+55 (61) 9 7400-2446

Destaques

Isenção federal não resolve sozinha apoio à indústria de semicondutores

Os benefícios fiscais de desoneração do governo federal não resolvem, isoladamente, o fomento à indústria de semicondutores. A afirmação é de Marcelo Lopes, CEO do Banco de Desenvolvimento do Rio Grande do sul – BADESUL. Instituição está trabalhando no fomento de novos negócios em TI e, em software trabalha para minimizar um problema sem fim no país: a formação de mão de obra especializada.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, concedida na BITS 2013, Marcelo Lopes revelou que o Rio Grande do Sul trabalha para ser a referência nacional na indústria de semicondutores. Para isso, já hospeda duas design houses e também a CEITEC, estatal do governo federal, e a HT Micron. “A CEITEC já teve um papel relevante que foi o de expatriar pesquisadores e cientistas”. Contou ainda que a Unisinos prepara uma sala limpa, de cinco mil metros quadrados, para abrigar uma sala limpa para a HT Micron, joint venture entre a brasileira Parit Participações e a coreana Hana Micron, que produzirá componentes semicondutores de memória para ultrabooks.

Lopes não hesita em dizer que o PADIS – Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores – e que reduz a zero as alíquotas de contribuição para o PIS/PASEP e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda no mercado interno de circuitos integrados e wafers, é estratégico, mas não resolve todos os problemas. “Precisamos mobilizar os Estados. E aqui no Rio Grande do Sul estamos vendo como incentivar”, sustentou. Na área de software, o grande desafio, aponta o CEO do BADESUL, é a formação de mão de obra especializada.

Fonte: Convergência Digital

Próximos Eventos