ministério ainda validará os dados recebidos do setor produtivo, e avaliará posteriormente se há necessidade de criação de novos cursos, além de propor melhorias ao programa e ao sistema de monitoramento deles.

Fonte: Gestão CT&I

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