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Governo revê nacionalização e altera PPB para notebooks

Foram publicadas nesta quarta-feira, 9/7, duas novas portarias interministeriais que alteram o Processo Produtivo Básico de computadores portáteis – notebooks, netbooks e ultrabooks. Como de praxe, uma das portarias conjuntas MDIC e MCT vale para a Zona Franca de Manaus, e a outra para o resto do país.

As portarias 184/14 e 185/14 trazem pequenas alterações no PPB dos laptops, essencialmente para aliviar temporariamente percentuais de nacionalização de carregadores de baterias, circuitos integrados DRAM (que exerçam função de memória) e memória SSD.

No caso dos carregadores, os percentuais caem de 50% e 80% entre 2013 e 2014, para 45% e 70% – mas voltam a 80% em 2015. Nos circuitos DRAM, os percentuais são “empurrados” em dois anos, iniciados em 2014. De forma semelhante, as memórias ‘sólidas’ (SSD) terão percentual de nacionalização total reduzido de 90% para 70%, mas retornam em seguida a 90%, entre PPB e ‘montados’ no país.

Em fevereiro de 2013, o governo apostou numa maior nacionalização dos componentes dos PCs e notebooks no país. Mas a estratégia não está dando certo. A produção de componentes segue em baixa. Na regra pensada pelo governo, por exemplo, as memórias SSD (do inglês Solid State Drive) ganharam um PPB específico diante do crescimento desse componente – com o crescente movimento de arquivos guardados na nuvem, esses dispositivos se tornam cada vez mais comuns nos novos equipamentos portáteis, notadamente nos ultrabooks. Mas, agora, em função da redução de vendas e da própria dificuldade de produção local de componentes, teve a nacionalização suspensa.

Fonte: Convergência Digital

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